LEITURA DAS PORÇÕES
Shabat Shirah- Sábado da Canção
Leitura: Ex. 15:1-18
16ª Porção da Torah
Beshalach: Quando ele enviou
Parashah: Ex 13:17-17:16
Haftarah: Jz4:4-5:31
Brit Chadashah: Ap 19:1-20:6
Salmo Shirah: 66
Parashah
Êxodo 13:17-17:16 E aconteceu que, quando Faraó deixou ir o povo, Elohim não os levou pelo caminho da terra dos filisteus, que estava mais perto; porque Elohim disse: Para que porventura o povo não se arrependa, vendo a guerra, e volte ao Egito.18 - Mas Elohim fez o povo rodear pelo caminho do deserto do Mar Vermelho; e armados, os filhos de Israel subiram da terra do Egito.19 - E Moisés levou consigo os ossos de José, porquanto havia este solenemente ajuramentado os filhos de Israel, dizendo: Certamente Elohim vos visitará; fazei, pois, subir daqui os meus ossos convosco.20 - Assim partiram de Sucote, e acamparam-se em Etã, à entrada do deserto.21 - E o Eterno ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite.22 - Nunca tirou de diante do povo a coluna de nuvem, de dia, nem a coluna de fogo, de noite.
14:1
1 - ENTÃO falou o Eterno a Moisés, dizendo:2 - Fala aos filhos de Israel que voltem, e que se acampem diante de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baal-Zefom; em frente dele assentareis o campo junto ao mar.3 - Então Faraó dirá dos filhos de Israel: Estão embaraçados na terra, o deserto os encerrou.4 - E eu endurecerei o coração de Faraó, para que os persiga, e serei glorificado em Faraó e em todo o seu exército, e saberão os egípcios que eu sou o Eterno. E eles fizeram assim.5 - Sendo, pois, anunciado ao rei do Egito que o povo fugia, mudou-se o coração de Faraó e dos seus servos contra o povo, e disseram: Por que fizemos isso, havendo deixado ir a Israel, para que não nos sirva?6 - E aprontou o seu carro, e tomou consigo o seu povo;7 - E tomou seiscentos carros escolhidos, e todos os carros do Egito, e os capitães sobre eles todos.8 - Porque o Eterno endureceu o coração de Faraó, rei do Egito, para que perseguisse aos filhos de Israel; porém os filhos de Israel saíram com alta mão.9 - E os egípcios perseguiram-nos, todos os cavalos e carros de Faraó, e os seus cavaleiros e o seu exército, e alcançaram-nos acampados junto ao mar, perto de Pi-Hairote, diante de Baal-Zefom.10 - E aproximando Faraó, os filhos de Israel levantaram seus olhos, e eis que os egípcios vinham atrás deles, e temeram muito; então os filhos de Israel clamaram ao Eterno.11 - E disseram a Moisés: Não havia sepulcros no Egito, para nos tirar de lá, para que morramos neste deserto? Por que nos fizeste isto, fazendo-nos sair do Egito?12 - Não é esta a palavra que te falamos no Egito, dizendo: Deixa-nos, que sirvamos aos egípcios? Pois que melhor nos fora servir aos egípcios, do que morrermos no deserto.13 - Moisés, porém, disse ao povo: Não temais; estai quietos, e vede o livramento do Eterno, que hoje vos fará; porque aos egípcios, que hoje vistes, nunca mais os tornareis a ver.14 - O Eterno pelejará por vós, e vós vos calareis.15 - Então disse o Eterno a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem.16 - E tu, levanta a tua vara, e estende a tua mão sobre o mar, e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco.17 - E eis que endurecerei o coração dos egípcios, e estes entrarão atrás deles; e eu serei glorificado em Faraó e em todo o seu exército, nos seus carros e nos seus cavaleiros,18 - E os egípcios saberão que eu sou o Eterno, quando for glorificado em Faraó, nos seus carros e nos seus cavaleiros.19 - E o anjo de Elohim, que ia diante do exército de Israel, se retirou, e ia atrás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles, e se pôs atrás deles.20 - E ia entre o campo dos egípcios e o campo de Israel; e a nuvem era trevas para aqueles, e para estes clareava a noite; de maneira que em toda a noite não se aproximou um do outro.21 - Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o Eterno fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas.22 - E os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco; e as águas foram-lhes como muro à sua direita e à sua esquerda.23 - E os egípcios os seguiram, e entraram atrás deles todos os cavalos de Faraó, os seus carros e os seus cavaleiros, até ao meio do mar.24 - E aconteceu que, na vigília daquela manhã, o Eterno, na coluna do fogo e da nuvem, viu o campo dos egípcios; e alvoroçou o campo dos egípcios.25 - E tirou-lhes as rodas dos