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LEITURA DAS PORÇÕES

6ª Porção - Toledot

Parashah: Gn 25:19 à 28:9
Maftir: Gn 28:7-9
Haftarah: Ml 1:1 à 2:7
Brit Hadashah: Rm 9:1-13
Salmo: 36
Havdalah: 20:16h

Parashah

Gênesis 25:19 à 28:9 “19 Estas são as gerações de Isaque, filho de Abraão: Abraão gerou a Isaque; 20 e Isaque tinha quarenta anos, quando recebeu por mulher a Rebeca, filha de Betuel, o arameu de Padã-Arã, irmão de Labão, o arameu. 21 Isaque orou insistentemente ao Eterno por sua mulher, porque ela era estéril; atendeu o Eterno às orações de Isaque, e Rebeca, mulher de Isaque, concebeu. 22 Os filhos lutavam no ventre dela; e ela disse: Se é assim, porque vivo eu? E foi consultar a ao Eterno. 23 Respondeu-lhe o Eterno: Duas nações há no teu ventre, E dois povos se dividirão das tuas entranhas: Um povo será mais forte que o outro, E o mais velho servirá ao mais moço. 24 Cumpridos que foram os dias para ela dar à luz, eis que gêmeos estavam no seu ventre. 25 Saiu o primeiro, ruivo, todo ele como um vestido de pêlo; e chamaram-lhe Esaú. 26 Depois saiu seu irmão e agarrava com a mão o calcanhar de Esaú; pelo que foi chamado Jacó. Isaque tinha sessenta anos, quando Rebeca deu à luz. 27 Cresceram os meninos: Esaú saiu perito caçador, homem do campo; e Jacó, homem simples, que habitava em tendas. 28 Isaque amava a Esaú, porque comia da sua caça; mas Rebeca amava a Jacó. 29 Tendo Jacó feito um cozinhado, veio Esaú do campo, muito cansado, 30 e disse-lhe: Deixa-me comer uma parte deste cozinhado vermelho, pois estou cansado. Por isso se chamou Edom. 31 Respondeu Jacó: Vende-me hoje o teu direito de primogenitura. 32 Replicou Esaú: Eis que estou para morrer; que me aproveitará o direito de primogenitura? 33 Então disse Jacó: Jura-me primeiro. Jurou-lhe, e vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó. 34 Deu Jacó a Esaú pão e o cozinhado de lentilhas; ele comeu e bebeu e, levantando-se, foi seu caminho. Assim desprezou Esaú o seu direito de primogenitura.

