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LEITURA DAS PORÇÕES

14ª Porção - Va'era'

Parashah: Ex 6:2 à 9:35
Haftarah: Ez 28:25 à 29:21
Brit Hadashah: Ap 16:1-21
Salmo: 46
Havdalah: 19:56h

Parashah

Êxodo 6:2 à 9:35 “2 Falou mais Elohim a Moisés e disse-lhe: Eu sou o Eterno; 3 e apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó como Elohim El-Shaday (Todo-Poderoso); mas pelo meu nome Eterno não lhes fui conhecido. 4 Estabeleci a minha aliança com eles, para lhes dar a terra de Canaã, a terra de suas peregrinações, na qual foram peregrinos. 5 Também tenho ouvido o gemer dos filhos de Israel, aos quais os egípcios guardam em servidão; e lembrei-me da minha aliança. 6 Pelo que dize aos filhos de Israel: Eu sou o Eterno, e vos hei de tirar de debaixo das cargas do Egito, vos hei de livrar do seu jugo e vos hei de remir com braço estendido e com grandes juízos. 7 Eu vos hei de tomar por meu povo, e hei de ser vosso Elohim; e vós sabereis que eu sou o Eterno vosso Elohim, que vos tiro de debaixo das cargas dos egípcios. 8 E vos hei de introduzir na terra que jurei dar a Abraão, a Isaque e a Jacó; e hei de dá-la a vós por herança; eu sou o Eterno. 9 Referiu Moisés isto aos filhos de Israel; porém não ouviram a Moisés por causa da angústia de espírito e por causa da dura escravidão. 10 Então falou o Eterno a Moisés: 11 Entra, fala a Faraó, rei do Egito, que deixe sair da sua terra os filhos de Israel. 12 Respondeu Moisés perante o Eterno: Eis que os filhos de Israel não me têm ouvido; como, pois, me ouvirá Faraó a mim, que sou incircunciso de lábios? 13 Falou o Eterno a Moisés e a Aarão e deu-lhes mandamento para os filhos de Israel e para Faraó, rei do Egito, a fim de tirarem da terra do Egito os filhos de Israel. 14 Estes são os cabeças das casas de seus pais: os filhos de Rúben, primogênito de Israel: Enoque, Palu, Hezrom e Carmi. Estas são as famílias de Rúben. 15 Os filhos de Simeão: Jemuel, Jamim, Oade, Jaquim, Zoar e Saul, filho de uma mulher cananéia. Estas são as famílias de Simeão. 16 Estes são os nomes dos filhos de Levi segundo as suas gerações: Gérson, Coate e Merari; e os anos da vida de Levi foram cento e trinta e sete anos. 17 Os filhos de Gérson: Libni e Simei, segundo as suas famílias. 18 Os filhos de Coate: Anrão, Jizar, Hebrom e Uziel; e os anos da vida de Coate foram cento e trinta e três anos. 19 Os filhos de Merari: Mali e Musi. Estas são as famílias dos levitas segundo as suas gerações. 20 Anrão tomou por mulher a Joquebede, irmã de seu pai; e ela lhe deu à luz a Arão e a Moisés; e os anos da vida de Anrão foram cento e trinta e sete anos. 21 Os filhos de Jizar: Corá, Nefegue e Zicri. 22 Os filhos de Uziel: Misael, Elzafã e Sitri. 23 Arão tomou por mulher a Eliseba, filha de Aminadabe, irmã de Naassom; e ela lhe deu à luz a Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar. 24 Os filhos de Corá: Assir, Elcana e Abiasafe. Estas são as famílias dos coraítas. 25 Eleazar, filho de Arão, tomou por mulher uma das filhas de Putiel; e ela lhe deu à luz a Finéias. Estes são os cabeças dos pais dos levitas segundo as suas famílias. 26 Estes são Arão e Moisés a quem disse o Eterno: Tirai os filhos de Israel da terra do Egito segundo as suas turmas. 27 Estes são os que falaram a Faraó, rei do Egito, a fim de tirarem do Egito os filhos de Israel: estes são Moisés e Aarão. 28 No dia em que o Eterno falou a Moisés na terra do Egito, 29 disse o Eterno a Moisés: Eu sou o Eterno; fala a Faraó, rei do Egito, tudo o que eu te digo a ti. 30 Respondeu Moisés na presença de o Eterno: Eis que eu sou incircunciso de lábios; e como me ouvirá Faraó?