seus carros, e dificultosamente os governavam. Então disseram os egípcios: Fujamos da face de Israel, porque o Eterno por eles peleja contra os egípcios.26 - E disse o Eterno a Moisés: Estende a tua mão sobre o mar, para que as águas tornem sobre os egípcios, sobre os seus carros e sobre os seus cavaleiros.27 - Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o mar retornou a sua força ao amanhecer, e os egípcios, ao fugirem, foram de encontro a ele, e o Eterno derrubou os egípcios no meio do mar,28 - Porque as águas, tornando, cobriram os carros e os cavaleiros de todo o exército de Faraó, que os haviam seguido no mar; nenhum deles ficou.29 - Mas os filhos de Israel foram pelo meio do mar seco; e as águas foram-lhes como muro à sua mão direita e à sua esquerda.30 - Assim o Eterno salvou Israel naquele dia da mão dos egípcios; e Israel viu os egípcios mortos na praia do mar.31 - E viu Israel a grande mão que o Eterno mostrara aos egípcios; e temeu o povo ao Eterno, e creu no Eterno e em Moisés, seu servo.
15:1
1 - ENTÃO cantou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao Eterno, e falaram, dizendo: Cantarei ao Eterno, porque gloriosamente triunfou; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro.2 - O Eterno é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Elohim, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Elohim de meu pai, por isso o exaltarei.3 - O Eterno é homem de guerra; o Eterno é o seu nome.4 - Lançou no mar os carros de Faraó e o seu exército; e os seus escolhidos príncipes afogaram-se no Mar Vermelho.5 - Os abismos os cobriram; desceram às profundezas como pedra.6 - A tua destra, ó Eterno, se tem glorificado em poder, a tua destra, ó Eterno, tem despedaçado o inimigo;7 - E com a grandeza da tua excelência derrubaste aos que se levantaram contra ti; enviaste o teu furor, que os consumiu como o restolho.8 - E com o sopro de tuas narinas amontoaram-se as águas, as correntes pararam como montão; os abismos coalharam-se no coração do mar.9 - O inimigo dizia: Perseguirei, alcançarei, repartirei os despojos; fartar-se-á a minha alma deles, arrancarei a minha espada, a minha mão os destruirá.10 - Sopraste com o teu vento, o mar os cobriu; afundaram-se como chumbo em veementes águas.11 - Ó Eterno, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado em santidade, admirável em louvores, realizando maravilhas?12 - Estendeste a tua mão direita; a terra os tragou.13 - Tu, com a tua beneficência, guiaste a este povo, que salvaste; com a tua força o levaste à habitação da tua santidade.14 - Os povos o ouviram, eles estremeceram, uma dor apoderou-se dos habitantes da Filistia.15 - Então os príncipes de Edom se pasmaram; dos poderosos dos moabitas apoderou-se um tremor; derreteram-se todos os habitantes de Canaã.16 - Espanto e pavor caiu sobre eles; pela grandeza do teu braço emudeceram como pedra; até que o teu povo houvesse passado, ó Eterno, até que passasse este povo que adquiriste.17 - Tu os introduzirás, e os plantarás no monte da tua herança, no lugar que tu, ó Eterno, aparelhaste para a tua habitação, no santuário, ó Senhor, que as tuas mãos estabeleceram.18 - O Eterno reinará eterna e perpetuamente;19 - Porque os cavalos de Faraó, com os seus carros e com os seus cavaleiros, entraram no mar, e o Eterno fez tornar as águas do mar sobre eles; mas os filhos de Israel passaram em seco pelo meio do mar.20 - Então Miriã, a profetiza, a irmã de Arão, tomou o tamboril na sua mão, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamboris e com danças.21 - E Miriã lhes respondia: Cantai ao Eterno, porque gloriosamente triunfou; e lançou no mar o cavalo com o seu cavaleiro.22 - Depois fez Moisés partir os israelitas do Mar Vermelho, e saíram ao deserto de Sur; e andaram três dias no deserto, e não acharam água.23 - Então chegaram a Mara; mas não puderam beber das águas de Mara, porque eram amargas; por isso chamou-se o lugar Mara.24 - E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber?25 - E ele clamou ao Eterno, e o Eterno mostrou-lhe uma árvore, que lançou nas águas, e as águas se tornaram doces. Ali lhes deu estatutos e uma ordenança, e ali os provou.26 - E disse: Se ouvires atento a voz do Eterno teu Elohim, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Eterno que te sara.27 - Então vieram a Elim, e havia ali doze fontes de água e setenta palmeiras; e ali se acamparam junto das águas.
