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LEITURA DAS PORÇÕES

Shabat Machar Chodesh

6ª Porção da Torah - Toledot: Gerações

Parashah: Gn 25:19-28:9

Haftarah: I Sm 20:18-42

Brit Chadashah: Rm 9:1-13

Salmo Toledot: 36


Parashah

Gênesis 25:19-28:9 E estas são as gerações de Isaque, filho de Abraão: Abraão gerou a Isaque;20 e Isaque tinha quarenta anos quando tomou por mulher a Rebeca, filha de Betuel, arameu de Padã-Arã, e irmã de Labão, arameu.21 Ora, Isaque orou insistentemente ao Eterno por sua mulher, porquanto ela era estéril; e o Eterno ouviu as suas orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu.22 E os filhos lutavam no ventre dela; então ela disse: Por que estou eu assim? E foi consultar ao Eterno.23 Respondeu-lhe o Eterno: Duas nações há no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas estranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o mais velho servirá ao mais moço.24 Cumpridos que foram os dias para ela dar à luz, eis que havia gêmeos no seu ventre.25 Saiu o primeiro, ruivo, todo ele como um vestido de pelo; e chamaram-lhe Esaú.26 Depois saiu o seu irmão, agarrada sua mão ao calcanhar de Esaú; pelo que foi chamado Jacó. E Isaque tinha sessenta anos quando Rebeca os deu à luz.27 Cresceram os meninos; e Esaú tornou-se perito caçador, homem do campo; mas Jacó, homem sossegado, que habitava em tendas.28 Isaque amava a Esaú, porque comia da sua caça; mas Rebeca amava a Jacó.29 Jacó havia feito um guisado, quando Esaú chegou do campo, muito cansado;30 e disse Esaú a Jacó: Deixa-me, peço-te, comer desse guisado vermelho, porque estou muito cansado. Por isso se chamou Edom.31 Respondeu Jacó: Vende-me primeiro o teu direito de primogenitura.32 Então replicou Esaú: Eis que estou a ponto e morrer; logo, para que me servirá o direito de primogenitura?33 Ao que disse Jacó: Jura-me primeiro. Jurou-lhe, pois; e vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó.34 Jacó deu a Esaú pão e o guisado e lentilhas; e ele comeu e bebeu; e, levantando-se, seguiu seu caminho. Assim desprezou Esaú o seu direito de primogenitura.


26:1

1 Sobreveio à terra uma fome, além da primeira, que ocorreu nos dias de Abraão. Por isso foi Isaque a Abimeleque, rei dos filisteus, em Gerar.2 E apareceu-lhe o Eterno e disse: Não desças ao Egito; habita na terra que eu te disser;3 peregrina nesta terra, e serei contigo e te abençoarei; porque a ti, e aos que descenderem de ti, darei todas estas terras, e confirmarei o juramento que fiz a Abraão teu pai;4 e multiplicarei a tua descendência como as estrelas do céu, e lhe darei todas estas terras; e por meio dela serão benditas todas as nações da terra;5 porquanto Abraão obedeceu à minha voz, e guardou o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis.6 Assim habitou Isaque em Gerar.7 Então os homens do lugar perguntaram-lhe acerca de sua mulher, e ele respondeu: É minha irmã; porque temia dizer: É minha mulher; para que porventura, dizia ele, não me matassem os homens daquele lugar por amor de Rebeca; porque era ela formosa à vista.8 Ora, depois que ele se demorara ali muito tempo, Abimeleque, rei dos filisteus, olhou por uma janela, e viu, e eis que Isaque estava brincando com Rebeca, sua mulher.9 Então chamou Abimeleque a Isaque, e disse: Eis que na verdade é tua mulher; como pois disseste: E minha irmã? Respondeu-lhe Isaque: Porque eu dizia: Para que eu porventura não morra por sua causa.10 Replicou Abimeleque: Que é isso que nos fizeste? Facilmente se teria deitado alguém deste povo com tua mulher, e tu terias trazido culpa sobre nós.11 E Abimeleque ordenou a todo o povo, dizendo: Qualquer que tocar neste homem ou em sua mulher, certamente morrerá.12 Isaque semeou naquela terra, e no mesmo ano colheu o cêntuplo; e o Eterno o abençoou.