26:1 Sobreveio à terra uma fome, além da primeira que veio nos dias de Abraão. E foi Isaque a Gerar ter com Abimeleque, rei dos filisteus. 2 Apareceu-lhe o Eterno e disse: Não desças ao Egito. Habita na terra que eu te disser; 3 peregrina nesta terra, e serei contigo e te abençoarei; pois a ti e à tua semente darei todas estas terras, e confirmarei o juramento que fiz a teu pai Abraão. 4 Multiplicarei a tua semente como as estrelas do céu, e lhe darei todas estas terras. Por tua semente se abençoarão todas as nações da terra, 5 porque Abraão escutou a minha voz, e guardou o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis. 6 Isaque, pois, habitou em Gerar. 7 Os homens do lugar perguntaram-lhe acerca de sua mulher, e ele respondeu: É minha irmã; pois temeu dizer: Minha mulher; para que, dizia ele, não me matassem por amor de Rebeca, porque era ela formosa à vista. 8 Ora tendo Isaque se demorado ali muito tempo, olhou Abimeleque, rei dos filisteus, pela janela, e viu e eis que Isaque estava brincando com sua mulher Rebeca. 9 Chamou Abimeleque a Isaque e disse: Está visto que ela é tua mulher; como, pois, disseste: É minha irmã? Respondeu-lhe Isaque: Porque eu dizia: Para que eu não morra por causa dela. 10 Replicou Abimeleque: Que é isso que nos fizeste? facilmente se teria deitado um do povo com tua mulher, e tu terias trazido culpa sobre nós. 11 E deu esta ordem a todo o povo: Qualquer que tocar a este homem ou a sua mulher certamente morrerá. 12 Semeou Isaque naquela terra e recolheu no mesmo ano cento por um; e o Eterno o abençoou. 13 Engrandeceu-se o homem e ia-se crescendo mais e mais nos bens, até que se tornou muito grande; 14 tinha possessões de rebanhos e possessões de gados, e era grande o número de seus servos. Os filisteus tinham-lhe inveja. 15 Ora todos os poços que os servos de seu pai tinham cavado nos dias de Abraão, seu pai, os filisteus haviam atulhado e enchido de terra. 16 Disse Abimeleque a Isaque: Aparta-te de nós, porque tu és mais poderoso do que nós. 17 Partindo, pois, Isaque dali, acampou no vale de Gerar, e lá habitou. 18 Isaque tornou a cavar os poços de água, que haviam sido cavados nos dias de Abraão, seu pai, (porque os filisteus os entulharam depois da morte de Abraão) e deu-lhes os mesmos nomes que seu pai lhes dera. 19 Cavaram os escravos de Isaque no vale, e ali acharam um poço de águas vivas. 20 Os pastores de Gerar contenderam com os pastores de Isaque, dizendo: A água é nossa. Ele chamou ao poço Eseque, porque contenderam com ele. 21 Cavaram outro poço, pelo qual também contenderam: e chamou-lhe Sitna. 22 Partindo dali, cavou ainda outro poço; por este não contenderam e, chamando-lhe Reobote, disse: Pois agora o Eterno nos deu lugar, e medraremos na terra. 23 Subiu dali para Berseba. 24 Apareceu-lhe o Eterno na mesma noite e disse: Eu sou o Elohim de Abraão, teu pai. Não temas, porque eu sou contigo, e te abençoarei e multiplicarei a tua descendência por causa do meu servo Abraão. 25 Tendo edificado ali um altar, invocou o nome do Eterno e ali armou a sua tenda; e os servos de Isaque cavaram ali um poço. 26 De Gerar foram ter com ele Abimeleque e seu amigo Ausate, e Ficol, general de seu exército. 27 Disse-lhes Isaque: Porque vindes ter comigo, visto que vós me aborreceis, e me repelistes de vós? 28 Responderam eles: Vimos bem que o Eterno era contigo, e dissemos: Haja um juramento entre ti e nós, e façamos uma aliança contigo. 29 Jura que não nos farás mal algum, assim como não te havemos tocado, e te fizemos somente o bem, e te deixamos ir em paz. Tu és agora o bendito do Eterno. 30 Deu-lhes Isaque um banquete, e comeram e beberam. 31 Levantando-se de manhã cedo, juraram de parte a parte; Isaque os despediu, e separaram-se dele em paz. 32 No mesmo dia vieram os servos de Isaque e, dando-lhe notícias acerca do poço que havia cavado, disseram-lhe: Achamos água. 33 Chamou ao poço Seba; por isso é o nome da cidade Berseba até o dia de hoje. 34 Tendo Esaú quarenta anos, tomou por mulher a Judite, filha de Beeri, heteu, e a Basemate, filha de Elom, o heteu. 35 Elas foram uma amargura para o espírito de Isaque e de Rebeca.

