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LEITURA DAS PORÇÕES
14ª Porção - Va'era'
Parashah: Ex 6:2 à 9:35
Haftarah: Ez 28:25 à 29:21
Brit Hadashah: Ap 16:1-21
Salmo: 46
Havdalah: 19:56h
Parashah
Êxodo 6:2 à 9:35 “2
Falou mais Elohim a Moisés e disse-lhe: Eu sou o Eterno;
3 e apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó como Elohim
El-Shaday (Todo-Poderoso); mas pelo meu nome Eterno não
lhes fui conhecido. 4 Estabeleci a minha aliança com eles,
para lhes dar a terra de Canaã, a terra de suas peregrinações,
na qual foram peregrinos. 5 Também tenho ouvido o gemer dos
filhos de Israel, aos quais os egípcios guardam em servidão;
e lembrei-me da minha aliança. 6 Pelo que dize aos filhos
de Israel: Eu sou o Eterno, e vos hei de tirar de debaixo das cargas
do Egito, vos hei de livrar do seu jugo e vos hei de remir com braço
estendido e com grandes juízos. 7 Eu vos hei de tomar por
meu povo, e hei de ser vosso Elohim; e vós sabereis que eu
sou o Eterno vosso Elohim, que vos tiro de debaixo das cargas dos
egípcios. 8 E vos hei de introduzir na terra que jurei dar
a Abraão, a Isaque e a Jacó; e hei de dá-la
a vós por herança; eu sou o Eterno. 9 Referiu Moisés
isto aos filhos de Israel; porém não ouviram a Moisés
por causa da angústia de espírito e por causa da dura
escravidão. 10 Então falou o Eterno a Moisés:
11 Entra, fala a Faraó, rei do Egito, que deixe sair da sua
terra os filhos de Israel. 12 Respondeu Moisés perante o
Eterno: Eis que os filhos de Israel não me têm ouvido;
como, pois, me ouvirá Faraó a mim, que sou incircunciso
de lábios? 13 Falou o Eterno a Moisés e a Aarão
e deu-lhes mandamento para os filhos de Israel e para Faraó,
rei do Egito, a fim de tirarem da terra do Egito os filhos de Israel.
14 Estes são os cabeças das casas de seus pais: os
filhos de Rúben, primogênito de Israel: Enoque, Palu,
Hezrom e Carmi. Estas são as famílias de Rúben.
15 Os filhos de Simeão: Jemuel, Jamim, Oade, Jaquim, Zoar
e Saul, filho de uma mulher cananéia. Estas são as
famílias de Simeão. 16 Estes são os nomes dos
filhos de Levi segundo as suas gerações: Gérson,
Coate e Merari; e os anos da vida de Levi foram cento e trinta e
sete anos. 17 Os filhos de Gérson: Libni e Simei, segundo
as suas famílias. 18 Os filhos de Coate: Anrão, Jizar,
Hebrom e Uziel; e os anos da vida de Coate foram cento e trinta
e três anos. 19 Os filhos de Merari: Mali e Musi. Estas são
as famílias dos levitas segundo as suas gerações.
20 Anrão tomou por mulher a Joquebede, irmã de seu
pai; e ela lhe deu à luz a Arão e a Moisés;
e os anos da vida de Anrão foram cento e trinta e sete anos.
21 Os filhos de Jizar: Corá, Nefegue e Zicri. 22 Os filhos
de Uziel: Misael, Elzafã e Sitri. 23 Arão tomou por
mulher a Eliseba, filha de Aminadabe, irmã de Naassom; e
ela lhe deu à luz a Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.
24 Os filhos de Corá: Assir, Elcana e Abiasafe. Estas são
as famílias dos coraítas. 25 Eleazar, filho de Arão,
tomou por mulher uma das filhas de Putiel; e ela lhe deu à
luz a Finéias. Estes são os cabeças dos pais
dos levitas segundo as suas famílias. 26 Estes são
Arão e Moisés a quem disse o Eterno: Tirai os filhos
de Israel da terra do Egito segundo as suas turmas. 27 Estes são
os que falaram a Faraó, rei do Egito, a fim de tirarem do
Egito os filhos de Israel: estes são Moisés e Aarão.