13 E engrandeceu-se o homem; e foi-se enriquecendo até que se tornou mui poderoso;14 e tinha possessões de rebanhos e de gado, e muita gente de serviço; de modo que os filisteus o invejavam.15 Ora, todos os poços, que os servos de seu pai tinham cavado nos dias de seu pai Abraão, os filisteus entulharam e encheram de terra.16 E Abimeleque disse a Isaque: Aparta-te de nós; porque muito mais poderoso te tens feito do que nós.17 Então Isaque partiu dali e, acampando no vale de Gerar, lá habitou.18 E Isaque tornou a cavar os poços que se haviam cavado nos dias de Abraão seu pai, pois os filisteus os haviam entulhado depois da morte de Abraão; e deu-lhes os nomes que seu pai lhes dera.

19 Cavaram, pois, os servos de Isaque naquele vale, e acharam ali um poço de águas vivas.20 E os pastores de Gerar contenderam com os pastores de Isaque, dizendo: Esta água é nossa. E ele chamou ao poço Eseque, porque contenderam com ele.21 Então cavaram outro poço, pelo qual também contenderam; por isso chamou-lhe Sitna.22 E partiu dali, e cavou ainda outro poço; por este não contenderam; pelo que chamou-lhe Reobote, dizendo: Pois agora o Eterno nos deu largueza, e havemos de crescer na terra.23 Depois subiu dali a Beer-Seba.24 E apareceu-lhe o Eterno na mesma noite e disse: Eu sou o Elohim de Abraão, teu pai; não temas, porque eu sou contigo, e te abençoarei e multiplicarei a tua descendência por amor do meu servo Abraão.25 Isaque, pois, edificou ali um altar e invocou o nome do Eterno; então armou ali a sua tenda, e os seus servos cavaram um poço.26 Então Abimeleque veio a ele de Gerar, com Aüzate, seu amigo, e Ficol, o chefe do seu exército.27 E perguntou-lhes Isaque: Por que viestes ter comigo, visto que me odiais, e me repelistes de vós?28 Responderam eles: Temos visto claramente que o Eterno é contigo, pelo que dissemos: Haja agora juramento entre nós, entre nós e ti; e façamos um pacto contigo,29 que não nos farás mal, assim como nós não te havemos tocado, e te fizemos somente o bem, e te deixamos ir em paz. Agora tu és o bendito do Eterno.30 Então Isaque lhes deu um banquete, e comeram e beberam.31 E levantaram-se de manhã cedo e juraram de parte a parte; depois Isaque os despediu, e eles se despediram dele em paz.32 Nesse mesmo dia vieram os servos de Isaque e deram-lhe notícias acerca do poço que haviam cavado, dizendo-lhe: Temos achado água.33 E ele chamou o poço Seba; por isso é o nome da cidade Beer-Seba até o dia de hoje.34 Ora, quando Esaú tinha quarenta anos, tomou por mulher a Judite, filha de Beeri, o heteu e a Basemate, filha de Elom, o heteu.35 E estas foram para Isaque e Rebeca uma amargura de espírito.


27:1


1 Quando Isaque já estava velho, e se lhe enfraqueciam os olhos, de maneira que não podia ver, chamou a Esaú, seu filho mais velho, e disse-lhe: Meu filho! Ele lhe respondeu: Eis-me aqui!2 Disse-lhe o pai: Eis que agora estou velho, e não sei o dia da minha morte;3 toma, pois, as tuas armas, a tua aljava e o teu arco; e sai ao campo, e apanha para mim alguma caça;4 e faze-me um guisado saboroso, como eu gosto, e traze-mo, para que eu coma; a fim de que a minha alma te abençoe, antes que morra.5 Ora, Rebeca estava escutando quando Isaque falou a Esaú, seu filho. Saiu, pois, Esaú ao campo para apanhar caça e trazê-la.6 Disse então Rebeca a Jacó, seu filho: Eis que ouvi teu pai falar com Esaú, teu irmão, dizendo:7 Traze-me caça, e faze-me um guisado saboroso, para que eu coma, e te abençoe diante do Eterno, antes da minha morte.8 Agora, pois, filho meu, ouve a minha voz naquilo que eu te ordeno:9 Vai ao rebanho, e traze-me de lá das cabras dois bons cabritos; e eu farei um guisado saboroso para teu pai, como ele gosta;10 e levá-lo-ás a teu pai, para que o coma, a fim de te abençoar antes da sua morte.11 Respondeu, porém, Jacó a Rebeca, sua mãe: Eis que Esaú, meu irmão, é peludo, e eu sou liso.12 Porventura meu pai me apalpará e serei a seus olhos como enganador; assim trarei sobre mim uma maldição, e não uma bênção.13 Respondeu-lhe sua mãe: Meu filho, sobre mim caia essa maldição; somente obedece à minha voz, e vai trazer-mos.14 Então ele foi, tomou-os e os trouxe a sua mãe, que fez um guisado saboroso como seu pai gostava.15 Depois Rebeca tomou as melhores vestes de Esaú, seu filho mais velho, que tinha consigo em casa, e vestiu a Jacó, seu filho mais moço;16 com as peles dos cabritos cobriu-lhe as mãos e a lisura do pescoço;17 e pôs o guisado saboroso e o pão que tinha preparado, na mão de Jacó, seu filho.18 E veio Jacó a seu pai, e chamou: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui; quem és tu, meu filho?19 Respondeu Jacó a seu pai: Eu sou Esaú, teu primogênito; tenho feito como me disseste; levanta-te, pois, senta-te e come da minha caça, para que a tua alma me abençoe.20 Perguntou Isaque a seu filho: Como é que tão depressa a achaste, filho meu? Respondeu ele: Porque o Eterno, teu Elohim, a mandou ao meu encontro.21 Então disse Isaque a Jacó: Chega-te, pois, para que eu te apalpe e veja se és meu filho Esaú mesmo, ou não.