16:1
1 - E PARTINDO de Elim, toda a congregação dos filhos de Israel veio ao deserto de Sim, que está entre Elim e Sinai, aos quinze dias do mês segundo, depois de sua saída da terra do Egito.2 - E toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão no deserto.3 - E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera tivéssemos morrido por mão do Eterno na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! Porque nos tendes trazido a este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão.4 - Então disse o Eterno a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá, e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu o prove se anda em minha lei ou não.5 - E acontecerá, no sexto dia, que prepararão o que colherem; e será o dobro do que colhem cada dia.6 - Então disseram Moisés e Arão a todos os filhos de Israel: À tarde sabereis que o Eterno vos tirou da terra do Egito,7 - E amanhã vereis a glória do Eterno, porquanto ouviu as vossas murmurações contra o Eterno. E quem somos nós, para que murmureis contra nós?8 - Disse mais Moisés: Isso será quando o Eterno à tarde vos der carne para comer, e pela manhã pão a fartar, porquanto o Eterno ouviu as vossas murmurações, com que murmurais contra ele. E quem somos nós? As vossas murmurações não são contra nós, mas sim contra o Eterno.9 - Depois disse Moisés a Arão: Dize a toda a congregação dos filhos de Israel: Chegai-vos à presença do Eterno, porque ouviu as vossas murmurações.10 - E aconteceu que, quando falou Arão a toda a congregação dos filhos de Israel, e eles se viraram para o deserto, eis que a glória do Eterno apareceu na nuvem.11 - E o Eterno falou a Moisés, dizendo:12 - Tenho ouvido as murmurações dos filhos de Israel. Fala-lhes, dizendo: Entre as duas tardes comereis carne, e pela manhã vos fartareis de pão; e sabereis que eu sou o Eterno vosso Elohim.13 - E aconteceu que à tarde subiram codornizes, e cobriram o arraial; e pela manhã jazia o orvalho ao redor do arraial.14 - E quando o orvalho se levantou, eis que sobre a face do deserto estava uma coisa miúda, redonda, miúda como a geada sobre a terra.15 - E, vendo-a os filhos de Israel, disseram uns aos outros: Que é isto? Porque não sabiam o que era. Disse-lhes pois Moisés: Este é o pão que o Eterno vos deu para comer.16 - Esta é a palavra que o Eterno tem mandado: Colhei dele cada um conforme ao que pode comer, um ômer por cabeça, segundo o número das vossas almas; cada um tomará para os que se acharem na sua tenda.17 - E os filhos de Israel fizeram assim; e colheram, uns mais e outros menos.18 - Porém, medindo-o com o ômer, não sobejava ao que colhera muito, nem faltava ao que colhera pouco; cada um colheu tanto quanto podia comer.19 - E disse-lhes Moisés: Ninguém deixe dele para amanhã.20 - Eles, porém, não deram ouvidos a Moisés, antes alguns deles deixaram dele para o dia seguinte; e criou bichos, e cheirava mal; por isso indignou-se Moisés contra eles.21 - Eles, pois, o colhiam cada manhã, cada um conforme ao que podia comer; porque, aquecendo o sol, derretia-se.22 - E aconteceu que ao sexto dia colheram pão em dobro, dois ômeres para cada um; e todos os príncipes da congregação vieram, e contaram-no a Moisés.23 - E ele disse-lhes: Isto é o que o Eterno tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do Eterno; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobejar, guardai para vós até amanhã.24 - E guardaram-no até o dia seguinte, como Moisés tinha ordenado; e não cheirou mal nem nele houve algum bicho.25 - Então disse Moisés: Comei-o hoje, porquanto hoje é o sábado do Eterno; hoje não o achareis no campo.26 - Seis dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado; nele não haverá.27 - E aconteceu ao sétimo dia, que alguns do povo saíram para colher, mas não o acharam. 