7:1 Disse o Eterno a Moisés: Eis que te tenho posto como Elohim a Faraó, e Arão, teu irmão, será o teu profeta. 2 Tu falarás tudo o que eu te ordenar; e Arão, teu irmão, falará a Faraó, para que deixe ir da sua terra os filhos de Israel. 3 Eu endurecerei o coração de Faraó, e multiplicarei os meus prodígios e as minhas maravilhas na terra do Egito. 4 Porém Faraó não vos ouvirá, e eu porei a minha mão sobre o Egito e tirarei os meus exércitos, meu povo, os filhos de Israel, da terra do Egito com grandes juízos. 5 Saberão os egípcios que eu sou o Eterno, quando eu estender a minha mão sobre o Egito e tirar do meio deles os filhos de Israel. 6 Assim fizeram Moisés e Arão; como o Eterno lhes ordenara, assim fizeram. 7 Moisés era de oitenta anos, e Arão de oitenta e três anos quando falaram a Faraó. 8 Falou o Eterno a Moisés e a Arão: 9 Quando Faraó vos disser: Apresentai algum milagre vosso; então dirás a Arão: Toma a tua vara e lança-a diante de Faraó, para que se torne em serpente. 10 Tendo entrado Moisés e Arão a Faraó, fizeram como o Eterno lhes ordenara; lançou Arão a sua vara diante de Faraó e diante de seus servos, e tornou-se ela em serpente. 11 Faraó também mandou vir os sábios e os feiticeiros; e eles, os sábios do Egito, também fizeram o mesmo com os seus encantamentos. 12 Pois lançaram cada um deles a sua vara, as quais se tornaram em serpentes; mas a vara de Arão tragou as varas deles. 13 Endureceu-se o coração de Faraó, e não os ouviu; como o Eterno havia dito. 14 Disse o Eterno a Moisés: Obstinou-se o coração de Faraó, recusa deixar ir o povo. 15 Vai ter com Faraó pela manhã. Eis que ele sairá às águas: por-te-ás em frente dele à beira do rio, e tomarás na mão a vara que se tornou em serpente. 16 Dir-lhe-ás: o Eterno, o Elohim dos hebreus, me enviou a ti para te dizer: Deixa ir o meu povo para que me sirva no deserto; e até o presente não tens ouvido. 17 Assim diz o Eterno: Nisto conhecerás que sou o Eterno: eis que com a vara que tenho na mão ferirei as águas que estão no rio, e elas se converterão em sangue. 18 Os peixes que estão no rio morrerão, e o rio cheirará mal; e os egípcios terão nojo de beber água do rio. 19 Acrescentou o Eterno a Moisés: Dize a Aarão: Toma a tua vara, e estende a mão sobre as águas do Egito, sobre os seus rios, sobre os seus canais, sobre as suas lagoas e sobre todos os seus depósitos de água, para que se tornem em sangue; haverá sangue por toda a terra do Egito, assim nos vasos de madeira como nos de pedra. 20 Fizeram Moisés e Arão como o Eterno ordenara: Arão, levantando a vara, feriu as águas que estavam no rio, à vista de Faraó e seus servos; e todas as águas que estavam no rio tornaram-se em sangue. 21 Morreram os peixes que estavam no rio; cheirou mal o rio, e os egípcios não podiam beber água do rio. Houve sangue por toda a parte do Egito. 22 Outro tanto fizeram os magos do Egito com seus encantamentos. Endureceu-se o coração de Faraó, e não os ouviu; como o Eterno havia dito. 23 Virou-se Faraó e entrou em sua casa, nem ainda a isto se submeteu o seu coração. 24 Todos os egípcios cavaram junto ao rio para achar água que beber; pois não podiam beber da água do rio. 25 Passaram-se sete dias, depois que o Eterno ferira o rio.