22 chegou-se Jacó a Isaque, seu pai, que o apalpou, e disse: A voz é a voz de Jacó, porém as mãos são as mãos de Esaú.23 E não o reconheceu, porquanto as suas mãos estavam peludas, como as de Esaú seu irmão; e abençoou-o.24 No entanto perguntou: Tu és mesmo meu filho Esaú? E ele declarou: Eu o sou.25 Disse-lhe então seu pai: Traze-mo, e comerei da caça de meu filho, para que a minha alma te abençoe: E Jacó lho trouxe, e ele comeu; trouxe-lhe também vinho, e ele bebeu.26 Disse-lhe mais Isaque, seu pai: Aproxima-te agora, e beija-me, meu filho.27 E ele se aproximou e o beijou; e seu pai, sentindo-lhe o cheiro das vestes o abençoou, e disse: Eis que o cheiro de meu filho é como o cheiro de um campo que o Eterno abençoou.28 Que Elohim te dê do orvalho do céu, e dos lugares férteis da terra, e abundância de trigo e de mosto;29 sirvam-te povos, e nações se encurvem a ti; sê senhor de teus irmãos, e os filhos da tua mãe se encurvem a ti; sejam malditos os que te amaldiçoarem, e benditos sejam os que te abençoarem.30 Tão logo Isaque acabara de abençoar a Jacó, e este saíra da presença de seu pai, chegou da caça Esaú, seu irmão;31 e fez também ele um guisado saboroso e, trazendo-o a seu pai, disse-lhe: Levanta-te, meu pai, e come da caça de teu filho, para que a tua alma me abençoe.32 Perguntou-lhe Isaque, seu pai: Quem és tu? Respondeu ele: Eu sou teu filho, o teu primogênito, Esaú.33 Então estremeceu Isaque de um estremecimento muito grande e disse: Quem, pois, é aquele que apanhou caça e ma trouxe? Eu comi de tudo, antes que tu viesses, e abençoei-o, e ele será bendito.34 Esaú, ao ouvir as palavras de seu pai, bradou com grande e mui amargo brado, e disse a seu pai: Abençoa-me também a mim, meu pai!35 Respondeu Isaque: Veio teu irmão e com sutileza tomou a tua bênção.36 Disse Esaú: Não se chama ele com razão Jacó, visto que já por duas vezes me enganou? tirou-me o direito de primogenitura, e eis que agora me tirou a bênção. E perguntou: Não reservaste uma bênção para mim?37 Respondeu Isaque a Esaú: Eis que o tenho posto por senhor sobre ti, e todos os seus irmãos lhe tenho dado por servos; e de trigo e de mosto o tenho fortalecido. Que, pois, poderei eu fazer por ti, meu filho?38 Disse Esaú a seu pai: Porventura tens uma única bênção, meu pai? Abençoa-me também a mim, meu pai. E levantou Esaú a voz, e chorou.39 Respondeu-lhe Isaque, seu pai: Longe dos lugares férteis da terra será a tua habitação, longe do orvalho do alto céu;40 pela tua espada viverás, e a teu irmão, serviras; mas quando te tornares impaciente, então sacudirás o seu jugo do teu pescoço.41 Esaú, pois, odiava a Jacó por causa da bênção com que seu pai o tinha abençoado, e disse consigo: Vêm chegando os dias de luto por meu pai; então hei de matar Jacó, meu irmão.42 Ora, foram denunciadas a Rebeca estas palavras de Esaú, seu filho mais velho; pelo que ela mandou chamar Jacó, seu filho mais moço, e lhe disse: Eis que Esaú teu irmão se consola a teu respeito, propondo matar-te.43 Agora, pois, meu filho, ouve a minha voz; levanta-te, refugia-te na casa de Labão, meu irmão, em Harã,44 e demora-te com ele alguns dias, até que passe o furor de teu irmão;45 até que se desvie de ti a ira de teu irmão, e ele se esqueça do que lhe fizeste; então mandarei trazer-te de lá; por que seria eu desfilhada de vós ambos num só dia?46 E disse Rebeca a Isaque: Enfadada estou da minha vida, por causa das filhas de Hete; se Jacó tomar mulher dentre as filhas de Hete, tais como estas, dentre as filhas desta terra, para que viverei?