28 - Então disse o Eterno a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?29 - Vede, porquanto o Eterno vos deu o sábado, portanto ele no sexto dia vos dá pão para dois dias; cada um fique no seu lugar, ninguém saia do seu lugar no sétimo dia.30 - Assim repousou o povo no sétimo dia.31 - E chamou a casa de Israel o seu nome maná; e era como semente de coentro branco, e o seu sabor como bolos de mel.32 - E disse Moisés: Esta é a palavra que o Eterno tem mandado: Encherás um ômer dele e guardá-lo-ás para as vossas gerações, para que vejam o pão que vos tenho dado a comer neste deserto, quando eu vos tirei da terra do Egito.33 - Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso, e põe nele um ômer cheio de maná, e coloca-o diante do Eterno, para guardá-lo para as vossas gerações.34 - Como o Eterno tinha ordenado a Moisés, assim Arão o pôs diante do Testemunho, para ser guardado.35 - E comeram os filhos de Israel maná quarenta anos, até que entraram em terra habitada; comeram maná até que chegaram aos termos da terra de Canaã.36 - E um ômer é a décima parte do efa.
17:1
1 - DEPOIS toda a congregação dos filhos de Israel partiu do deserto de Sim pelas suas jornadas, segundo o mandamento do Eterno, e acampou em Refidim; e não havia ali água para o povo beber.2 - Então contendeu o povo com Moisés, e disse: Dá-nos água para beber. E Moisés lhes disse: Por que contendeis comigo? Por que tentais ao Eterno?3 - Tendo pois ali o povo sede de água, o povo murmurou contra Moisés, e disse: Por que nos fizeste subir do Egito, para nos matares de sede, a nós e aos nossos filhos, e ao nosso gado?4 - E clamou Moisés ao Eterno, dizendo: Que farei a este povo? Daqui a pouco me apedrejará.5 - Então disse o Eterno a Moisés: Passa diante do povo, e toma contigo alguns dos anciãos de Israel; e toma na tua mão a tua vara, com que feriste o rio, e vai.6 - Eis que eu estarei ali diante de ti sobre a rocha, em Horebe, e tu ferirás a rocha, e dela sairão águas e o povo beberá. E Moisés assim o fez, diante dos olhos dos anciãos de Israel.7 - E chamou aquele lugar Massá e Meribá, por causa da contenda dos filhos de Israel, e porque tentaram ao Eterno, dizendo: Está o Eterno no meio de nós, ou não?8 - Então veio Amaleque, e pelejou contra Israel em Refidim.9 - Por isso disse Moisés a Josué: Escolhe-nos homens, e sai, peleja contra Amaleque; amanhã eu estarei sobre o cume do outeiro, e a vara de Elohim estará na minha mão.10 - E fez Josué como Moisés lhe dissera, pelejando contra Amaleque; mas Moisés, Arão, e Hur subiram ao cume do outeiro.11 - E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas quando ele abaixava a sua mão, Amaleque prevalecia.12 - Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs.13 - E assim Josué desfez a Amaleque e a seu povo, ao fio da espada.14 - Então disse o Eterno a Moisés: Escreve isto para memória num livro, e relata-o aos ouvidos de Josué; que eu totalmente hei de riscar a memória de Amaleque de debaixo dos céus.15 - E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: O Eterno É MINHA BANDEIRA.16 - E disse: Porquanto jurou o Eterno, haverá guerra do Eterno contra Amaleque de geração em geração.
