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LEITURA DAS PORÇÕES

27ª Porção: Tazria (Conceber)
Parashah: Lv. 12:1 á 13:59
28ª Porção: Metsora (Lepra)
Parashah: Lv. 14:1 á 15:33
Maftir: Nm 28:9-15
Haftarah: Is 66:1-24
Brit Chadashah: Lc. 7:18 á 35, Mt 23:16 – 24:2, Mt 23:30 -31

27 ª Porção
Parashah

Levítico 12:1 Disse o Eterno a Moisés: Fala aos filhos de Israel: Se uma mulher tiver o seu parto, e der à luz um menino, será imunda sete dias; como nos dias da impureza da sua enfermidade será imunda. Ao oitavo dia a carne de prepúcio do menino será circuncidada. Ela permanecerá trinta e três dias no sangue da sua purificação; em nenhuma coisa sagrada tocará, nem entrará no santuário, até que se cumpram os dias da sua purificação. Mas, se der à luz uma menina, será imunda duas semanas, como na sua impureza; e permanecerá sessenta e seis dias no sangue da sua purificação. Quando forem cumpridos os dias da sua purificação, ou por filho, ou por filha, trará até a entrada da tenda da revelação ao sacerdote um cordeiro de um ano para holocausto, e um pombinho, ou uma rola, para oferta pelo pecado. O sacerdote o oferecerá diante do Eterno, e fará expiação por ela; e ela será purificada da fonte do seu sangue. Esta é a lei da que dá à luz um filho ou uma filha. Se as suas posses não lhe permitirem trazer um cordeiro, tomará duas rolas, ou dois pombinhos: um para holocausto, o outro para oferta pelo pecado. O sacerdote fará expiação por ela, e ela será limpa. Disse o Eterno a Moisés e a Arão: Quando um homem tiver na pele da sua carne uma inchação ou pústula, ou mancha lustrosa, e esta se tornar na pele da sua carne como praga da lepra, será levado a Arão, sacerdote, ou a um dos seus filhos, sacerdotes. O sacerdote examinará a praga na pele da carne. Se o pêlo na praga se tiver tornado branco, e a praga parecer mais funda que a pele da carne, é praga de lepra: o sacerdote o examinará, e o declarará imundo. Se a mancha lustrosa for branca na pele da carne, e não parecer mais funda que a pele, e o pêlo não se tiver tornado branco, o sacerdote encerrará por sete dias aquele que tem a praga. Ao sétimo dia o sacerdote o examinará; se na sua opinião a praga tiver parado, e não se tiver estendido, encerrá-lo-á mais sete dias. Ao sétimo dia o sacerdote tornará a examiná-lo. Se a praga for de uma cor escura, e não se tiver estendido na pele, declará-lo-á limpo: é uma pústula. O homem lavará os seus vestidos, e será limpo. Mas, se a pústula se estender muito na pele, depois de se ter mostrado ao sacerdote para a sua purificação, de novo se lhe mostrará. O sacerdote o examinará, e se a pústula se tiver estendido na pele, declará-lo-á imundo: é lepra. Quando no homem estiver a praga da lepra, será levado ao sacerdote. O sacerdote o examinará: se houver inchação branca na pele, a qual tornou branco o pêlo, e aparecer na inchação carne viva, é lepra inveterada na pele da carne. O sacerdote o declarará imundo; não o encerrará, porque é imundo. Se a lepra se espalhar pela pele, e cobrir desde a cabeça até os pés toda a pele daquele que tem a praga, quanto podem ver os olhos do sacerdote; este o examinará. Se a lepra tiver coberto a carne toda, declarará limpo o que tem a praga: a lepra tornou-se branca; o homem é limpo. Mas, quando nele aparecer a carne viva, será imundo. O sacerdote examinará a carne viva, e declarará o homem imundo; a carne viva é imunda; é lepra. Se a carne viva mudar e ficar de novo branca, o homem virá ao sacerdote, e este o examinará. Se a lepra se tiver tornado branca, o sacerdote declarará limpo o que tem a praga: está limpo. Quando sarar a carne, em cuja pele houver uma úlcera, e no lugar da úlcera aparecer uma inchação branca, ou uma mancha lustrosa, branca tirando a vermelho, mostrar-se-á ao sacerdote; e o sacerdote a examinará. Se ela parecer mais funda que a pele, e o pêlo se tiver tornado branco, o sacerdote declarará o homem imundo: é a praga da lepra, que brotou na úlcera. Porém, se o sacerdote a examinar, e nela não houver pêlo branco, e ela não estiver mais funda que a pele, mas for de uma cor escura, o sacerdote encerrará por sete dias o homem. Se ela se espalhar na pele, o sacerdote declarará o homem imundo: é praga. Mas, se a mancha lustrosa parar no mesmo lugar, e não se espalhar, é a cicatriz da úlcera; o sacerdote declarará o homem limpo. Quando na pele da carne houver queimadura de fogo, e a carne viva da queimadura se tornar em mancha lustrosa, branca tirando a vermelho, ou branca; o sacerdote a examinará. Se o pêlo na mancha lustrosa se tiver tornado branco, e ela parecer mais funda que a pele; é a lepra que brotou na queimadura. O sacerdote declarará o homem imundo: é a praga de lepra. Porém, se o sacerdote a examinar, e