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LEITURA DAS PORÇÕES

28ª Porção - Metsora

Shushan Purim

Parashah: Lv 14:8 à 15:30
Haftarah: II Re 7:3-20
Brit Hadashah: Mt 23:16 à 24:2
Salmo: 120
Havdalah: 18:53h

Parashah

Levítico 14:1-15:33 “1 O Eterno disse a Moisés: 2 Esta será a lei do leproso no dia da sua purificação: será levado ao sacerdote. 3 O sacerdote sairá para fora do arraial, e o examinará. Se a praga da lepra for curada no leproso; 4 o sacerdote ordenará se tomem para aquele que se há de purificar duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e escarlata, e hissopo; 5 e que se mate uma das aves num vaso de barro sobre águas vivas. 6 Quanto à ave viva, tomá-la-á, e o pau de cedro, e a escarlata, e o hissopo, e os molhará juntamente com a ave viva no sangue da ave que for morta sobre as águas vivas. 7 Aspergirá sete vezes sobre aquele que se há de purificar da lepra, e declará-lo-á limpo, e soltará a ave viva sobre a face do campo. 8 Aquele que se há de purificar lavará os seus vestidos, rapará todo o seu pêlo, banhar-se-á e será limpo; depois entrará no arraial, mas ficará sete dias fora da sua tenda. 9 Ao sétimo dia rapará todos os cabelos da cabeça, a barba e as sobrancelhas, sim rapará todo o pêlo, lavará os seus vestidos, banhará o corpo em água e será limpo. 10 Ao oitavo dia tomará dois cordeiros sem defeito, e uma cordeira de um ano sem defeito, e três dízimas de uma efa de flor de farinha, amassada com azeite, como oferta de cereais, e um log de azeite. 11 E o sacerdote que faz a purificação, apresentará, diante do Eterno, à entrada da tenda da revelação o homem que se há de purificar com essas coisas. 12 Tomará um dos cordeiros, e o oferecerá como oferta pela culpa, e o log de azeite, e os oferecerá como oferta movida diante do Eterno. 13 Matará o cordeiro no lugar em que é morta a oferta pelo pecado e o holocausto, a saber, no lugar do santuário; pois, como a oferta pelo pecado pertence ao sacerdote, assim também a oferta pela culpa: coisa santíssima é. 14 O sacerdote tomará do sangue da oferta pela culpa, e pô-lo-á sobre a ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar de seu pé direito. 15 Tomará do log de azeite, e o deitará na palma da mão esquerda; 16 molhará o dedo direito no azeite que está na mão esquerda, e com o dedo aspergirá do azeite sete vezes diante do Eterno. 17 Do restante do azeite que está na mão porá sobre a ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito, por cima do sangue da oferta pela culpa. 18 O restante do azeite que está na mão do sacerdote, pô-lo-á sobre a cabeça daquele que se há de purificar, e fará expiação por ele diante do Eterno. 19 Então o sacerdote oferecerá a oferta pelo pecado, e fará expiação por aquele que se há de purificar por causa da sua imundícia. Depois imolará o holocausto, 20 e oferecerá o holocausto e a oferta de cereais sobre o altar; fará expiação por ele, e ele será limpo. 21 Se for pobre, e as suas posses não lhe permitirem trazer tanto, tomará um cordeiro para uma oferta pela culpa como oferta movida, a fim de fazer expiação por ele, e uma dízima de uma efa de flor de farinha amassada com azeite como uma oferta de cereais, e um log de azeite; 22 e duas rolas ou dois pombinhos, conforme as suas posses permitirem, um dos quais será uma oferta pelo pecado, e o outro para o holocausto. 23 Ao oitavo dia os trará pela sua purificação ao sacerdote, à entrada da tenda da revelação, diante do Eterno. 24 O sacerdote tomará o cordeiro da oferta pela culpa, e o log de azeite, e os oferecerá por oferta movida diante do Eterno. 