28:1


1 Isaque, pois, chamou Jacó, e o abençoou, e ordenou-lhe, dizendo: Não tomes mulher dentre as filhas de Canaã.2 Levanta-te, vai a Padã-Arã, à casa de Betuel, pai de tua mãe, e toma de lá uma mulher dentre as filhas de Labão, irmão de tua mãe.3 Elohim Todo-Poderoso te abençoe, te faça frutificar e te multiplique, para que venhas a ser uma multidão de povos; seu4 e te dê a bênção de Abraão, a ti e à tua descendência contigo, para que herdes a terra de tuas peregrinações, que Elohim deu a Abraão.5 Assim despediu Isaque a Jacó, o qual foi a Padã-Arã, a Labão, filho de Betuel, arameu, irmão de Rebeca, mãe de Jacó e de Esaú.6 Ora, viu Esaú que Isaque abençoara a Jacó, e o enviara a Padã-Arã, para tomar de lá mulher para si, e que, abençoando-o, lhe ordenara, dizendo: Não tomes mulher dentre as filhas de Canaã,7 e que Jacó, obedecendo a seu pai e a sua mãe, fora a Padã-Arã;8 vendo também Esaú que as filhas de Canaã eram más aos olhos de Isaque seu pai,9 foi-se Esaú a Ismael e, além das mulheres que já tinha, tomou por mulher a Maalate, filha de Ismael, filho de Abraão, irmã de Nebaiote.


Haftarah

I Samuel 20:18-42 18 Disse-lhe ainda Jônatas: Amanhã é a lua nova, e notar-se-á a tua ausência, pois o teu lugar estará vazio.19 Ao terceiro dia descerás apressadamente, e irás àquele lugar onde te escondeste no dia do negócio, e te sentarás junto à pedra de Ezel.20 E eu atirarei três flechas para aquela banda, como se atirasse ao alvo.21 Então mandarei o moço, dizendo: Anda, busca as flechas. Se eu expressamente disser ao moço: Olha que as flechas estão para cá de ti, apanha-as; então vem, porque, como vive o Eterno, há paz para ti, e não há nada a temer.22 Mas se eu disser ao moço assim: Olha que as flechas estão para lá de ti; vai-te embora, porque o Eterno te manda ir.23 E quanto ao negócio de que eu e tu falamos, o Eterno é testemunha entre mim e ti para sempre.24 Escondeu-se, pois, Davi no campo; e, sendo a lua nova, sentou-se o rei para comer.25 E, sentando-se o rei, como de costume, no seu assento junto à parede, Jônatas sentou-se defronte dele, e Abner sentou-se ao lado de Saul; e o lugar de Davi ficou vazio.26 Entretanto Saul não disse nada naquele dia, pois dizia consigo: Aconteceu-lhe alguma coisa pela qual não está limpo; certamente não está limpo.27 Sucedeu também no dia seguinte, o segundo da lua nova, que o lugar de Davi ficou vazio. Perguntou, pois, Saul a Jônatas, seu filho: Por que o filho de Jessé não veio comer nem ontem nem hoje?28 Respondeu Jônatas a Saul: Davi pediu-me encarecidamente licença para ir a Belém,29 dizendo: Peço-te que me deixes ir, porquanto a nossa parentela tem um sacrifício na cidade, e meu irmão ordenou que eu fosse; se, pois, agora tenho achado graça aos teus olhos, peço-te que me deixes ir, para ver a meus irmãos. Por isso não veio à mesa do rei.30 Então se acendeu a ira de Saul contra Jônatas, e ele lhe disse: Filho da perversa e rebelde! Não sei eu que tens escolhido a filho de Jessé para vergonha tua, e para vergonha de tua mãe?31 Pois por todo o tempo em que o filho de Jessé viver sobre a terra, nem tu estarás seguro, nem o teu reino; pelo que envia agora, e traze-mo, porque ele há de morrer.32 Ao que respondeu Jônatas a Saul, seu pai, e lhe disse: Por que há de morrer. que fez ele?33 Então Saul levantou a lança, para o ferir; assim entendeu Jônatas que seu pai tinha determinado matar a Davi.34 Pelo que Jônatas, todo encolerizado, se levantou da mesa, e no segundo dia do mês não comeu; pois se magoava por causa de Davi, porque seu pai o tinha ultrajado.35 Jônatas, pois, saiu ao campo, pela manhã, ao tempo que tinha ajustado com Davi, levando consigo um rapazinho.36 Então disse ao moço: Corre a buscar as flechas que eu atirar. Correu, pois, o moço; e Jônatas atirou uma flecha, que fez passar além dele.37 Quando o moço chegou ao lugar onde estava a flecha que Jônatas atirara, gritou-lhe este, dizendo: Não está porventura a flecha para lá de ti?38 E tornou a gritar ao moço: Apressa-te, anda, não te demores! E o servo de Jônatas apanhou as flechas, e as trouxe a seu senhor.39 O moço, porém, nada percebeu; só Jônatas e Davi sabiam do negócio.40 Então Jônatas deu as suas armas ao moço, e lhe disse: Vai, leva-as à cidade.41 Logo que o moço se foi, levantou-se Davi da banda do sul, e lançou-se sobre o seu rosto em terra, e inclinou-se três vezes; e beijaram-se um ao outro, e choraram ambos, mas Davi chorou muito mais.42 E disse Jônatas a Davi: Vai-te em paz, porquanto nós temos jurado ambos em nome do Eterno, dizendo: O Eterno seja entre mim e ti, e entre a minha descendência e a tua descendência perpetuamente.43 Então Davi se levantou e partiu; e Jônatas entrou na cidade.