não houver pêlo branco na mancha lustrosa, e ela não estiver mais funda que a pele, mas for de uma cor escura; o sacerdote encerrará por sete dias o homem. Ao sétimo dia o sacerdote o examinará. Se ela se tiver espalhado na pele, o sacerdote declarará o homem imundo: é a praga de lepra. Se a mancha lustrosa parar no mesmo lugar e não se espalhar na pele, mas for de uma cor escura; é a inchação da queimadura. O sacerdote declarará limpo o homem, porque é a cicatriz da queimadura. Quando o homem (ou a mulher) tiver a praga na cabeça ou na barba, o sacerdote examinará a praga. Se ela parecer mais funda que a pele, e nela houver pêlo fino amarelo, o sacerdote declarará imundo o homem: é tinha, é lepra da cabeça ou da barba. Se o sacerdote examinar a praga da tinha, e ela não parecer mais funda que a pele, e nela não houver pêlo preto, o sacerdote encerrará por sete dias o que tem a praga da tinha; ao sétimo dia o sacerdote examinará a praga. Se a tinha não se tiver espalhado, e nela não houver pêlo amarelo, e a tinha não parecer mais funda que a pele, o homem será rapado, porém não se rapará a tinha. O sacerdote encerrará por mais sete dias o que tem a tinha. Ao sétimo dia o sacerdote examinará a tinha. Se a tinha não se tiver espalhado na pele e não parecer mais funda que a pele, o sacerdote declarará limpo o homem; este lavará os seus vestidos e será limpo. Mas, se a tinha, depois da sua purificação, se tiver espalhado na pele, o sacerdote o examinará. Se a tinha se tiver espalhado na pele, o sacerdote não procurará o pêlo amarelo: o homem está imundo. Mas, se na sua opinião a tinha tiver parado, e nela tiver crescido pêlo preto, a tinha terá sarado. O homem está limpo, e o sacerdote o declarará limpo. Quando o homem (ou mulher) tiver na pele da sua carne manchas lustrosas, isto é, manchas lustrosas brancas, o sacerdote as examinará. Se as manchas lustrosas na pele da sua carne forem de cor branca tirando a escuro, é uma impigem que brotou na pele: o homem é limpo. Quando os cabelos do homem caírem da cabeça, ele é calvo; contudo é limpo. Se os cabelos lhe caírem da parte dianteira da cabeça, ele é meio calvo; contudo é limpo. Mas, se na calva, ou na meia calva, houver uma praga branca tirando a vermelho; é a lepra que lhe está brotando na calva ou na meia calva. O sacerdote examinará ao homem. Se na calva ou na meia calva a inchação da praga for branca tirando a vermelho, como parece a lepra na pele da carne, o homem é leproso, é imundo. O sacerdote certamente o declarará imundo: a sua praga está na cabeça. Os vestidos do leproso, em quem está a praga, serão rasgados, e a cabeça será descoberta, cobrirá o bigode e clamará: Imundo, imundo. Será imundo por todos os dias em que a praga estiver nele. É imundo, habitará só: a sua habitação será fora do arraial. O vestido também, em que há a praga da lepra, seja vestido de lã, seja vestido de linho; seja na urdidura, seja na trama; de linho, ou de lã; seja numa pele, ou em qualquer coisa feita de pele; se a praga for verde ou vermelha no vestido, ou na pele, ou na urdidura, ou na trama, em qualquer coisa feita de pele; é a praga da lepra, e mostrar-se-á ao sacerdote. O sacerdote examinará a praga, e encerrará por sete dias aquilo que tem a praga. Ao sétimo dia examinará a praga. Se a praga se tiver espalhado no vestido, seja na urdidura, seja na trama, ou na pele, seja qual for a obra em que se empregue, a praga é uma lepra roedora; é imunda. Queimará o vestido, seja a urdidura, seja a trama, de lã ou de linho, ou qualquer coisa feito de pele, em que se acha a praga, pois é uma lepra roedora; no fogo queimar-se-á. Se o sacerdote os examinar, e a praga não se tiver espalhado no vestido, nem na urdidura, nem na trama, nem em qualquer coisa feita de pele; o sacerdote ordenará que se lave aquilo em que está a lepra, e encerrá-lo-á por mais sete dias. O sacerdote a examinará depois que for lavada. Se a praga não tiver mudado de cor, nem se tiver espalhado, é imunda. Queimá-la-ás no fogo: é uma lepra roedora quer por dentro quer por fora. Se o sacerdote a examinar, e a praga for de uma cor escura, depois que for lavada, rasgá-la-á do vestido, ou da pele, ou da urdidura ou da trama. Se a praga ainda aparecer no vestido, quer na urdidura quer na trama, ou em qualquer coisa feita de pele, é uma lepra brotante; com fogo queimarás aquilo em que está a praga. O vestido, quer a urdidura, quer a trama, ou qualquer coisa que for feita de pele, que lavares, se a praga tiver desaparecido deles, lavar-se-ão segunda vez, e serão limpos. Esta é a lei da praga da lepra no vestido de lã ou de linho, quer na urdidura, quer na trama, ou em qualquer coisa feita de pele, para os declarar limpos, ou para os declarar imundos.