28 No dia em que o Eterno falou a Moisés na terra do Egito,
29 disse o Eterno a Moisés: Eu sou o Eterno; fala a Faraó,
rei do Egito, tudo o que eu te digo a ti. 30 Respondeu Moisés
na presença de o Eterno: Eis que eu sou incircunciso de lábios;
e como me ouvirá Faraó?
7:1 Disse o Eterno a Moisés:
Eis que te tenho posto como Elohim a Faraó, e Arão,
teu irmão, será o teu profeta. 2 Tu falarás
tudo o que eu te ordenar; e Arão, teu irmão, falará
a Faraó, para que deixe ir da sua terra os filhos de Israel.
3 Eu endurecerei o coração de Faraó, e multiplicarei
os meus prodígios e as minhas maravilhas na terra do Egito.
4 Porém Faraó não vos ouvirá, e eu porei
a minha mão sobre o Egito e tirarei os meus exércitos,
meu povo, os filhos de Israel, da terra do Egito com grandes juízos.
5 Saberão os egípcios que eu sou o Eterno, quando
eu estender a minha mão sobre o Egito e tirar do meio deles
os filhos de Israel. 6 Assim fizeram Moisés e Arão;
como o Eterno lhes ordenara, assim fizeram. 7 Moisés era
de oitenta anos, e Arão de oitenta e três anos quando
falaram a Faraó. 8 Falou o Eterno a Moisés e a Arão:
9 Quando Faraó vos disser: Apresentai algum milagre vosso;
então dirás a Arão: Toma a tua vara e lança-a
diante de Faraó, para que se torne em serpente. 10 Tendo
entrado Moisés e Arão a Faraó, fizeram como
o Eterno lhes ordenara; lançou Arão a sua vara diante
de Faraó e diante de seus servos, e tornou-se ela em serpente.
11 Faraó também mandou vir os sábios e os feiticeiros;
e eles, os sábios do Egito, também fizeram o mesmo
com os seus encantamentos. 12 Pois lançaram cada um deles
a sua vara, as quais se tornaram em serpentes; mas a vara de Arão
tragou as varas deles. 13 Endureceu-se o coração de
Faraó, e não os ouviu; como o Eterno havia dito. 14
Disse o Eterno a Moisés: Obstinou-se o coração
de Faraó, recusa deixar ir o povo. 15 Vai ter com Faraó
pela manhã. Eis que ele sairá às águas:
por-te-ás em frente dele à beira do rio, e tomarás
na mão a vara que se tornou em serpente. 16 Dir-lhe-ás:
o Eterno, o Elohim dos hebreus, me enviou a ti para te dizer: Deixa
ir o meu povo para que me sirva no deserto; e até o presente
não tens ouvido. 17 Assim diz o Eterno: Nisto conhecerás
que sou o Eterno: eis que com a vara que tenho na mão ferirei
as águas que estão no rio, e elas se converterão
em sangue. 18 Os peixes que estão no rio morrerão,
e o rio cheirará mal; e os egípcios terão nojo
de beber água do rio. 19 Acrescentou o Eterno a Moisés:
Dize a Aarão: Toma a tua vara, e estende a mão sobre
as águas do Egito, sobre os seus rios, sobre os seus canais,
sobre as suas lagoas e sobre todos os seus depósitos de água,
para que se tornem em sangue; haverá sangue por toda a terra
do Egito, assim nos vasos de madeira como nos de pedra. 20 Fizeram
Moisés e Arão como o Eterno ordenara: Arão,
levantando a vara, feriu as águas que estavam no rio, à
vista de Faraó e seus servos; e todas as águas que
estavam no rio tornaram-se em sangue. 21 Morreram os peixes que
estavam no rio; cheirou mal o rio, e os egípcios não
podiam beber água do rio. Houve sangue por toda a parte do
Egito. 22 Outro tanto fizeram os magos do Egito com seus encantamentos.