Brit Chadashah

Romanos 9:1-13 1 Digo a verdade no Mashiach, não minto, dando testemunho comigo a minha consciência no Espírito Santo,2 que tenho grande tristeza e incessante dor no meu coração.3 Porque eu mesmo desejaria ser separado do Mashiach por amor de meus irmãos, que são meus parentes segundo a carne;4 os quais são israelitas, de quem é a adoção, e a glória, e os pactos, e a promulgação da lei, e o culto, e as promessas;5 de quem são os patriarcas; e de quem descende o Cristo segundo a carne, o qual é sobre todas as coisas, Elohim bendito eternamente. Amém.6 Não que a palavra de Elohim haja falhado. Porque nem todos os que são de Israel são israelitas;7 nem por serem descendência de Abraão são todos filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência.8 Isto é, não são os filhos da carne que são filhos de Elohim; mas os filhos da promessa são contados como descendência.9 Porque a palavra da promessa é esta: Por este tempo virei, e Sara terá um filho.10 E não somente isso, mas também a Rebeca, que havia concebido de um, de Isaque, nosso pai 11 (pois não tendo os gêmeos ainda nascido, nem tendo praticado bem ou mal, para que o propósito de Elohim segundo a eleição permanecesse firme, não por causa das obras, mas por aquele que chama),12 foi-lhe dito: O maior servirá o menor.13 Como está escrito: Amei a Jacó, e aborreci a Esaú.


Salmos

Salmo 36

A transgressão fala ao ímpio no íntimo do seu coração; não há temor de Elohim perante os seus olhos.2 Porque em seus próprios olhos se lisonjeia, cuidando que a sua iniqüidade não será descoberta e detestada.3 As palavras da sua boca são malícia e engano; deixou de ser prudente e de fazer o bem.

4 Maquina o mal na sua cama; põe-se em caminho que não é bom; não odeia o mal.5 A tua benignidade, Eterno, chega até os céus, e a tua fidelidade até as nuvens.6 A tua justiça é como os montes de Elohim, os teus juízos são como o abismo profundo. Tu, Eterno, preservas os homens e os animais.7 Quão preciosa é, ó Elohim, a tua benignidade! Os filhos dos homens se refugiam à sombra das tuas asas.8 Eles se fartarão da gordura da tua casa, e os farás beber da corrente das tuas delícias;9 pois em ti está o manancial da vida; na tua luz vemos a luz.10 Continua a tua benignidade aos que te conhecem, e a tua justiça aos retos de coração.11 Não venha sobre mim o pé da soberba, e não me mova a mão dos ímpios.12 Ali caídos estão os que praticavam a iniqüidade; estão derrubados, e não se podem levantar.

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