25 Matará o cordeiro da oferta pela culpa, e tomará do sangue da oferta pela culpa, e pô-lo-á sobre a ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito. 26 Deitará do azeite na palma da mão esquerda; 27 e com o dedo direito aspergirá diante do Eterno sete vezes do azeite que está na mão esquerda. 28 Do azeite que está na mão porá sobre a ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar de seu pé direito, por cima do sangue da oferta pela culpa. 29 O restante do azeite que está na mão porá sobre a cabeça daquele que se há de purificar, para fazer expiação por ele diante do Eterno. 30 Oferecerá uma das rolas, ou um dos pombinhos, conforme as suas posses lhe permitirem, 31 sim conforme as suas posses: um para oferta pelo pecado, e o outro para holocausto, juntamente com a oferta de cereais; e o sacerdote fará expiação diante do Eterno por aquele que se há de purificar. 32 Esta é a lei daquele em quem está a praga da lepra, e cujas posses não lhe permitirem trazer o que pertence à sua purificação. 33 Disse mais o Eterno a Moisés e a Arão: 34 Quando entrardes na terra de Canaã, que eu vos hei de dar a vós em possessão, e eu puser a praga da lepra numa casa da terra da vossa possessão; 35 o dono da casa irá e informará ao sacerdote, dizendo: Parece-me que há como praga em minha casa. 36 O sacerdote ordenará que despejem a casa, antes que entre para examinar a praga, para que não fique imundo tudo o que está na casa. Depois entrará para examinar a casa; 37 examiná-la-á, e, se a praga estiver nas paredes da casa em cavidades verdes ou vermelhas e parecer mais funda que a parede, 38 o sacerdote sairá da casa até a porta dela, e a fechará por sete dias. 39 Voltará ao sétimo dia, e a examinará. Se a praga se tiver espalhado nas paredes da casa, 40 ele ordenará que se arranquem as pedras em que está a praga, e que as lancem fora da cidade num lugar imundo. 41 Fará raspar a casa por dentro ao redor, e a argamassa que houverem raspado deitarão fora da cidade num lugar imundo; 42 tomarão outras pedras, e as porão no lugar dessas pedras; tomará outra argamassa, e rebocará a casa. 43 Se a praga voltar a brotar na casa, depois de arrancadas as pedras, raspada a casa e de novo rebocada; 44 o sacerdote entrará e a examinará. Se a praga se tiver espalhado na casa, é lepra roedora na casa: é imunda. 45 Derrubar-se-á a casa, as suas pedras e a sua madeira, e toda a argamassa da casa; e se levará para fora da cidade a um lugar imundo. 46 Também aquele que entrar na casa, enquanto estiver fechada, será imundo até a tarde. 47 Aquele que se deitar na casa lavará os seus vestidos; e quem comer na casa lavará os seus vestidos. 48 Porém, se o sacerdote entrar e a examinar, e a praga não se tiver espalhado na casa, depois que tiver sido rebocada; declará-la-á limpa, porque a praga está curada. 49 Para purificar a casa, tomará duas aves, e pau de cedro, e escarlata e hissopo. 50 Matará uma das aves num vaso de barro sobre águas vivas; 51 tomará o pau de cedro, e o hissopo, e a escarlata e a ave viva, e os molhará no sangue da ave morta, e nas águas vivas, e aspergirá a casa sete vezes. 52 Purificará a casa com o sangue da ave, com as águas vivas, com a ave viva, com o pau de cedro, com o hissopo e com a escarlata; 53 mas soltará a ave viva para fora da cidade sobre a face do campo. Assim fará expiação pela casa; e será limpa. 54 Esta é a lei de toda a sorte de praga de lepra e de tinha; 55 da lepra dos vestidos e das casas; 56 das inchações, das pústulas e das manchas lustrosas; 57 para ensinar quando for imundo, e quando for limpo: esta é a lei da lepra.