Endureceu-se o coração de Faraó, e não
os ouviu; como o Eterno havia dito. 23 Virou-se Faraó e entrou
em sua casa, nem ainda a isto se submeteu o seu coração.
24 Todos os egípcios cavaram junto ao rio para achar água
que beber; pois não podiam beber da água do rio. 25
Passaram-se sete dias, depois que o Eterno ferira o rio.
8:1 Disse o Eterno a Moisés:
Entra a Faraó e dize-lhe: Assim diz o Eterno: Deixa ir o
meu povo, para que me sirva. 2 Se tu recusares deixá-lo ir,
eis que eu ferirei com rãs todos os teus termos. 3 O rio
produzirá rãs em abundância, que subirão
e entrarão em tua casa, e no teu quarto de dormir, e sobre
a tua cama, e na casa dos teus servos, e sobre o teu povo e nos
teus fornos e nas tuas amassadeiras; 4 as rãs subirão
sobre ti, sobre o teu povo e sobre todos os teus servos. 5 Disse
o Eterno a Moisés: Dize a Arão: Estende a tua mão
com a tua vara sobre os rios, sobre os canais e sobre as lagoas,
e faze subir rãs sobre a terra do Egito. 6 Arão estendeu
a mão sobre as águas do Egito; e subiram rãs
que cobriram a terra do Egito. 7 O mesmo fizeram os magos com seus
encantamentos e fizeram subir rãs sobre a terra do Egito.
8 Chamou Faraó a Moisés e a Arão e disse: Rogai
ao Eterno que retire as rãs de mim e do meu povo; e deixarei
ir o povo, para que ofereça sacrifícios ao Eterno.
9 Falou Moisés a Faraó: Digna-te dizer-me quando é
que hei de rogar por ti, pelos teus servos e pelo teu povo, para
que as rãs sejam retiradas de ti e das tuas casas, e fiquem
somente no rio. 10 Seja amanhã, respondeu Faraó. Moisés
disse: Seja conforme a tua palavra; para que saibas que não
há ninguém como o Eterno nosso Elohim. 11 Retirar-se-ão
as rãs de ti, e das tuas casas, e dos teus servos, e do teu
povo; ficarão somente no rio. 12 Saíram Moisés
e Arão da presença de Faraó; e clamou Moisés
ao Eterno no tocante às rãs que havia trazido sobre
Faraó. 13 Fez o Eterno conforme a palavra de Moisés;
morreram as rãs das casas, dos pátios e dos campos.
14 Ajuntaram-nas em montões; e cheirou mal a terra. 15 Mas
vendo Faraó que havia descanso, endureceu o seu coração,
e não os ouviu; como o Eterno havia dito. 16 Disse o Eterno
a Moisés: Dize a Arão: Estende a tua vara, e fere
o pó da terra, para que se torne em piolhos por toda a terra
do Egito. 17 Fizeram assim; Arão estendeu a mão com
a sua vara e feriu o pó da terra, e houve piolhos nos homens
e nas bestas; todo o pó da terra tornou-se em piolhos por
toda a terra do Egito. 18 Fizeram os magos o mesmo com os seus encantamentos
para produzirem piolhos, porém não puderam; houve
piolhos nos homens e nas bestas. 19 Então disseram os magos
a Faraó: Isto é o dedo de Elohim; ficou endurecido
o coração de Faraó, que não os ouviu,
como o Eterno havia dito. 20 Disse o Eterno a Moisés: Levanta-te
de manhã cedo, apresenta-te diante de Faraó (eis que
ele sairá às águas) e dize-lhe: Assim diz o
Eterno: Deixa ir o meu povo para que me sirva. 21 De outra forma
se não deixares ir o meu povo, eis que enviarei enxames de
moscas sobre ti, sobre teus servos, sobre o teu povo e nas tuas
casas; as casas dos egípcios se encherão de enxames
de moscas, bem assim a terra em que eles estiverem. 22 Naquele dia
separarei a terra de Gósen, em que habita o meu povo, para
que nela não haja enxames de moscas; a fim de que saibas
que eu sou o Eterno no meio da terra. 23 Farei uma separação
entre o meu povo e o teu povo; amanhã se fará este
milagre. 24 Assim fez o Eterno; entraram grandes enxames de moscas
na casa de Faraó e nas casas dos seus servos; e toda a terra
do Egito foi arruinada pelos enxames de moscas. 25 Chamou Faraó
a Moisés e a Arão e disse: Ide, oferecei sacrifícios
a vosso Elohim nesta terra. 26 Respondeu Moisés: Não
convém que se faça assim, pois ofereceremos a abominação
dos egípcios como sacrifício ao Eterno nosso Elohim.