8:1 Disse o Eterno a Moisés: Entra a Faraó e dize-lhe: Assim diz o Eterno: Deixa ir o meu povo, para que me sirva. 2 Se tu recusares deixá-lo ir, eis que eu ferirei com rãs todos os teus termos. 3 O rio produzirá rãs em abundância, que subirão e entrarão em tua casa, e no teu quarto de dormir, e sobre a tua cama, e na casa dos teus servos, e sobre o teu povo e nos teus fornos e nas tuas amassadeiras; 4 as rãs subirão sobre ti, sobre o teu povo e sobre todos os teus servos. 5 Disse o Eterno a Moisés: Dize a Arão: Estende a tua mão com a tua vara sobre os rios, sobre os canais e sobre as lagoas, e faze subir rãs sobre a terra do Egito. 6 Arão estendeu a mão sobre as águas do Egito; e subiram rãs que cobriram a terra do Egito. 7 O mesmo fizeram os magos com seus encantamentos e fizeram subir rãs sobre a terra do Egito. 8 Chamou Faraó a Moisés e a Arão e disse: Rogai ao Eterno que retire as rãs de mim e do meu povo; e deixarei ir o povo, para que ofereça sacrifícios ao Eterno. 9 Falou Moisés a Faraó: Digna-te dizer-me quando é que hei de rogar por ti, pelos teus servos e pelo teu povo, para que as rãs sejam retiradas de ti e das tuas casas, e fiquem somente no rio. 10 Seja amanhã, respondeu Faraó. Moisés disse: Seja conforme a tua palavra; para que saibas que não há ninguém como o Eterno nosso Elohim. 11 Retirar-se-ão as rãs de ti, e das tuas casas, e dos teus servos, e do teu povo; ficarão somente no rio. 12 Saíram Moisés e Arão da presença de Faraó; e clamou Moisés ao Eterno no tocante às rãs que havia trazido sobre Faraó. 13 Fez o Eterno conforme a palavra de Moisés; morreram as rãs das casas, dos pátios e dos campos. 14 Ajuntaram-nas em montões; e cheirou mal a terra. 15 Mas vendo Faraó que havia descanso, endureceu o seu coração, e não os ouviu; como o Eterno havia dito. 16 Disse o Eterno a Moisés: Dize a Arão: Estende a tua vara, e fere o pó da terra, para que se torne em piolhos por toda a terra do Egito. 17 Fizeram assim; Arão estendeu a mão com a sua vara e feriu o pó da terra, e houve piolhos nos homens e nas bestas; todo o pó da terra tornou-se em piolhos por toda a terra do Egito. 18 Fizeram os magos o mesmo com os seus encantamentos para produzirem piolhos, porém não puderam; houve piolhos nos homens e nas bestas. 19 Então disseram os magos a Faraó: Isto é o dedo de Elohim; ficou endurecido o coração de Faraó, que não os ouviu, como o Eterno havia dito. 20 Disse o Eterno a Moisés: Levanta-te de manhã cedo, apresenta-te diante de Faraó (eis que ele sairá às águas) e dize-lhe: Assim diz o Eterno: Deixa ir o meu povo para que me sirva. 21 De outra forma se não deixares ir o meu povo, eis que enviarei enxames de moscas sobre ti, sobre teus servos, sobre o teu povo e nas tuas casas; as casas dos egípcios se encherão de enxames de moscas, bem assim a terra em que eles estiverem. 22 Naquele dia separarei a terra de Gósen, em que habita o meu povo, para que nela não haja enxames de moscas; a fim de que saibas que eu sou o Eterno no meio da terra. 23 Farei uma separação entre o meu povo e o teu povo; amanhã se fará este milagre. 24 Assim fez o Eterno; entraram grandes enxames de moscas na casa de Faraó e nas casas dos seus servos; e toda a terra do Egito foi arruinada pelos enxames de moscas. 25 Chamou Faraó a Moisés e a Arão e disse: Ide, oferecei sacrifícios a vosso Elohim nesta terra. 26 Respondeu Moisés: Não convém que se faça assim, pois ofereceremos a abominação dos egípcios como sacrifício ao Eterno nosso Elohim. Oferecendo nós a abominação dos egípcios diante dos seus olhos, não nos apedrejarão eles? 27 Havemos de ir ao deserto caminho de três dias, e oferecer sacrifícios ao Eterno nosso Elohim, como ele nos ordenar. 28 Faraó disse: Eu vos deixarei ir, para que ofereçais sacrifícios ao Eterno vosso Elohim no deserto; somente não ireis muito longe; rogai por mim. 29 Respondeu-lhe Moisés: Eis que vou sair da tua presença, e rogarei ao Eterno que amanhã os enxames de moscas se apartem de Faraó, dos seus servos e do seu povo; somente não torne mais Faraó a proceder dolosamente em não deixar ir o povo para oferecer sacrifícios ao Eterno. 30 Tendo Moisés saído da presença de Faraó, fez as suas rogativas ao Eterno. 31 Fez o Eterno conforme a palavra de Moisés; apartou os enxames de moscas de Faraó, dos seus servos e do seu povo; não ficou nem sequer uma. 32 Endureceu Faraó ainda esta vez o seu coração, e não deixou ir o povo.