15:1 Disse o Eterno a Moisés e a Arão: 2 Falai aos filhos de Israel, e dizei-lhes: Quando um homem tiver fluxo da sua carne, por causa do seu fluxo está imundo. 3 Esta será a sua imundícia no seu fluxo: quer a sua carne deixe vazar o fluxo, quer o retenha, é sua imundícia. 4 Qualquer cama em que se deitar aquele que tiver o fluxo será imunda; e tudo sobre o que se assentar será imundo. 5 Todo o que tocar na cama dele lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. 6 Quem se assentar sobre aquilo em que se assentou o que tem o fluxo lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. 7 Quem tocar na carne daquele que tem o fluxo lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. 8 Se o homem que tiver o fluxo cuspir sobre aquele que é limpo; lavará este os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. 9 Qualquer sela, sobre que cavalgar o que tem o fluxo, será imunda. 10 Todo o que tocar em alguma coisa que tenha estado debaixo dele ficará imundo até a tarde; quem levar alguma dessas coisas lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água, e ficará imundo até a tarde. 11 Também todo aquele a quem tocar o que tiver o fluxo, sem ter antes lavado as mãos em água, lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. 12 O vaso de barro, em que tocar o que tiver o fluxo, será quebrado, e todo o vaso de pau será lavado em água. 13 Quando o que tiver o fluxo, estiver limpo do seu fluxo, contará para si sete dias para a sua purificação, e lavará os seus vestidos, banhará o seu corpo em águas vivas e será limpo. 14 Ao oitavo dia tomará para si duas rolas e dois pombinhos, e virá perante o Eterno à entrada da tenda da revelação. Dá-los-á ao sacerdote, 15 que os oferecerá, um para oferta pelo pecado, e o outro para holocausto, e fará expiação por ele diante do Eterno por causa do seu fluxo. 16 Se sair dum homem o seu sêmen, banhará o seu corpo todo em água e ficará imundo até a tarde. 17 Todo o vestido, e toda a pele, sobre o que houver o sêmen, serão lavados com água, e ficarão imundos até a tarde. 18 Se um homem se ajuntar com uma mulher, ambos se banharão em água e ficarão imundos até a tarde. 19 Se a mulher tiver um fluxo, e o seu fluxo na sua carne for sangue, ficará na sua impureza por sete dias; todo aquele que a tocar será imundo até a tarde. 20 Tudo sobre que ela se deitar na sua impureza será imundo; e tudo sobre que se assentar será imundo. 21 Quem tocar no leito dela lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. 22 Quem tocar alguma coisa sobre que ela se tiver assentado lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. 23 Se o sangue estiver sobre a cama, ou sobre alguma coisa sobre que ela se assentar, quando o homem o tocar, ficará imundo até a tarde. 24 Se um homem se deitar com ela e a sua impureza estiver sobre ele, será imundo sete dias; e toda a cama sobre que ele se deitar será imunda. 25 Se uma mulher tiver um fluxo do seu sangue por muitos dias fora do tempo da sua impureza, ou se o fluxo passar além do tempo da sua impureza; por todos os dias do fluxo da sua imundícia ela estará como nos dias da sua impureza; ela está imunda. 26 Toda a cama, sobre que ela se deitar durante todos os dias do seu fluxo, ser-lhe-á como a cama da sua impureza; e tudo sobre que se assentar será imundo, como a imundícia da sua impureza. 27 Quem tocar estas coisas será imundo, lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará imundo até a tarde. 28 Mas, se for limpa do seu fluxo, contará para si sete dias, e depois será limpa. 29 Ao oitavo dia tomará para si duas rolas, ou dois pombinhos, e os trará ao sacerdote, à entrada da tenda da revelação. 30 O sacerdote oferecerá um para oferta pelo pecado, e outro para holocausto; fará expiação por ela diante do Eterno por causa do fluxo da sua imundícia. 31 Assim separareis os filhos de Israel da sua imundícia, para que não morram na sua imundícia, quando contaminarem o meu tabernáculo que está no meio deles. 32 Esta é a lei daquele que tem o fluxo, e daquele de quem sai o sêmen, de maneira que por eles se torna imundo; 33 daquela que está enferma com a sua impureza, daquele que tem o fluxo, do homem, e da mulher, e daquele que se deitar com aquela que está imunda."