Oferecendo nós a abominação dos egípcios
diante dos seus olhos, não nos apedrejarão eles? 27
Havemos de ir ao deserto caminho de três dias, e oferecer
sacrifícios ao Eterno nosso Elohim, como ele nos ordenar.
28 Faraó disse: Eu vos deixarei ir, para que ofereçais
sacrifícios ao Eterno vosso Elohim no deserto; somente não
ireis muito longe; rogai por mim. 29 Respondeu-lhe Moisés:
Eis que vou sair da tua presença, e rogarei ao Eterno que
amanhã os enxames de moscas se apartem de Faraó, dos
seus servos e do seu povo; somente não torne mais Faraó
a proceder dolosamente em não deixar ir o povo para oferecer
sacrifícios ao Eterno. 30 Tendo Moisés saído
da presença de Faraó, fez as suas rogativas ao Eterno.
31 Fez o Eterno conforme a palavra de Moisés; apartou os
enxames de moscas de Faraó, dos seus servos e do seu povo;
não ficou nem sequer uma. 32 Endureceu Faraó ainda
esta vez o seu coração, e não deixou ir o povo.
9:1 Disse o Eterno a Moisés:
Entra a Faraó e dize-lhe: Assim diz o Eterno, o Elohim dos
hebreus: Deixa ir o meu povo para que me sirva. 2 Pois, se tu recusares
deixá-los ir, e houveres de retê-los ainda, 3 eis que
a mão do Eterno é sobre o teu gado que está
no campo: sobre os cavalos, sobre os jumentos, sobre os camelos,
sobre os bois e sobre as ovelhas; haverá uma pestilência
muito grave. 4 O Eterno fará uma separação
entre o gado de Israel e o gado do Egito; não morrerá
nada de tudo o que pertence aos filhos de Israel. 5 O Eterno designou
um prazo, dizendo: Amanhã fará o Eterno isto na terra.
6 Fez o Eterno isso no dia seguinte; morreu todo o gado do Egito;
porém do gado dos filhos de Israel não morreu nenhum.
7 Mandou Faraó ver, e eis que do gado dos israelitas não
morrera nem se quer um. Mas o coração de Faraó
estava obstinado, e não deixou ir o povo. 8 Disse o Eterno
a Moisés e a Arão: Tomai-vos mãos cheias de
cinza do forno, e Moisés a lance ao ar diante de Faraó.
9 E ela tornar-se-á em pó miúdo sobre toda
a terra do Egito, e haverá tumores que se arrebentam em úlceras
nos homens e no gado, por toda a terra do Egito. 10 Eles tomaram
a cinza do forno, e se apresentaram diante de Faraó, Moisés
lançou-a ao ar e ela tornou-se em tumores que se arrebentavam
em úlceras nos homens e no gado. 11 Os magos não podiam
ter-se em pé diante de Moisés por causa dos tumores;
pois havia tumores nos magos e em todos os egípcios. 12 O
Eterno endureceu o coração de Faraó, e este
não ouviu; como o Eterno havia dito a Moisés. 13 Disse
o Eterno a Moisés: Levanta-te de manhã cedo, apresenta-te
diante de Faraó e dize-lhe: Assim diz o Eterno, o Elohim
dos hebreus: Deixa ir o meu povo para que me sirva. 14 Pois esta
vez enviarei todas as minhas pragas sobre o teu coração,
e sobre os teus servos, e sobre o teu povo; para que saibas que
não há quem seja semelhante a mim em toda a terra.