27:1 Quando Isaque já estava velho, e os olhos se lhe enfraqueciam, de modo que não podia ver, chamou a Esaú, seu filho mais velho, e disse-lhe: Filho meu. Respondeu ele: Eis-me aqui. 2 Disse-lhe o pai: Eis que estou velho e não sei o dia da minha morte. 3 Agora, pois, toma as tuas armas, a tua aljava e o teu arco, sai ao campo, e apanha para mim uma caça. 4 Faze-me um manjar saboroso, como eu gosto, e traze-mo, para que eu coma, a fim de que a minha alma te abençoe antes que eu morra. 5 Rebeca estava escutando quando Isaque falou a Esaú, seu filho. Esaú foi ao campo para apanhar caça e trazê-la. 6 Disse Rebeca a Jacó, seu filho: Ouvi a teu pai falar com Esaú, teu irmão, dizendo: 7 Traze-me caça e faze-me um manjar saboroso, para que eu coma e te abençoe diante do Eterno, antes que eu morra. 8 Agora, pois, meu filho, escuta a minha voz naquilo em que eu te mando. 9 Vai ao rebanho, e traze-me de lá das cabras dois bons cabritos. Deles farei um manjar saboroso para teu pai, como ele gosta: 10 leva-lo-ás a teu pai, para que o coma, a fim de te abençoar antes que ele morra. 11 Respondeu Jacó a Rebeca, sua mãe: Eis que Esaú, meu irmão, é homem peloso, e eu sou liso. 12 Porventura meu pai me apalpará, e serei aos seus olhos como mofador; e trarei sobre mim uma maldição e não uma bênção. 13 Respondeu-lhe sua mãe: Sobre mim caia a tua maldição, filho meu; somente escuta a minha voz e vai traze-mos. 14 Foi ele, tomou-os e os trouxe a sua mãe, que fez um manjar saboroso, como seu pai gostava. 15 Ela tomou os melhores vestidos de Esaú, seu filho mais velho, que tinha consigo em casa, e vestiu a Jacó, seu filho mais moço; 16 com as peles dos cabritos cobriu-lhe as mãos e a lisura do pescoço, 17 e pôs na mão de seu filho Jacó o manjar saboroso e o pão que havia preparado. 18 Jacó foi a seu pai e disse: Meu pai! Ele respondeu: Eis-me aqui; quem és tu, meu filho? 19 Disse Jacó a seu pai: Eu sou Esaú, teu primogênito; fiz como me ordenaste; levanta-te, pois, senta-te e come da minha caça, para que a tua alma me abençoe. 20 Perguntou Isaque a seu filho: Como é que achaste tão depressa, meu filho? Respondeu ele: Porque o Eterno, teu Elohim, a mandou ao meu encontro. 21 Então disse Isaque a Jacó: Chega-te, pois, para que eu te apalpe, meu filho, e veja se tu és meu filho Esaú ou não. 22 Chegou-se Jacó a seu pai Isaque, que o apalpou e disse: A voz é a voz de Jacó, porém as mãos são as mãos de Esaú. 23 Não o reconheceu, porque as suas mãos estavam pelosas como as mãos de seu irmão Esaú; assim o abençoou. 24 Mas perguntou: És tu meu filho Esaú? Respondeu ele: Eu o sou. 25 Disse pois: Traze-mo, e comerei da caça de meu filho, para que a minha alma te abençoe. Trouxe-lho, e ele comeu; também trouxe vinho, e ele bebeu. 26 Então lhe disse Isaque, seu pai: Chega-te e dá-me um beijo, meu filho. 27 Chegou-se e deu-lhe um beijo. Sentindo seu pai o cheiro dos vestidos dele, o abençoou e disse: Eis que o cheiro de meu filho É como o cheiro de um campo que o Eterno abençoou; 28 Que Elohim te dê do orvalho do céu, E dos lugares férteis da terra, E abundância de trigo e de mosto. 29 Sirvam-te povos, E nações te reverenciem: Sê senhor de teus irmãos, E te reverenciem os filhos de tua mãe. Malditos sejam aqueles que te maldisserem, E benditos sejam aqueles que te bendisserem. 30 Logo que Isaque acabou de abençoar a Jacó, apenas havia este saído da presença de Isaque seu pai, chegou da sua caçada Esaú, seu irmão. 31 Ele também preparou um manjar saboroso e, trazendo-o a seu pai, disse-lhe: Levanta-te, meu pai e come da caça de do teu filho para que a tua alma me abençoe. 32 Perguntou-lhe Isaque, seu pai: Quem és tu? Respondeu ele: Eu sou teu filho, teu primogênito, Esaú. 33 Então estremeceu Isaque de um estremecimento muito grande, e perguntou: Quem, pois, é aquele que apanhou caça e ma trouxe? Eu comi de tudo antes que viesses, abençoei-o e ele será bendito. 34 Ao ouvir Esaú as palavras de seu pai, bradou com grande e mui amargo brado, dizendo a seu pai: Abença-me também a mim, meu pai! 35 Respondeu seu pai: Veio teu irmão e tirou a tua bênção. 36 Disse Esaú: Não se chama ele com razão Jacó? pois já duas vezes me enganou: tirou-me o direito da primogenitura, e eis que agora me tirou a bênção. E perguntou: Não tens reservado uma bênção para mim? 37 Respondeu Isaque a Esaú: Eis que o tenho posto por senhor sobre ti, e lhe tenho dado todos os seus irmãos por servos; de trigo e de mosto o tenho fortalecido: que, pois, farei por ti, meu filho? 38 Replicou Esaú a seu pai: Porventura tens uma única bênção, meu pai? abençoa-me, meu pai, também a mim. Levantou Esaú a voz e chorou. 39 Respondeu-lhe seu pai Isaque: Longe dos lugares férteis da terra será a tua habitação, E sem o orvalho que cai do alto; 40 Pela tua espada viverás, e a teu irmão servirás; Quando te tornares impaciente, Sacudirás o seu jugo de sobre a tua cerviz. 41 Esaú aborrecia a Jacó por causa da bênção com que seu pai o abençoou; e disse consigo: Vêm chegando os dias de luto por meu pai; então matarei a Jacó, meu irmão. 42 As palavras de Esaú, seu filho mais velho, foram denunciadas a Rebeca, que mandou chamar a Jacó, seu filho mais moço, e lhe disse: Eis que Esaú, teu irmão, se consola a teu respeito, propondo matar-te. 43 Agora, meu filho, escuta a minha voz. Retira-te para a casa de Labão, meu irmão, em Harã, 44 e demora-te com ele alguns dias, até que passe o furor de teu irmão, 45 até que passe de ti a ira de teu irmão, e ele se esqueça do que lhe fizeste. Então enviarei e te trarei de lá: porque seria eu desfilhada de ambos vós num só dia? 46 Disse Rebeca a Isaque: Enfadada estou da minha vida por causa das filhas de Hete; se Jacó tomar mulher dentre as filhas de Hete, tais como estas, dentre as filhas da terra, de que me servirá a vida?