13:1 Disse o Eterno a Moisés e a Arão: Quando um homem tiver na pele da sua carne uma inchação ou pústula, ou mancha lustrosa, e esta se tornar na pele da sua carne como praga da lepra, será levado a Arão, sacerdote, ou a um dos seus filhos, sacerdotes. O sacerdote examinará a praga na pele da carne. Se o pêlo na praga se tiver tornado branco, e a praga parecer mais funda que a pele da carne, é praga de lepra: o sacerdote o examinará, e o declarará imundo.Se a mancha lustrosa for branca na pele da carne, e não parecer mais funda que a pele, e o pêlo não se tiver tornado branco, o sacerdote encerrará por sete dias aquele que tem a praga. Ao sétimo dia o sacerdote o examinará; se na sua opinião a praga tiver parado, e não se tiver estendido, encerrá-lo-á mais sete dias.Ao sétimo dia o sacerdote tornará a examiná-lo. Se a praga for de uma cor escura, e não se tiver estendido na pele, declará-lo-á limpo: é uma pústula. O homem lavará os seus vestidos, e será limpo. Mas, se a pústula se estender muito na pele, depois de se ter mostrado ao sacerdote para a sua purificação, de novo se lhe mostrará.O sacerdote o examinará, e se a pústula se tiver estendido na pele, declará-lo-á imundo: é lepra.Quando no homem estiver a praga da lepra, será levado ao sacerdote. O sacerdote o examinará: se houver inchação branca na pele, a qual tornou branco o pêlo, e aparecer na inchação carne viva, é lepra inveterada na pele da carne. O sacerdote o declarará imundo; não o encerrará, porque é imundo. Se a lepra se espalhar pela pele, e cobrir desde a cabeça até os pés toda a pele daquele que tem a praga, quanto podem ver os olhos do sacerdote; este o examinará. Se a lepra tiver coberto a carne toda, declarará limpo o que tem a praga: a lepra tornou-se branca; o homem é limpo. Mas, quando nele aparecer a carne viva, será imundo. O sacerdote examinará a carne viva, e declarará o homem imundo; a carne viva é imunda; é lepra.Se a carne viva mudar e ficar de novo branca, o homem virá ao sacerdote, e este o examinará. Se a lepra se tiver tornado branca, o sacerdote declarará limpo o que tem a praga: está limpo. Quando sarar a carne, em cuja pele houver uma úlcera, e no lugar da úlcera aparecer uma inchação branca, ou uma mancha lustrosa, branca tirando a vermelho, mostrar-se-á ao sacerdote; e o sacerdote a examinará. Se ela parecer mais funda que a pele, e o pêlo se tiver tornado branco, o sacerdote declarará o homem imundo: é a praga da lepra, que brotou na úlcera. Porém, se o sacerdote a examinar, e nela não houver pêlo branco, e ela não estiver mais funda que a pele, mas for de uma cor escura, o sacerdote encerrará por sete dias o homem. Se ela se espalhar na pele, o sacerdote declarará o homem imundo: é praga. Mas, se a mancha lustrosa parar no mesmo lugar, e não se espalhar é a cicatriz da úlcera; o sacerdote declarará o homem limpo. Quando na pele da carne houver queimadura de fogo, e a carne viva da queimadura se tornar em mancha lustrosa, branca tirando a vermelho, ou branca; o sacerdote a examinará. Se o pêlo na mancha lustrosa se tiver tornado branco, e ela parecer mais funda que a pele; é a lepra que brotou na queimadura. O sacerdote declarará o homem imundo: é a praga de lepra. Porém, se o sacerdote a examinar, e não houver pêlo branco na mancha lustrosa, e ela não estiver mais funda que a pele, mas for de uma cor escura; o sacerdote encerrará por sete dias o homem. Ao sétimo dia o sacerdote o examinará. Se ela se tiver espalhado na pele, o sacerdote declarará o homem imundo: é a praga de lepra. Se a mancha lustrosa parar no mesmo lugar e não se espalhar na pele, mas for de uma cor escura; é a inchação da queimadura. O sacerdote declarará limpo o homem, porque é a cicatriz da queimadura. Quando o homem (ou a mulher) tiver a praga na cabeça ou na barba, o sacerdote examinará a praga. Se ela parecer mais funda que a pele, e nela houver pêlo fino amarelo, o sacerdote declarará imundo o homem: é tinha, é lepra da cabeça ou da barba. Se o