15 Agora eu poderia ter estendido a mão e ferido a ti e ao
teu povo com pestilência, e tu terias sido cortado da terra;
16 mas deveras para isso te hei mantido em pé, para te mostrar
o meu poder, e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra.
17 Levantas-te ainda contra o meu povo, para não deixá-lo
ir? 18 Eis que amanhã por este tempo farei cair uma mui grande
chuva de pedras, como nunca houve no Egito desde o dia em que foi
fundado até agora. 19 Envia, recolhe com pressa o teu gado
e tudo o que tens no campo; pois sobre todo o homem e animal que
se acharem no campo, e não se recolherem à casa, cairá
a chuva de pedras, e morrerão. 20 Aquele que dentre os servos
de Faraó temia ao Eterno, fez fugir os seus servos e o seu
gado para as casas; 21 porém aquele que não se importava
com a palavra do Eterno deixou os seus servos e o seu gado no campo.
22 Disse o Eterno a Moisés: Estende a tua mão para
o céu, a fim de que caia uma chuva de pedras em toda a terra
do Egito, sobre homens, sobre animais e sobre toda a erva do campo
em toda a terra do Egito. 23 Moisés estendeu a sua vara para
o céu; o Eterno enviou trovões e chuva de pedras,
e fogo desceu à terra; e fez o Eterno cair uma chuva de pedras
sobre a terra do Egito. 24 Assim havia chuva de pedras, e fogo misturado
com a chuva de pedras, mui grande, qual nunca houve em toda a terra
do Egito desde que veio a ser uma nação. 25 Por toda
a terra do Egito a chuva de pedras feriu tudo quanto havia no campo,
tanto homens como animais; a chuva de pedras feriu toda a erva do
campo e quebrou toda a árvore do campo. 26 Somente na terra
de Gósen, onde se achavam os filhos de Israel, não
havia chuva de pedras. 27 Mandou Faraó chamar a Moisés
e a Arão e disse-lhes: Esta vez pequei; o Eterno é
justo, e eu e o meu povo somos ímpios. 28 Rogai ao Eterno;
pois já bastam estes grandes trovões e a chuva de
pedras. Eu vos deixarei ir, e vós não permanecereis
mais aqui. 29 Respondeu-lhe Moisés: Logo que eu tiver saído
da cidade, estenderei as mãos ao Eterno; cessarão
os trovões, e não haverá mais chuva de pedras,
para que saibas que a terra é do Eterno. 30 Mas, quanto a
ti e a teus servos, eu sei que ainda não temereis a Elohim
o Eterno. 31 O linho e a cevada foram feridos, pois a cevada estava
na espiga e o linho em flor. 32 Mas o trigo e a espelta não
receberam dano; pois não estavam crescidos. 33 Saiu Moisés
da cidade da presença de Faraó, e estendeu as mãos
ao Eterno; cessaram os trovões e a chuva de pedras, e não
caiu mais saraiva sobre a terra. 34 Tendo Faraó visto que
a chuva e a saraiva e os trovões haviam cessado, tornou a
pecar e endureceu o seu coração, ele e os seus servos.
35 O coração de Faraó ficou endurecido, e não
deixou ir os filhos de Israel; como o Eterno havia dito a Moisés.”
Haftarah
Ezequiel 28:25-29:21 “25
Assim diz Adonai o Eterno: Quando eu tiver ajuntado a casa de Israel,
tirando-os dentre os povos entre os quais se acham espalhados, e
for santificado neles à vista das nações; habitarão
na sua terra que eu dei ao meu servo Jacó. 26 Nela habitarão
seguros, plantarão vinhas e habitarão seguros, quando
eu tiver executado juízos sobre todos os que os tratarem
com despeito ao redor deles; e saberão que eu sou o Eterno
seu Elohim.