9:1 Disse o Eterno a Moisés: Entra a Faraó e dize-lhe: Assim diz o Eterno, o Elohim dos hebreus: Deixa ir o meu povo para que me sirva. 2 Pois, se tu recusares deixá-los ir, e houveres de retê-los ainda, 3 eis que a mão do Eterno é sobre o teu gado que está no campo: sobre os cavalos, sobre os jumentos, sobre os camelos, sobre os bois e sobre as ovelhas; haverá uma pestilência muito grave. 4 O Eterno fará uma separação entre o gado de Israel e o gado do Egito; não morrerá nada de tudo o que pertence aos filhos de Israel. 5 O Eterno designou um prazo, dizendo: Amanhã fará o Eterno isto na terra. 6 Fez o Eterno isso no dia seguinte; morreu todo o gado do Egito; porém do gado dos filhos de Israel não morreu nenhum. 7 Mandou Faraó ver, e eis que do gado dos israelitas não morrera nem se quer um. Mas o coração de Faraó estava obstinado, e não deixou ir o povo. 8 Disse o Eterno a Moisés e a Arão: Tomai-vos mãos cheias de cinza do forno, e Moisés a lance ao ar diante de Faraó. 9 E ela tornar-se-á em pó miúdo sobre toda a terra do Egito, e haverá tumores que se arrebentam em úlceras nos homens e no gado, por toda a terra do Egito. 10 Eles tomaram a cinza do forno, e se apresentaram diante de Faraó, Moisés lançou-a ao ar e ela tornou-se em tumores que se arrebentavam em úlceras nos homens e no gado. 11 Os magos não podiam ter-se em pé diante de Moisés por causa dos tumores; pois havia tumores nos magos e em todos os egípcios. 12 O Eterno endureceu o coração de Faraó, e este não ouviu; como o Eterno havia dito a Moisés. 13 Disse o Eterno a Moisés: Levanta-te de manhã cedo, apresenta-te diante de Faraó e dize-lhe: Assim diz o Eterno, o Elohim dos hebreus: Deixa ir o meu povo para que me sirva. 14 Pois esta vez enviarei todas as minhas pragas sobre o teu coração, e sobre os teus servos, e sobre o teu povo; para que saibas que não há quem seja semelhante a mim em toda a terra. 15 Agora eu poderia ter estendido a mão e ferido a ti e ao teu povo com pestilência, e tu terias sido cortado da terra; 16 mas deveras para isso te hei mantido em pé, para te mostrar o meu poder, e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra. 17 Levantas-te ainda contra o meu povo, para não deixá-lo ir? 18 Eis que amanhã por este tempo farei cair uma mui grande chuva de pedras, como nunca houve no Egito desde o dia em que foi fundado até agora. 