28:1 Isaque, pois, chamou a Jacó, deu-lhe a sua bênção, e ordenou-lhe, dizendo: Não tomarás mulher dentre as filhas de Canaã. 2 Levanta-te, vai a Padã-Arã, a casa de Betuel, pai de tua mãe; e toma de lá uma mulher das filhas de Labão, irmão de tua mãe. 3 Elohim Todo-poderoso te abençoe, te faça frutificar e te multiplique, para que venhas a ser uma multidão de povos; 4 e te dê a bênção de Abraão, a ti, e à tua posteridade contigo, para que herdes a terra das tuas peregrinações, que Elohim deu a Abraão. 5 Despediu Isaque a Jacó, que foi a Padã-Arã, à casa de Labão, filho de Betuel, o arameu, irmão de Rebeca, mãe de Jacó e de Esaú. 6 Vendo que Isaque tinha abençoado a Jacó e o tinha enviado a Padã-Arã, para tomar de lá mulher para si; vendo que, abençoando-o, lhe havia ordenado: Não tomarás mulher dentre as filhas de Canaã, 7 e que Jacó, obedecendo a seu pai e a sua mãe, fora a Padã-Arã: 8 vendo também que as filhas de Canaã eram más aos olhos de Isaque, seu pai; 9 Esaú foi à casa de Ismael e, além das mulheres que já tinha, tomou por mulher a Maalate, filha de Ismael, filho de Abraão, irmã de Nebaiote.”

Haftarah

Malaquias 1:1-2:7 “1 Oráculo da palavra do Eterno a Israel por intervenção de Malaquias. 2 Eu vos tenho amado, diz o Eterno. Contudo vós dizeis: Em que nos tens amado? Acaso não era Esaú irmão de Jacó? diz o Eterno; contudo amei a Jacó, 3 e aborreci a Esaú, e fiz dos seus montes uma desolação, e dei a sua herança aos chacais do deserto. 4 Portanto Edom diz: Temos sido arruinados, mas voltaremos e edificaremos os lugares desolados. Assim diz o Eterno dos exércitos: Eles edificarão, eu, porém, demolirei; e chamar-lhes-ão Termo de impiedade, e: Povo contra o qual o Eterno está indignado para sempre. 5 Os vossos olhos o verão, e vós direis: Magnificado seja o Eterno sobre o termo de Israel. 6 O filho honra a seu pai, e o servo a seu amo; se eu, pois, sou pai, onde está a minha honra? e se sou amo, onde está o temor de mim? diz o Eterno dos exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. Vós dizeis: Em que temos desprezado o teu nome? 7 Ofereceis sobre o meu altar pão profano, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que dizeis: A mesa do Eterno é desprezível. 8 Quando oferecerdes em sacrifício um animal cego, isso não é mau? e quando oferecerdes o que é coxo e doente, isso não é mau? Apresenta-o, pois, ao teu governador; acaso terá ele agrado em ti? ou aceitará ele a tua pessoa? diz o Eterno dos exércitos. 9 Agora suplicai o favor de Elohim, para que se compadeça de nós (isso tem sido feito por vossas mãos). Acaso aceitará ele qualquer um de vós? diz o Eterno dos exércitos. 10 Oxalá que entre vós houvesse um só que fechasse as portas, para que não acendesseis debalde fogo sobre o meu altar! Não tenho prazer em vós, diz o Eterno dos exércitos, nem aceitarei da vossa mão oferta alguma. 11 Pois desde o nascente do sol até o poente do mesmo é grande entre os gentios o meu nome; e em todo o lugar se oferece ao meu nome incenso, e uma oblação pura; porque o meu nome é grande entre os gentios, diz o Eterno dos exércitos. 12 Mas vós o profanais, nisto que dizeis: A mesa do Eterno está profanada, e o seu fruto, isto é, a sua comida, é desprezível. 13 Dizeis também: Eis, que de canseira é! e tende-lo desprezado, diz o Eterno dos exércitos; e tendes trazido o que foi roubado, e o coxo e o doente; assim trazeis a oferta. Aceitaria eu isso da vossa mão? diz o Eterno. 14 Mas maldito seja o enganador que tem no seu rebanho um animal macho, e vota e sacrifica ao Eterno o que tem mácula, pois eu sou um grande rei, diz o Eterno dos exércitos, e o meu nome é terrível entre os gentios.