Haftarah
Juízes 4:4-5:31 4 - E Débora, mulher profetisa, mulher de Lapidote, julgava a Israel naquele tempo.5 - Ela assentava-se debaixo das palmeiras de Débora, entre Ramá e Betel, nas montanhas de Efraim; e os filhos de Israel subiam a ela a juízo.6 - E mandou chamar a Baraque, filho de Abinoão de Quedes de Naftali, e disse-lhe: Porventura o Eterno Elohim de Israel não deu ordem, dizendo: Vai, e atrai gente ao monte Tabor, e toma contigo dez mil homens dos filhos de Naftali e dos filhos de Zebulom?7 - E atrairei a ti para o ribeiro de Quisom, a Sísera, capitão do exército de Jabim, com os seus carros, e com a sua multidão; e o darei na tua mão.8 - Então lhe disse Baraque: Se fores comigo, irei; porém, se não fores comigo, não irei.9 - E disse ela: Certamente irei contigo, porém não será tua a honra da jornada que empreenderes; pois à mão de uma mulher o Eterno venderá a Sísera. E Débora se levantou, e partiu com Baraque para Quedes.10 - Então Baraque convocou a Zebulom e a Naftali em Quedes, e subiu com dez mil homens após ele; e Débora subiu com ele.11 - E Héber, queneu, se tinha apartado dos queneus, dos filhos de Hobabe, sogro de Moisés; e tinha estendido as suas tendas até ao carvalho de Zaanaim, que está junto a Quedes,12 - E anunciaram a Sísera que Baraque, filho de Abinoão, tinha subido ao monte Tabor.13 - E Sísera convocou todos os seus carros, novecentos carros de ferro, e todo o povo que estava com ele, desde Harosete dos gentios até ao ribeiro de Quisom.14 - Então disse Débora a Baraque: Levanta-te, porque este é o dia em que o Eterno tem dado a Sísera na tua mão; porventura o Eterno não saiu adiante de ti? Baraque, pois, desceu do monte Tabor, e dez mil homens após ele.15 - E o Eterno derrotou a Sísera, e a todos os seus carros, e a todo o seu exército ao fio da espada, diante de Baraque; e Sísera desceu do carro, e fugiu a pé.16 - E Baraque perseguiu os carros, e o exército, até Harosete dos gentios; e todo o exército de Sísera caiu ao fio da espada, até não ficar um só.17 - Porém Sísera fugiu a pé à tenda de Jael, mulher de Héber, queneu; porquanto havia paz entre Jabim, rei de Hazor, e a casa de Héber, queneu.18 - E Jael saiu ao encontro de Sísera, e disse-lhe: Entra, senhor meu, entra aqui, não temas. Ele entrou na sua tenda, e ela o cobriu com uma coberta.19 - Então ele lhe disse: Dá-me, peço-te, de beber um pouco de água, porque tenho sede. Então ela abriu um odre de leite, e deu-lhe de beber, e o cobriu.20 - E ele lhe disse: Põe-te à porta da tenda; e há de ser que se alguém vier e te perguntar: Há aqui alguém? Responderás então: Não.21 - Então Jael, mulher de Héber, tomou uma estaca da tenda, e lançou mão de um martelo, e chegou-se mansamente a ele, e lhe cravou a estaca na fonte, de sorte que penetrou na terra, estando ele, porém, num profundo sono, e já muito cansado; e assim morreu.22 - E eis que, seguindo Baraque a Sísera, Jael lhe saiu ao encontro, e disse-lhe: Vem, e mostrar-te-ei o homem que buscas. E foi a ela, e eis que Sísera jazia morto, com a estaca na fonte.23 - Assim Elohim naquele dia sujeitou a Jabim, rei de Canaã, diante dos filhos de Israel. 4 - E continuou a mão dos filhos de Israel a pesar e a endurecer-se sobre Jabim, rei de Canaã; até que exterminaram a Jabim, rei de Canaã.