19 Envia, recolhe com pressa o teu gado e tudo o que tens no campo; pois sobre todo o homem e animal que se acharem no campo, e não se recolherem à casa, cairá a chuva de pedras, e morrerão. 20 Aquele que dentre os servos de Faraó temia ao Eterno, fez fugir os seus servos e o seu gado para as casas; 21 porém aquele que não se importava com a palavra do Eterno deixou os seus servos e o seu gado no campo. 22 Disse o Eterno a Moisés: Estende a tua mão para o céu, a fim de que caia uma chuva de pedras em toda a terra do Egito, sobre homens, sobre animais e sobre toda a erva do campo em toda a terra do Egito. 23 Moisés estendeu a sua vara para o céu; o Eterno enviou trovões e chuva de pedras, e fogo desceu à terra; e fez o Eterno cair uma chuva de pedras sobre a terra do Egito. 24 Assim havia chuva de pedras, e fogo misturado com a chuva de pedras, mui grande, qual nunca houve em toda a terra do Egito desde que veio a ser uma nação. 25 Por toda a terra do Egito a chuva de pedras feriu tudo quanto havia no campo, tanto homens como animais; a chuva de pedras feriu toda a erva do campo e quebrou toda a árvore do campo. 26 Somente na terra de Gósen, onde se achavam os filhos de Israel, não havia chuva de pedras. 27 Mandou Faraó chamar a Moisés e a Arão e disse-lhes: Esta vez pequei; o Eterno é justo, e eu e o meu povo somos ímpios. 28 Rogai ao Eterno; pois já bastam estes grandes trovões e a chuva de pedras. Eu vos deixarei ir, e vós não permanecereis mais aqui. 29 Respondeu-lhe Moisés: Logo que eu tiver saído da cidade, estenderei as mãos ao Eterno; cessarão os trovões, e não haverá mais chuva de pedras, para que saibas que a terra é do Eterno. 30 Mas, quanto a ti e a teus servos, eu sei que ainda não temereis a Elohim o Eterno. 31 O linho e a cevada foram feridos, pois a cevada estava na espiga e o linho em flor. 32 Mas o trigo e a espelta não receberam dano; pois não estavam crescidos. 33 Saiu Moisés da cidade da presença de Faraó, e estendeu as mãos ao Eterno; cessaram os trovões e a chuva de pedras, e não caiu mais saraiva sobre a terra. 34 Tendo Faraó visto que a chuva e a saraiva e os trovões haviam cessado, tornou a pecar e endureceu o seu coração, ele e os seus servos. 35 O coração de Faraó ficou endurecido, e não deixou ir os filhos de Israel; como o Eterno havia dito a Moisés.”