sacerdote examinar a praga da tinha, e ela não parecer mais funda que a pele, e nela não houver pêlo preto, o sacerdote encerrará por sete dias o que tem a praga da tinha; ao sétimo dia o sacerdote examinará a praga. Se a tinha não se tiver espalhado, e nela não houver pêlo amarelo, e a tinha não parecer mais funda que a pele, o homem será rapado, porém não se rapará a tinha. O sacerdote encerrará por mais sete dias o que tem a tinha. Ao sétimo dia o sacerdote examinará a tinha. Se a tinha não se tiver espalhado na pele e não parecer mais funda que a pele, o sacerdote declarará limpo o homem; este lavará os seus vestidos e será limpo. Mas, se a tinha, depois da sua purificação, se tiver espalhado na pele, o sacerdote o examinará. Se a tinha se tiver espalhado na pele, o sacerdote não procurará o pêlo amarelo: o homem está imundo. Mas, se na sua opinião a tinha tiver parado, e nela tiver crescido pêlo preto, a tinha terá sarado. O homem está limpo, e o sacerdote o declarará limpo. Quando o homem (ou mulher) tiver na pele da sua carne manchas lustrosas, isto é, manchas lustrosas brancas,o sacerdote as examinará. Se as manchas lustrosas na pele da sua carne forem de cor branca tirando a escuro, é uma impigem que brotou na pele: o homem é limpo. Quando os cabelos do homem caírem da cabeça, ele é calvo; contudo é limpo. Se os cabelos lhe caírem da parte dianteira da cabeça, ele é meio calvo; contudo é limpo. Mas, se na calva, ou na meia calva, houver uma praga branca tirando a vermelho; é a lepra que lhe está brotando na calva ou na meia calva. O sacerdote examinará ao homem. Se na calva ou na meia calva a inchação da praga for branca tirando a vermelho, como parece a lepra na pele da carne, o homem é leproso, é imundo. O sacerdote certamente o declarará imundo: a sua praga está na cabeça.Os vestidos do leproso, em quem está a praga, serão rasgados, e a cabeça será descoberta, cobrirá o bigode e clamará: Imundo, imundo.Será imundo por todos os dias em que a praga estiver nele. É imundo, habitará só: a sua habitação será fora do arraial. O vestido também, em que há a praga da lepra, seja vestido de lã, seja vestido de linho; seja na urdidura, seja na trama; de linho, ou de lã; seja numa pele, ou em qualquer coisa feita de pele;se a praga for verde ou vermelha no vestido, ou na pele, ou na urdidura, ou na trama, em qualquer coisa feita de pele; é a praga da lepra, e mostrar-se-á ao sacerdote.O sacerdote examinará a praga, e encerrará por sete dias aquilo que tem a praga. Ao sétimo dia examinará a praga. Se a praga se tiver espalhado no vestido, seja na urdidura, seja na trama, ou na pele, seja qual for a obra em que se empregue, a praga é uma lepra roedora; é imunda. Queimará o vestido, seja a urdidura, seja a trama, de lã ou de linho, ou qualquer coisa feito de pele, em que se acha a praga, pois é uma lepra roedora; no fogo queimar-se-á. Se o sacerdote os examinar, e a praga não se tiver espalhado no vestido, nem na urdidura, nem na trama, nem em qualquer coisa feita de pele; o sacerdote ordenará que se lave aquilo em que está a lepra, e encerrá-lo-á por mais sete dias.O sacerdote a examinará depois que for lavada. Se a praga não tiver mudado de cor, nem se tiver espalhado, é imunda. Queimá-la-ás no fogo: é uma lepra roedora quer por dentro quer por fora. Se o sacerdote a examinar, e a praga for de uma cor escura, depois que for lavada, rasgá-la-á do vestido, ou da pele, ou da urdidura ou da trama. Se a praga ainda aparecer no vestido, quer na urdidura quer na trama, ou em qualquer coisa feita de pele, é uma lepra brotante; com fogo queimarás aquilo em que está a praga. O vestido, quer a urdidura, quer a trama, ou qualquer coisa que for feita de pele, que lavares, se a praga tiver desaparecido deles, lavar-se-ão segunda vez, e serão limpos. Esta é a lei da praga da lepra no vestido de lã ou de linho, quer na urdidura, quer na trama, ou em qualquer coisa feita de pele, para os declarar limpos, ou para os declarar imundos.