5:1
1 - E CANTOU Débora e Baraque, filho de Abinoão, naquele mesmo dia, dizendo:2 - Louvai ao Eterno pela vingança de Israel, quando o povo se ofereceu voluntariamente.3 - Ouvi, reis; dai ouvidos, príncipes; eu, eu cantarei ao Eterno; salmodiarei ao Eterno Elohim de Israel.4 - Ó Eterno, saindo tu de Seir, caminhando tu desde o campo de Edom, a terra estremeceu; até os céus gotejaram; até as nuvens gotejaram águas.5 - Os montes se derreteram diante do Eterno, e até Sinai diante do Eterno Elohim de Israel.6 - Nos dias de Sangar, filho de Anate, nos dias de Jael cessaram os caminhos; e os que andavam por veredas iam por caminhos torcidos.7 - Cessaram as aldeias em Israel, cessaram; até que eu, Débora, me levantei, por mãe em Israel me levantei.8 - E se escolhia deuses novos, logo a guerra estava às portas; via-se por isso escudo ou lança entre quarenta mil em Israel?9 - Meu coração é para os legisladores de Israel, que voluntariamente se ofereceram entre o povo; bendizei ao Eterno.10 - Vós os que cavalgais sobre jumentas brancas, que vos assentais em juízo, que andais pelo caminho, falai disto.11 - Donde se ouve o estrondo dos flecheiros, entre os lugares onde se tiram águas, ali falai das justiças do Eterno, das justiças que fez às suas aldeias em Israel; então o povo do Eterno descia às portas.12 - Desperta, desperta, Débora, desperta, desperta, entoa um cântico; levanta-te, Baraque, e leva presos os teus cativos, tu, filho de Abinoão.13 - Então fez dominar sobre os nobres entre o povo, aos que restaram; fez-me o Eterno dominar sobre os poderosos.14 - De Efraim saiu a sua raiz contra Amaleque; e depois de ti vinha Benjamim dentre os teus povos; de Maquir desceram os legisladores, e de Zebulom os que levaram a cana do escriba.15 - Também os principais de Issacar foram com Débora; e como Issacar, assim também Baraque, foi enviado a pé para o vale; nas divisões de Rúben foram grandes as resoluções do coração.16 - Por que ficaste tu entre os currais para ouvires os balidos dos rebanhos? Nas divisões de Rúben tiveram grandes esquadrinhações do coração.17 - Gileade ficou além do Jordão, e Dã por que se deteve nos navios? Aser se assentou na beira dos mares, e ficou junto às suas baías.18 - Zebulom é um povo que expôs a sua vida à morte, como também Naftali, nas alturas do campo.19 - Vieram reis, pelejaram; então pelejaram os reis de Canaã em Taanaque, junto às águas de Megido; não tomaram despojo de prata.20 - Desde os céus pelejaram; até as estrelas desde os lugares dos seus cursos pelejaram contra Sísera.21 - O ribeiro de Quisom os arrastou, aquele antigo ribeiro, o ribeiro de Quisom. Pisaste, ó minha alma, à força.22 - Então os cascos dos cavalos se despedaçaram; pelo galopar, o galopar dos seus valentes.23 - Amaldiçoai a Meroz, diz o anjo do Eterno, acremente amaldiçoai aos seus moradores; porquanto não vieram ao socorro do Eterno, ao socorro do Eterno com os valorosos.24 - Bendita seja entre as mulheres, Jael, mulher de Héber, o queneu; bendita seja entre as mulheres nas tendas.25 - Água pediu ele, leite lhe deu ela; em prato de nobres lhe ofereceu manteiga.26 - À estaca estendeu a sua mão esquerda, e ao martelo dos trabalhadores a sua direita; e matou a Sísera, e rachou-lhe a cabeça, quando lhe pregou e atravessou as fontes.27 - Entre os seus pés se encurvou, caiu, ficou estirado; entre os seus pés se encurvou, caiu; onde se encurvou, ali ficou abatido.28 - A mãe de Sísera olhava pela janela, e exclamava pela grade: Por que tarda em vir o seu carro? Por que se demoram os ruídos dos seus carros?29 - As mais sábias das suas damas responderam; e até ela respondia a si mesma:30 - Porventura não achariam e repartiriam despojos? Uma ou duas moças a cada homem? Para Sísera despojos de estofos coloridos, despojos de estofos coloridos bordados; de estofos coloridos bordados de ambos os lados como despojo para os pescoços.31 - Assim, ó Eterno, pereçam todos os teus inimigos! Porém os que te amam sejam como o sol quando sai na sua força.