 

Haftarah

Ezequiel 28:25-29:21 “25 Assim diz Adonai o Eterno: Quando eu tiver ajuntado a casa de Israel, tirando-os dentre os povos entre os quais se acham espalhados, e for santificado neles à vista das nações; habitarão na sua terra que eu dei ao meu servo Jacó. 26 Nela habitarão seguros, plantarão vinhas e habitarão seguros, quando eu tiver executado juízos sobre todos os que os tratarem com despeito ao redor deles; e saberão que eu sou o Eterno seu Elohim.

29:1 No décimo ano, no décimo mês, aos doze dias do mês, veio a mim a palavra do Eterno, dizendo: 2 Filho do homem, vira o teu rosto contra Faraó, rei do Egito, e profetiza contra ele e contra todo o Egito; 3 fala e dize: Assim diz Adonai o Eterno: Eis que eu sou contra ti, Faraó, rei do Egito, grande dragão que te deitas no meio dos teus rios, e que disseste: O meu rio é meu, e eu o fiz para mim mesmo. 4 Porei anzóis nos teus queixos, e farei que os peixes dos teus rios se apeguem às tuas escamas; e tirar-te-ei do meio dos teus rios, juntamente com todos os peixes dos teus rios que se apegam às tuas escamas. 5 Lançar-te-ei sobre o deserto, a ti e a todos os peixes dos teus rios; sobre a face do campo cairás; não serás recolhido nem ajuntado. Aos animais da terra e às aves do céu te dei por pasto. 6 Todos os habitantes do Egito saberão que eu sou o Eterno, pois eles têm sido para a casa de Israel um bordão de cana. 7 Quando eles te tomavam pela mão, tu te quebravas, e lhes rasgavas todos os ombros; quando eles se encostavam a ti, tu te quebravas e lhes fazias tremer todos os lombos. 8 Portanto assim diz Adonai o Eterno: Eis que trarei sobre ti a espada, e de ti exterminarei homem e animal. 9 A terra do Egito se tornará em desolação e deserto, e saberão que eu sou o Eterno; porquanto ele disse: O rio é meu, e eu o fiz. 10 Por isso eis que eu sou contra ti, e contra os teus rios, e tornarei a terra do Egito em desertos e desolação desde Migdol até Sevene e até os confins da Etiópia. 11 Não passará por ela pé de homem, nem passará por ela pé de animal, nem será habitada quarenta anos. 12 Tornarei a terra do Egito em desolação no meio dos países que são desolados, e as suas cidades entre as cidades assoladas se tornarão em desolação por quarenta anos; espalharei os egípcios entre as nações, e os dispersarei pelos países. 13 Pois assim diz Adonai o Eterno: Ao cabo de quarenta anos ajuntarei os egípcios dentre os povos, para onde foram espalhados. 14 Tornarei a trazer o cativeiro do Egito, e fá-los-ei voltar para a terra de Patros, para a terra da sua nascença, e ficarão sendo ali um reino humilde. 15 Tornar-se-á o mais humilde dos reinos, e nunca mais se exaltará por cima das nações; eu os diminuirei, para que não dominem mais sobre as nações. 16 Não será mais a confiança da casa de Israel, e a ocasião de ser lembrada a sua iniqüidade, quando se virarem para olhar após eles; e saberão que eu sou Adonai o Eterno. 17 No vigésimo sétimo ano, no primeiro mês, no primeiro dia do mês, veio a mim a palavra do Eterno, dizendo: 18 Filho do homem, Nabucodonozor, rei de Babilônia, fez que o seu exército prestasse um grande serviço contra Tiro. Toda a cabeça tornou-se calva, e todo o ombro ficou pelado; contudo de Tiro não recebeu recompensa, nem ele nem o seu exército, pelo serviço que prestara contra ela; 19 portanto assim diz Adonai o Eterno: Eis que darei a Nabucodonozor, rei de Babilônia, a terra do Egito. Ele levará a sua multidão, e repartirá o seu despojo, e a sua presa; isto será o pago que terá o seu exército. 20 Em recompensa do serviço que me prestou, pois trabalharam por mim, dei-lhe a terra do Egito, diz Adonai o Eterno. 21 Naquele dia farei brotar um chifre para a casa de Israel, e te concederei que abras a boca no meio deles; e saberão que eu sou o Eterno.”