28ª porção
Parashah

Levítico 14:1 O Eterno disse a Moisés: Esta será a lei do leproso no dia da sua purificação: será levado ao sacerdote. O sacerdote sairá para fora do arraial, e o examinará. Se a praga da lepra for curada no leproso; o sacerdote ordenará se tomem para aquele que se há de purificar duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e escarlata, e hissopo;e que se mate uma das aves num vaso de barro sobre águas vivas. Quanto à ave viva, tomá-la-á, e o pau de cedro, e a escarlata, e o hissopo, e os molhará juntamente com a ave viva no sangue da ave que for morta sobre as águas vivas. Aspergirá sete vezes sobre aquele que se há de purificar da lepra, e declará-lo-á limpo, e soltará a ave viva sobre a face do campo.Aquele que se há de purificar lavará os seus vestidos, rapará todo o seu pêlo, banhar-se-á e será limpo; depois entrará no arraial, mas ficará sete dias fora da sua tenda.Ao sétimo dia rapará todos os cabelos da cabeça, a barba e as sobrancelhas, sim rapará todo o pêlo, lavará os seus vestidos, banhará o corpo em água e será limpo. Ao oitavo dia tomará dois cordeiros sem defeito, e uma cordeira de um ano sem defeito, e três dízimas de uma efa de flor de farinha, amassada com azeite, como oferta de cereais, e um log de azeite. E o sacerdote que faz a purificação, apresentará, diante do Eterno, à entrada da tenda da revelação o homem que se há de purificar com essas coisas. Tomará um dos cordeiros, e o oferecerá como oferta pela culpa, e o log de azeite, e os oferecerá como oferta movida diante do Eterno. Matará o cordeiro no lugar em que é morta a oferta pelo pecado e o holocausto, a saber, no lugar do santuário; pois, como a oferta pelo pecado pertence ao sacerdote, assim também a oferta pela culpa: coisa santíssima é.O sacerdote tomará do sangue da oferta pela culpa, e pô-lo-á sobre a ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar de seu pé direito. Tomará do log de azeite, e o deitará na palma da mão esquerda; molhará o dedo direito no azeite que está na mão esquerda, e com o dedo aspergirá do azeite sete vezes diante do Eterno. Do restante do azeite que está na mão porá sobre a ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito, por cima do sangue da oferta pela culpa. O restante do azeite que está na mão do sacerdote, pô-lo-á sobre a cabeça daquele que se há de purificar, e fará expiação por ele diante do Eterno. Então o sacerdote oferecerá a oferta pelo pecado, e fará expiação por aquele que se há de purificar por causa da sua imundícia. Depois imolará o holocausto, e oferecerá o holocausto e a oferta de cereais sobre o altar; fará expiação por ele, e ele será limpo. Se for pobre, e as suas posses não lhe permitirem trazer tanto, tomará um cordeiro para uma oferta pela culpa como oferta movida, a fim de fazer expiação por ele, e uma dízima de uma efa de flor de farinha amassada com azeite como uma oferta de cereais, e um log de azeite;e duas rolas ou dois pombinhos, conforme as suas posses permitirem, um dos quais será uma oferta pelo pecado, e o outro para o holocausto. Ao oitavo dia os trará pela sua purificação ao sacerdote, à entrada da tenda da revelação, diante do Eterno. O sacerdote tomará o cordeiro da oferta pela culpa, e o log de azeite, e os oferecerá por oferta movida diante de Eterno. Matará o cordeiro da oferta pela culpa, e tomará do sangue da oferta pela culpa, e pô-lo-á sobre a ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito. Deitará do azeite na palma da mão esquerda; e com o dedo direito aspergirá diante do Eterno sete vezes do azeite que está na mão esquerda. Do azeite que está na mão porá sobre a ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar de seu pé direito, por cima do sangue da oferta pela culpa. O restante do azeite que está na mão porá sobre a cabeça daquele que se há de purificar, para fazer expiação por ele diante do Eterno. Oferecerá uma das rolas, ou um dos pombinhos, conforme as suas posses lhe permitirem, sim conforme as suas posses: um para oferta pelo pecado, e o outro para holocausto, juntamente com a oferta de cereais; e o sacerdote fará expiação diante do Eterno por aquele que se há de purificar. Esta é a lei daquele em quem está a praga da lepra, e cujas posses não lhe permitirem trazer o que pertence à sua purificação. Disse mais o Eterno a Moisés e a Arão: Quando entrardes na terra de Canaã, que eu vos hei de dar a vós em possessão, e eu puser a praga da lepra numa casa da terra da vossa possessão; o dono da casa irá e informará ao sacerdote, dizendo: Parece-me que há como praga em minha casa. O sacerdote ordenará que despejem a casa, antes que entre para examinar a praga, para que não fique imundo tudo o que está na casa. Depois entrará para examinar a casa;examiná-la-á, e, se a praga estiver nas paredes da casa em cavidades verdes ou vermelhas e parecer mais funda que a parede, o sacerdote sairá da casa até a porta dela, e a fechará por sete dias. Voltará ao sétimo dia, e a examinará. Se a praga se tiver espalhado nas paredes da casa,ele ordenará que se arranquem as pedras em que está a praga, e que as lancem fora da cidade num lugar imundo. Fará raspar a casa por dentro ao redor, e a argamassa que houverem raspado deitarão fora da cidade num lugar imundo; tomarão outras pedras, e as porão no lugar dessas pedras; tomará outra argamassa, e rebocará a casa. Se a praga voltar a brotar na casa, depois de arrancadas as pedras, raspada a casa e de novo rebocada; o sacerdote entrará e a examinará. Se a praga se tiver espalhado na casa, é lepra roedora na casa: é imunda. Derrubar-se-á a casa, as suas pedras e a sua madeira, e toda a argamassa da casa; e se levará para fora da cidade a um lugar imundo.Também aquele que entrar na casa, enquanto estiver fechada, será imundo até a tarde. Aquele que se deitar na casa lavará os seus vestidos; e quem comer na casa lavará os seus vestidos. Porém, se o sacerdote entrar e a examinar, e a praga não se tiver espalhado na casa, depois que tiver sido rebocada; declará-la-á limpa, porque a praga está curada. Para purificar a casa, tomará duas aves, e pau de cedro, e escarlata e hissopo. Matará uma das aves num vaso de barro sobre águas vivas; tomará o pau de cedro, e o hissopo, e a escarlata e a ave viva, e os molhará no sangue da ave morta, e nas águas vivas, e aspergirá a casa sete vezes. Purificará a casa com o sangue da ave, com as águas vivas, com a ave viva, com o pau de cedro, com o hissopo e com a escarlata; mas soltará a ave viva para fora da cidade sobre a face do campo. Assim fará expiação pela casa; e será limpa. Esta é a lei de toda a sorte de praga de lepra e de tinha;da lepra dos vestidos e das casas; das inchações, das pústulas e das manchas lustrosas; para ensinar quando for imundo, e quando for limpo: esta é a lei da lepra.