2:1 Agora, para vós, ó sacerdotes, é este mandamento. 2 Se não ouvirdes, e se não aplicardes o vosso coração a dar glória ao meu nome, diz o Eterno dos exércitos, enviarei sobre vós a maldição, e amaldiçoarei as vossas bênçãos; já as tenho amaldiçoado, porque não aplicais a isso o vosso coração. 3 Eis que reprovarei a semente por causa de vós, e atirar-vos-ei à cara com o esterco, sim com o esterco dos vossos sacrifícios; e juntamente com ele sereis levados. 4 Sabereis que vos enviei este mandamento, para que a minha aliança fosse com Levi, diz o Eterno dos exércitos. 5 A minha aliança com ele foi de vida e de paz; eu lhas dei para que me temesse, e ele me temeu, e teve medo do meu nome. 6 A lei da verdade esteve na sua boca, e a injustiça não se achou nos seus lábios; ele andou comigo em paz e em eqüidade, e da iniqüidade apartou a muitos. 7 Pois os lábios do sacerdote devem guardar a ciência, e da sua boca devem os homens procurar a lei; porque ele é o mensageiro do Eterno dos exércitos.”

Brit Hadashah

Romanos 9:1-13 “1 Digo a verdade no Mashiach, não minto, dando testemunho comigo a minha consciência no Espírito Santo, 2 que tenho grande tristeza e incessante dor no meu coração. 3 Pois eu mesmo desejaria ser anátema, separado do Mashiach, por amor de meus irmãos, meus compatriotas segundo a carne, 4 os quais são israelitas; de quem é a adoção, a glória, as alianças, a promulgação da Torah, o serviço ao Eterno e as promessas; 5 de quem são os patriarcas, e de quem descende o Mashiach segundo a carne, o qual é sobre todas as coisas, o Eterno bendito para sempre. Amém. 6 Porém não é como se a palavra do Eterno haja falhado. Pois nem todos os que são de Israel, são israelitas, 7 nem por serem descendência de Abraão, são todos filhos, mas: Em Isaque será chamada a tua descendência. 8 Isto é, não são filhos do Eterno os filhos da carne, mas os filhos da promessa são considerados como descendência. 9 A palavra da promessa é esta: Por este tempo virei, e Sara terá um filho. 10 E não somente isso, mas também Rebeca, que havia concebido de um, de Isaque, nosso pai 11 (porque não tendo os filhos gêmeos ainda nascido, nem tendo eles feito bem ou mal algum, para que o propósito do Eterno segundo a eleição ficasse firme, não por causa das obras, mas daquele que chama), 12 foi dito a ela: O mais velho servirá ao mais moço. 13 Como está escrito: Eu amei a Jacó, porém aborreci a Esaú.”

Salmo

Salmos 36:1-12 “1 Diz a Transgressão no coração do iníquo: Não há medo de Elohim diante dos seus olhos; 2 Porque ela o lisonjeia no seu coração, dizendo Que a sua iniqüidade não há de ser descoberta e detestada. 3 As palavras da sua boca são iniqüidade e dolo; Deixou de ser sábio e de fazer o bem. 4 Maquina a iniqüidade no seu leito; Detém-se em caminho que não é bom; Não dá de mão o mal. 5 A tua benignidade, Eterno, chega aos céus; A tua fidelidade até as nuvens. 6 A tua justiça é como as montanhas de Elohim; Os teus juízos são um abismo profundo: Tu, Eterno, preservas os homens e os animais. 7 Quão preciosa é a tua benignidade, ó Elohim! Os filhos dos homens refugiam-se debaixo da sombra das tuas asas. 8 Eles serão saciados com a gordura da tua casa; Far-lhes-ás beber da torrente das tuas delícias. 9 Pois em ti está a fonte da vida; Na tua luz veremos a luz. 10 Continua a tua benignidade aos que te conhecem, E a tua justiça aos retos de coração. 11 Não venha contra mim o pé de soberba. E não me repila a mão dos iníquos. 12 Ali estão caídos os que obram a iniqüidade; Estão derrubados, e não se poderão levantar.”

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