 

Brit Hadashah

Apocalipse 16:1-21 “1 Ouvi uma grande voz, vinda do santuário, dizendo aos sete anjos: Ide e derramai sobre a terra as sete taças da ira do Eterno. 2 Foi o primeiro e derramou a sua taça sobre a terra. Veio uma chaga cruel e maligna sobre os homens que tinham a marca da besta, e sobre os que adoravam a sua imagem. 3 Derramou o segundo anjo a sua taça sobre o mar. O mar tornou-se em sangue como de um morto, e morreu toda a alma vivente das que estavam no mar. 4 Derramou o terceiro a sua taça sobre os rios e sobre as fontes das águas. Estas se converteram em sangue. 5 E ouvi o anjo das águas dizendo: Tu és justo, tu que és e que eras, o Santo, porque isto julgaste; 6 pois derramaram sangue de santos e de profetas, e tu lhes tens dado sangue a beber; eles o merecem. 7 Ouvi o altar dizendo: Certamente, Senhor o Eterno El-Shaday, verdadeiros e justos são os teus juízos. 8 O quarto derramou a sua taça sobre o sol. Foi-lhe permitido queimar os homens com fogo. 9 Os homens foram queimados com grande calor, e eles blasfemaram o nome do Eterno que tinha poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória. 10 O quinto derramou a sua taça sobre o trono da besta. O seu reino foi mergulhado em trevas, e os homens mordiam de dor as suas línguas, 11 e blasfemaram o Eterno do céu por causa das suas dores e das suas chagas; e não se arrependeram das suas obras. 12 O sexto derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates. Secaram-se as suas águas, para que fosse preparado o caminho para os reis vindos do oriente. 13 Vi saindo da boca do dragão e da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs; 14 pois estes são espíritos de demônios, fazendo milagres, que saem ao encontro dos reis do mundo inteiro, para os ajuntar para a guerra do grande dia do Eterno El-Shaday. 15 (Eis que venho como ladrão; em marcha aquele que vigia e que guarda as suas vestes, para que não ande nu, e vejam a sua vergonha.) 16 Eles os ajuntaram no lugar chamado em hebraico Armagedom. 17 O sétimo derramou a sua taça no ar. Saiu uma grande voz do santuário, da banda do trono, dizendo: Está feito. 18 Sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e houve um grande terremoto, tão grande e tão forte, como nunca houve semelhante desde que existiram homens sobre a terra. 19 A grande cidade foi dividida em três partes, e as cidades das nações caíram. O Eterno lembrou-se da grande Babilônia, para lhe dar a beber o cálice do vinho do furor da sua ira. 20 Toda a ilha fugiu, e os montes não foram achados. 21 Uma grande chuva de pedras, cada pedra quase do peso de um talento, caiu do céu sobre os homens; e os homens blasfemaram do Eterno por causa da praga da chuva de pedras, pois a sua praga era grande em extremo.”

Salmo

Salmos 46:1-11 “1 Elohim é para nós refúgio e fortaleza, Auxílio encontrado sem falta em tribulações. 2 Portanto não temeremos, ainda que se mude a terra, Ainda que se abalem os montes nos seios dos mares; 3 Ainda que bramem e se perturbem as suas águas, Ainda que se estremeçam os montes combatidos por elas. (Selá) 4 Há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Elohim, lugar santo dos tabernáculos de Elyon. 5 Elohim está no meio dela, jamais será abalada; Elohim a auxiliará ao romper da alva. 6 Bramaram nações, abalaram-se reinos; Ele fez soar a sua voz, a terra se derreteu. 7 O Eterno dos exércitos é conosco, O Elohim de Jacó é nosso alto refúgio. (Selá) 8 Vinde, contemplai os feitos do Eterno, Que tem feito desolações na terra. 9 Ele faz cessar as guerras até os confins da terra; Quebra o arco, despedaça a lança; Queima os carros no fogo. 10 Aquietai-vos e sabei que eu sou Elohim; Serei exaltado entre as nações, Serei exaltado na terra. 11 O Eterno dos exércitos é conosco, O Elohim de Jacó é o nosso alto refúgio. (Selá)”

 

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