15:1 Disse o Eterno a Moisés e a Arão: Falai aos filhos de Israel, e dizei-lhes: Quando um homem tiver fluxo da sua carne, por causa do seu fluxo está imundo. Esta será a sua imundícia no seu fluxo: quer a sua carne deixe vazar o fluxo, quer o retenha, é sua imundícia. Qualquer cama em que se deitar aquele que tiver o fluxo será imunda; e tudo sobre o que se assentar será imundo. Todo o que tocar na cama dele lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. Quem se assentar sobre aquilo em que se assentou o que tem o fluxo lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. Quem tocar na carne daquele que tem o fluxo lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. Se o homem que tiver o fluxo cuspir sobre aquele que é limpo; lavará este os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. Qualquer sela, sobre que cavalgar o que tem o fluxo, será imunda. Todo o que tocar em alguma coisa que tenha estado debaixo dele ficará imundo até a tarde; quem levar alguma dessas coisas lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água, e ficará imundo até a tarde.Também todo aquele a quem tocar o que tiver o fluxo, sem ter antes lavado as mãos em água, lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. O vaso de barro, em que tocar o que tiver o fluxo, será quebrado, e todo o vaso de pau será lavado em água. Quando o que tiver o fluxo, estiver limpo do seu fluxo, contará para si sete dias para a sua purificação, e lavará os seus vestidos, banhará o seu corpo em águas vivas e será limpo. Ao oitavo dia tomará para si duas rolas e dois pombinhos, e virá perante o Eterno à entrada da tenda da revelação. Dá-los-á ao sacerdote, que os oferecerá, um para oferta pelo pecado, e o outro para holocausto, e fará expiação por ele diante do Eterno por causa do seu fluxo. Se sair dum homem o seu sêmen, banhará o seu corpo todo em água e ficará imundo até a tarde. Todo o vestido, e toda a pele, sobre o que houver o sêmen, serão lavados com água, e ficarão imundos até a tarde. Se um homem se ajuntar com uma mulher, ambos se banharão em água e ficarão imundos até a tarde.Se a mulher tiver um fluxo, e o seu fluxo na sua carne for sangue, ficará na sua impureza por sete dias; todo aquele que a tocar será imundo até a tarde.Tudo sobre que ela se deitar na sua impureza será imundo; e tudo sobre que se assentar será imundo. Quem tocar no leito dela lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. Quem tocar alguma coisa sobre que ela se tiver assentado lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. Se o sangue estiver sobre a cama, ou sobre alguma coisa sobre que ela se assentar, quando o homem o tocar, ficará imundo até a tarde. Se um homem se deitar com ela e a sua impureza estiver sobre ele, será imundo sete dias; e toda a cama sobre que ele se deitar será imunda. Se uma mulher tiver um fluxo do seu sangue por muitos dias fora do tempo da sua impureza, ou se o fluxo passar além do tempo da sua impureza; por todos os dias do fluxo da sua imundícia ela estará como nos dias da sua impureza; ela está imunda.Toda a cama, sobre que ela se deitar durante todos os dias do seu fluxo, ser-lhe-á como a cama da sua impureza; e tudo sobre que se assentar será imundo, como a imundícia da sua impureza. Quem tocar estas coisas será imundo, lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. Mas, se for limpa do seu fluxo, contará para si sete dias, e depois será limpa. Ao oitavo dia tomará para si duas rolas, ou dois pombinhos, e os trará ao sacerdote, à entrada da tenda da revelação. O sacerdote oferecerá um para oferta pelo pecado, e outro para holocausto; fará expiação por ela diante do Eterno por causa do fluxo da sua imundícia. Assim separareis os filhos de Israel da sua imundícia, para que não morram na sua imundícia, quando contaminarem o meu tabernáculo que está no meio deles. Esta é a lei daquele que tem o fluxo, e daquele de quem sai o sêmen, de maneira que por eles se torna imundo; daquela que está enferma com a sua impureza, daquele que tem o fluxo, do homem, e da mulher, e daquele que se deitar com aquela que está imunda.