Brit Chadashah
Apocalipse 19:1-20:6 1 - E, DEPOIS destas coisas ouvi no céu como que uma grande voz de uma grande multidão, que dizia: Aleluia! Salvação, e glória, e honra, e poder pertencem ao Senhor nosso Elohim;2 - Porque verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou a grande prostituta, que havia corrompido a terra com a sua prostituição, e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos.3 - E outra vez disseram: Aleluia! E a fumaça dela sobe para todo o sempre.4 - E os vinte e quatro anciãos, e os quatro animais, prostraram-se e adoraram a Elohim, que estava assentado no trono, dizendo: Amém. Aleluia!5 - E saiu uma voz do trono, que dizia: Louvai o nosso Elohim, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis, assim pequenos como grandes.6 - E ouvi como que a voz de uma grande multidão, e como que a voz de muitas águas, e como que a voz de grandes trovões, que dizia: Aleluia! pois já o Eterno Elohim Todo-Poderoso reina.7 - Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou.8 - E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos.9 - E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Elohim.10 - E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Yeshua a Elohim; porque o testemunho de Yeshua é o espírito de profecia.11 - E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça.12 - E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo.13 - E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Elohim.14 - E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro.15 - E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Elohim Todo-Poderoso.16 - E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores.17 - E vi um anjo que estava no sol, e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves que voavam pelo meio do céu: Vinde, e ajuntai-vos à ceia do grande Elohim;18 - Para que comais a carne dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a carne dos cavalos e dos que sobre eles se assentam; e a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes.19 - E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército.20 - E a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre.21 - E os demais foram mortos com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes.
20:1
1 - E VI descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão.2 - Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos.3 - E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo.4 - E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Yeshua, e pela palavra de Elohim, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com o Mashiach durante mil anos.5 - Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição.6 - Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Elohim e do Mashiach, e reinarão com ele mil anos.
Salmos
Salmo Shirah 66 1 - CELEBRAI com júbilo a Elohim, todas as terras.2 - Cantai a glória do seu nome; dai glória ao seu louvor.3 - Dizei a Elohim: Quão tremendo és tu nas tuas obras! Pela grandeza do teu poder se submeterão a ti os teus inimigos.4 - Todos os moradores da terra te adorarão e te cantarão; cantarão o teu nome. (Selá.)5 - Vinde, e vede as obras de Elohim: é tremendo nos seus feitos para com os filhos dos homens.6 - Converteu o mar em terra seca; passaram o rio a pé; ali nos alegramos nele.7 - Ele domina eternamente pelo seu poder; os seus olhos estão sobre as nações; não se exaltem os rebeldes. (Selá.)8 - Bendizei, povos, ao nosso Elohim, e fazei ouvir a voz do seu louvor,9 - Ao que sustenta com vida a nossa alma, e não consente que sejam abalados os nossos pés.10 - Pois tu, ó Elohim, nos provaste; tu nos afinaste como se afina a prata.11 - Tu nos puseste na rede; afligiste os nossos lombos,12 - Fizeste com que os homens cavalgassem sobre as nossas cabeças; passamos pelo fogo e pela água; mas nos trouxeste a um lugar espaçoso.13 - Entrarei em tua casa com holocaustos; pagar-te-ei os meus votos,14 - Os quais pronunciaram os meus lábios, e falou a minha boca, quando estava na angústia.15 - Oferecer-te-ei holocaustos gordurosos com incenso de carneiros; oferecerei novilhos com cabritos. (Selá.)16 - Vinde, e ouvi, todos os que temeis a Elohim, e eu contarei o que ele tem feito à minha alma.17 - A ele clamei com a minha boca, e ele foi exaltado pela minha língua.18 - Se eu atender à iniqüidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá;19 - Mas, na verdade, Elohim me ouviu; atendeu à voz da minha oração.20 - Bendito seja Elohim, que não rejeitou a minha oração, nem desviou de mim a sua misericórdia.