29:1 No décimo ano, no
décimo mês, aos doze dias do mês, veio a mim
a palavra do Eterno, dizendo: 2 Filho do homem, vira o teu rosto
contra Faraó, rei do Egito, e profetiza contra ele e contra
todo o Egito; 3 fala e dize: Assim diz Adonai o Eterno: Eis que
eu sou contra ti, Faraó, rei do Egito, grande dragão
que te deitas no meio dos teus rios, e que disseste: O meu rio é
meu, e eu o fiz para mim mesmo. 4 Porei anzóis nos teus queixos,
e farei que os peixes dos teus rios se apeguem às tuas escamas;
e tirar-te-ei do meio dos teus rios, juntamente com todos os peixes
dos teus rios que se apegam às tuas escamas. 5 Lançar-te-ei
sobre o deserto, a ti e a todos os peixes dos teus rios; sobre a
face do campo cairás; não serás recolhido nem
ajuntado. Aos animais da terra e às aves do céu te
dei por pasto. 6 Todos os habitantes do Egito saberão que
eu sou o Eterno, pois eles têm sido para a casa de Israel
um bordão de cana. 7 Quando eles te tomavam pela mão,
tu te quebravas, e lhes rasgavas todos os ombros; quando eles se
encostavam a ti, tu te quebravas e lhes fazias tremer todos os lombos.
8 Portanto assim diz Adonai o Eterno: Eis que trarei sobre ti a
espada, e de ti exterminarei homem e animal. 9 A terra do Egito
se tornará em desolação e deserto, e saberão
que eu sou o Eterno; porquanto ele disse: O rio é meu, e
eu o fiz. 10 Por isso eis que eu sou contra ti, e contra os teus
rios, e tornarei a terra do Egito em desertos e desolação
desde Migdol até Sevene e até os confins da Etiópia.
11 Não passará por ela pé de homem, nem passará
por ela pé de animal, nem será habitada quarenta anos.
12 Tornarei a terra do Egito em desolação no meio
dos países que são desolados, e as suas cidades entre
as cidades assoladas se tornarão em desolação
por quarenta anos; espalharei os egípcios entre as nações,
e os dispersarei pelos países. 13 Pois assim diz Adonai o
Eterno: Ao cabo de quarenta anos ajuntarei os egípcios dentre
os povos, para onde foram espalhados. 14 Tornarei a trazer o cativeiro
do Egito, e fá-los-ei voltar para a terra de Patros, para
a terra da sua nascença, e ficarão sendo ali um reino
humilde. 15 Tornar-se-á o mais humilde dos reinos, e nunca
mais se exaltará por cima das nações; eu os
diminuirei, para que não dominem mais sobre as nações.
16 Não será mais a confiança da casa de Israel,
e a ocasião de ser lembrada a sua iniqüidade, quando
se virarem para olhar após eles; e saberão que eu
sou Adonai o Eterno. 17 No vigésimo sétimo ano, no
primeiro mês, no primeiro dia do mês, veio a mim a palavra
do Eterno, dizendo: 18 Filho do homem, Nabucodonozor, rei de Babilônia,
fez que o seu exército prestasse um grande serviço
contra Tiro. Toda a cabeça tornou-se calva, e todo o ombro
ficou pelado; contudo de Tiro não recebeu recompensa, nem
ele nem o seu exército, pelo serviço que prestara
contra ela; 19 portanto assim diz Adonai o Eterno: Eis que darei
a Nabucodonozor, rei de Babilônia, a terra do Egito. Ele levará
a sua multidão, e repartirá o seu despojo, e a sua
presa; isto será o pago que terá o seu exército.
20 Em recompensa do serviço que me prestou, pois trabalharam
por mim, dei-lhe a terra do Egito, diz Adonai o Eterno. 21 Naquele
dia farei brotar um chifre para a casa de Israel, e te concederei
que abras a boca no meio deles; e saberão que eu sou o Eterno.”
Brit Hadashah
Apocalipse 16:1-21 “1 Ouvi
uma grande voz, vinda do santuário, dizendo aos sete anjos:
Ide e derramai sobre a terra as sete taças da ira do Eterno.