Haftarah

Isaías 66:1-24 Assim diz o Eterno: O céu é o meu trono, e a terra é o escabelo dos meus pés. Que casa é essa que me haveis de edificar? e em que lugar será o meu descanso?A minha mão fez todas estas coisas, e assim vieram a ser todas elas, diz o Eterno; mas para esse homem olharei, isto é, para aquele que é pobre, e de um espírito contrito e que treme da minha palavra. Quem mata um boi, é como o que tira a vida a um homem; quem sacrifica um cordeiro como o que quebra o pescoço a um cão; quem oferece uma oblação, como o que oferece sangue de porco; quem queima incenso, como o que bendiz a um ídolo. Eles fizeram escolha dos seus caminhos, e a sua alma se deleita nas suas abominações. Também eu escolherei os seus infortúnios, e trarei sobre eles o que eles temem; porque quando chamei, ninguém respondeu; quando falei, eles não ouviram, mas fizeram o que era mau aos meus olhos, e escolheram aquilo em que eu não tinha prazer. Ouvi a palavra do Eterno, os que tremeis da sua palavra. Vossos irmãos que vos odeiam, e vos rejeitam por causa do meu nome, disseram: Seja glorificado Eterno, para que vejamos o vosso gozo; eles, porém, serão envergonhados. Uma voz do tumulto, vinda da cidade, uma voz vinda do templo, uma voz do Eterno que dá o pago aos seus inimigos. Antes que ela estivesse de parto, deu à luz; antes que lhe viessem as dores, nasceu-lhe um filho varão. Quem jamais ouviu tal coisa? quem viu coisas semelhantes? Acaso nascerá a terra num só dia? acaso será uma nação dada à luz de uma só vez? Pois logo que Sião esteve de parto, deu à luz seus filhos. Acaso farei eu abrir a madre, e não farei nascer? Diz o Eterno; acaso eu que faço nascer, fecharei a madre? diz o teu Elohim. Regozijai-vos com Jerusalém, e alegrai-vos por causa dela, todos vós os que a amais; regozijai-vos com ela de alegria, todos vós os que chorais sobre ela; para que mameis, e vos farteis dos peitos das suas consolações; para que chupeis, e vos deleiteis com a abundância da sua glória. Pois assim diz o Eterno: Eis que eu estenderei sobre ela a paz como um rio, e a glória das nações como uma torrente que trasborda, e delas chupareis; nos braços sereis levados, e sobre os joelhos sereis acariciados. Como quem recebe de sua mãe conforto, assim eu vos confortarei, e em Jerusalém sereis confortados.Vós o vereis, e o vosso coração se regozijará, e os vossos ossos como a relva verde florescerão; conhecer-se-á a mão do Eterno a favor dos seus servos, e ele se indignará contra os seus inimigos. Pois eis que virá Eterno com fogo, e os seus carros serão como o torvelinho, para retribuir a sua ira com furor, e a sua repreensão com labaredas de fogo. Pois com o fogo e com a sua espada entrarão o Eterno em juízo com toda a carne; e serão muitos os que ficarão mortos pelo Eterno. Os que se santificam e se purificam para entrarem nos jardins uns após outros, os que comem de carne de porco, e da abominação, e do rato, todos eles serão consumidos, diz o Eterno. Pois eu conheço as suas obras e os seus pensamentos; vem o dia em que ajuntarei todas as nações e línguas; elas comparecerão e verão a minha glória. Porei nela um sinal, e os que dentre eles escaparem, eu os enviarei às nações, a Társis, Pul e Lude, cujos povos atiram com setas, a Tubal e Javã, às ilhas remotas, que não ouviram a minha fama, nem viram a minha glória; eles anunciarão entre as nações a minha glória. A todos os vossos irmãos, tirados dentre todas as nações, eles os trarão como uma oferta para Eterno; sobre cavalos, em carros, e em liteiras, e sobre mulas, e sobre dromedários, os trarão ao meu santo monte, a Jerusalém, diz o Eterno, como os filhos de Israel trazem a sua oferta num vaso limpo à casa do Eterno. Deles também tomarei alguns para sacerdotes e para levitas, diz o Eterno. Pois como diante de mim durarão os céus novos, e a terra nova, que hei de fazer, assim durará a vossa posteridade e o vosso nome. Desde uma lua nova até outra, e desde um sábado até outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Eterno. Eles sairão, e verão os cadáveres dos homens que transgrediram contra mim. Pois o seu verme não morrerá, nem o seu fogo se apagará, e eles serão uma abominação para toda a carne.

Brit Chadashah

Lc. 7:18 á 35, Mt 23:16 – 24:2, Mt 23:30 -31

Lucas 7:18 – 35 Todas estas coisas foram contadas a João pelos seus discípulos. João, chamando dois deles, enviou-os a: Yeshua (Jesus) para perguntar: És tu aquele que há de vir, ou havemos de esperar outro? Quando estes homens chegaram a Yeshua, disseram: João Batista enviou-nos para te perguntar: És tu aquele que há de vir, ou havemos de esperar outro. Na mesma hora curou Yeshua a muitos de moléstias, de flagelos e de espíritos malignos; e deu vista a muitos cegos. Então lhes respondeu: Ide contar a João o que vistes e ouvistes; os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos ficam limpos, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, aos pobres anuncia-se-lhes o Evangelho; e bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço. Partidos que foram os mensageiros de João, começou Yeshua a falar ao povo a respeito de João: Que saístes a ver no deserto? uma cana agitada pelo vento? Mas que saístes a ver? um homem vestido de roupas finas? Os que se vestem ricamente e vivem no luxo, assistem nos palácios dos reis. Mas que saístes a ver? um profeta? Sim, vos digo, e muito mais do que profeta. Este é aquele de quem está escrito: Eis aí envio eu ante a tua face o meu anjo, Que há de preparar o teu caminho diante de ti. Eu vos digo: Entre os nascidos de mulher não há nenhum maior do que João; mas o que é menor no reino de Elohim, é maior do que ele. Ao ouvir isto, todo o povo e até os publicanos reconheceram a justiça de Elohim, sendo batizados com o batismo de João; mas os fariseus e os doutores da lei frustraram o desígnio de Elohim quanto a si mesmos, não sendo batizados por ele. A que, pois, compararei os homens desta geração, e a que são eles semelhantes? São semelhantes aos meninos que se assentam na praça e gritam uns para os outros: Nós vos tocamos flauta, e vós não dançastes; entoamos lamentações, e não pranteastes. Pois veio João Batista não comendo pão nem bebendo vinho, e dizeis: Ele tem demônio. Veio o Filho do homem comendo e bebendo, e dizeis: Eis um homem glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores? Contudo a sabedoria é justificada por todos os seus filhos.

Mateus 23:16-24:2 Ai de vós, guias cegos! que dizeis: Quem jurar pelo santuário, isso nada é; mas quem jurar pelo ouro do santuário, fica obrigado ao que jurou. Néscios e cegos! pois qual é maior, o ouro ou o santuário que santifica o ouro? Quem jurar pelo altar, isso nada é; mas quem jurar pela oferta que está sobre o altar, fica obrigado ao que jurou.Cegos! pois qual é maior, a oferta ou o altar que santifica a oferta? Quem, pois, jura pelo altar, jura por ele, e por tudo o que está sobre ele; quem jura pelo santuário, jura por ele, e por aquele que nele habita; e quem jura pelo céu, jura pelo trono de Elohim, e por aquele que nele se assenta. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! porque dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei, que são a justiça, a misericórdia e a fidelidade; estas coisas, porém, devíeis fazer sem omitirdes aquelas. Guias cegos! que coais um mosquito e engolis um camelo. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! porque limpais o exterior do copo e do prato, mas estes por dentro estão cheios de rapina e de intemperança. Fariseu cego! limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior se torne limpo. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! porque sois semelhantes aos sepulcros branqueados, que por fora parecem realmente vistosos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! porque erigis os sepulcros dos profetas e adornais os túmulos dos justos, e dizeis: Se tivéssemos vivido nos dias de nossos pais, não teríamos sido seus cúmplices no sangue dos profetas. Assim testificais contra vós mesmos que sois filhos daqueles que mataram os profetas. Enchei, pois, a medida de vossos pais.Serpentes, raça de víboras! como escapareis da condenação da geena?Por isso é que eu vos envio profetas, sábios e escribas: a uns matareis e crucificareis, a outros açoitareis nas vossas sinagogas e perseguireis de cidade em cidade; para que venha sobre vós todo o sangue dos justos derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o santuário e o altar. Em verdade vos digo que tudo isto virá sobre esta geração. Jerusalém, Jerusalém! que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar teus filhos, como uma galinha ajunta os do seu ninho debaixo das suas asas, e tu não o quiseste! Eis aí vos é deixada a vossa casa. Declaro-vos, pois, que desde agora não me vereis mais, até que digais: Bendito aquele que vem em nome do Eterno. Tendo saído Yeshua do templo, ia-se retirando, quando se chegaram a ele seus discípulos para lhe mostrarem os edifícios do templo. Mas ele lhes disse: Vedes tudo isto? em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra, que não seja derribada.

 

Mateus 23: 30-31 edizeis: Se tivéssemos vivido nos dias de nossos pais, não teríamos sido seus cúmplices no sangue dos profetas. Assim testificais contra vós mesmos que sois filhos daqueles que mataram os profetas.

 

 

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