2 Foi o primeiro e derramou a sua taça sobre a terra. Veio
uma chaga cruel e maligna sobre os homens que tinham a marca da
besta, e sobre os que adoravam a sua imagem. 3 Derramou o segundo
anjo a sua taça sobre o mar. O mar tornou-se em sangue como
de um morto, e morreu toda a alma vivente das que estavam no mar.
4 Derramou o terceiro a sua taça sobre os rios e sobre as
fontes das águas. Estas se converteram em sangue. 5 E ouvi
o anjo das águas dizendo: Tu és justo, tu que és
e que eras, o Santo, porque isto julgaste; 6 pois derramaram sangue
de santos e de profetas, e tu lhes tens dado sangue a beber; eles
o merecem. 7 Ouvi o altar dizendo: Certamente, Senhor o Eterno El-Shaday,
verdadeiros e justos são os teus juízos. 8 O quarto
derramou a sua taça sobre o sol. Foi-lhe permitido queimar
os homens com fogo. 9 Os homens foram queimados com grande calor,
e eles blasfemaram o nome do Eterno que tinha poder sobre estas
pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória.
10 O quinto derramou a sua taça sobre o trono da besta. O
seu reino foi mergulhado em trevas, e os homens mordiam de dor as
suas línguas, 11 e blasfemaram o Eterno do céu por
causa das suas dores e das suas chagas; e não se arrependeram
das suas obras. 12 O sexto derramou a sua taça sobre o grande
rio Eufrates. Secaram-se as suas águas, para que fosse preparado
o caminho para os reis vindos do oriente. 13 Vi saindo da boca do
dragão e da boca da besta e da boca do falso profeta três
espíritos imundos semelhantes a rãs; 14 pois estes
são espíritos de demônios, fazendo milagres,
que saem ao encontro dos reis do mundo inteiro, para os ajuntar
para a guerra do grande dia do Eterno El-Shaday. 15 (Eis que venho
como ladrão; em marcha aquele que vigia e que guarda as suas
vestes, para que não ande nu, e vejam a sua vergonha.) 16
Eles os ajuntaram no lugar chamado em hebraico Armagedom. 17 O sétimo
derramou a sua taça no ar. Saiu uma grande voz do santuário,
da banda do trono, dizendo: Está feito. 18 Sobrevieram relâmpagos,
vozes e trovões, e houve um grande terremoto, tão
grande e tão forte, como nunca houve semelhante desde que
existiram homens sobre a terra. 19 A grande cidade foi dividida
em três partes, e as cidades das nações caíram.
O Eterno lembrou-se da grande Babilônia, para lhe dar a beber
o cálice do vinho do furor da sua ira. 20 Toda a ilha fugiu,
e os montes não foram achados. 21 Uma grande chuva de pedras,
cada pedra quase do peso de um talento, caiu do céu sobre
os homens; e os homens blasfemaram do Eterno por causa da praga
da chuva de pedras, pois a sua praga era grande em extremo.”
Salmo
Salmos 46:1-11 “1 Elohim
é para nós refúgio e fortaleza, Auxílio
encontrado sem falta em tribulações. 2 Portanto não
temeremos, ainda que se mude a terra, Ainda que se abalem os montes
nos seios dos mares; 3 Ainda que bramem e se perturbem as suas águas,
Ainda que se estremeçam os montes combatidos por elas. (Selá)
4 Há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Elohim,
lugar santo dos tabernáculos de Elyon. 5 Elohim está
no meio dela, jamais será abalada; Elohim a auxiliará
ao romper da alva. 6 Bramaram nações, abalaram-se
reinos; Ele fez soar a sua voz, a terra se derreteu. 7 O Eterno
dos exércitos é conosco, O Elohim de Jacó é
nosso alto refúgio. (Selá) 8 Vinde, contemplai os
feitos do Eterno, Que tem feito desolações na terra.
9 Ele faz cessar as guerras até os confins da terra; Quebra
o arco, despedaça a lança; Queima os carros no fogo.
10 Aquietai-vos e sabei que eu sou Elohim; Serei exaltado entre
as nações, Serei exaltado na terra. 11 O Eterno dos
exércitos é conosco, O Elohim de Jacó é
o nosso alto refúgio. (Selá)” |