Haftarah

2 Reis 7:3-20 “3 Quatro homens leprosos estavam à entrada da porta, os quais disseram uns aos outros: Por que ficamos nós sentados aqui até morrermos? 4 Se dissermos: Entremos na cidade, há fome ali, e morreremos; e se ficarmos sentados aqui, também morreremos. Vamo-nos e passemo-nos para o arraial dos siros; se nos deixarem viver, viveremos; e se nos tirarem a vida, morreremos. 5 Levantaram-se no crepúsculo para irem ao arraial dos siros; e tendo eles chegado à entrada do arraial, eis que não havia ali ninguém. 6 Porque Adonay fizera ouvir no arraial dos siros um estrondo de carros, e um estrondo de cavalos, um estrondo de um grande exército; e disseram uns aos outros: Eis que o rei de Israel alugou contra nós os reis dos heteus e os reis dos egípcios, para virem sobre nós. 7 Pelo que se levantaram e fugiram no crepúsculo, deixaram as suas tendas, e os seus cavalos, e os seus jumentos, o arraial tal como estava, e fugiram para salvarem as suas vidas. 8 Tendo os leprosos chegado à entrada do arraial, entraram numa tenda; comeram e beberam, e levaram dali prata, ouro e vestidos, que foram esconder; e tendo voltado entraram em outra tenda, e tiraram dali objetos que foram esconder. 9 Então disseram uns aos outros: Não fazemos bem; este dia é dia de boas novas, e nós nos calamos; se esperamos até à luz da manhã, castigo nos sobrevirá. Vinde agora, vamos informar à casa do rei. 10 Assim vieram e chamaram aos porteiros da cidade e contaram-lhes, dizendo: Fomos ao arraial dos siros e eis que não havia ali ninguém, nem voz de homem, mas somente os cavalos e os jumentos atados, e as tendas como estavam. 11 Chamaram os porteiros e fizeram levar a nova ao interior da casa do rei. 12 O rei levantou-se de noite, e disse aos seus servos: Eu vos farei saber o que os siros nos acabam de fazer. Eles sabem que estamos com fome; portanto saíram do arraial para se esconderem no campo, dizendo: Quando saírem da cidade, os apanharemos vivos, e entraremos na cidade. 13 Respondeu um dos seus servos: Tomem alguns de nós cinco dos cavalos que ainda restam na cidade (eles estão como toda a multidão de Israel que nela fica; eles estão como toda a multidão de Israel que perece), e enviemo-los, e vejamos. 14 Tomaram dois carros com cavalos; e o rei os enviou após o exército dos siros, dizendo: Ide e vede. 15 Foram após os siros até o Jordão; e eis que todo o caminho estava cheio de vestidos e vasos, que os siros na sua pressa tinham arrojado. Voltaram os mensageiros e deram conta ao rei. 16 Tendo o povo saído, saqueou o arraial dos siros. Assim uma medida de flor de farinha foi vendida por um siclo, e duas medidas de cevada por um siclo, conforme a palavra do Eterno. 17 O rei deu a guarda da porta ao capitão, a cuja mão se encostava; o povo o atropelou na porta, e morreu como dissera o homem de Elohim, que falou quando desceu o rei a ter com ele. 18 Assim se cumpriu o que o homem de Elohim havia dito ao rei: Amanhã mais ou menos a estas horas se darão na porta de Samaria por um siclo duas medidas de cevada, e por um siclo uma medida de flor de farinha; 19 e aquele capitão respondeu ao homem de Elohim: Ainda quando o Eterno fizesse janelas no céu, poderia isso suceder? e ele disse: Eis que tu verás com os teus olhos, porém não comerás. 20 Assim lhe sucedeu; porque o povo o atropelou na porta, e morreu.”

Brit Hadashah

Mateus 23:16-24:2 “16 Ai de vós, guias cegos! que dizeis: Quem jurar pelo santuário, isso nada é; mas quem jurar pelo ouro do santuário, fica obrigado ao que jurou. 17 Néscios e cegos! pois qual é maior, o ouro ou o santuário que santifica o ouro? 18 Quem jurar pelo altar, isso nada é; mas quem jurar pela oferta que está sobre o altar, fica obrigado ao que jurou. 19 Cegos! pois qual é maior, a oferta ou o altar que santifica a oferta? 20 Quem, pois, jura pelo altar, jura por ele, e por tudo o que está sobre ele; 21 quem jura pelo santuário, jura por ele, e por aquele que nele habita; 22 e quem jura pelo céu, jura pelo trono do Eterno, e por aquele que nele se assenta. 23 Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! porque dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei, que são a justiça, a misericórdia e a fidelidade; estas coisas, porém, devíeis fazer sem omitirdes aquelas. 24 Guias cegos! que coais um mosquito e engolis um camelo. 25 Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! porque limpais o exterior do copo e do prato, mas estes por dentro estão cheios de rapina e de intemperança. 26 Fariseu cego! limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior se torne limpo. 27 Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! porque sois semelhantes aos sepulcros branqueados, que por fora parecem realmente vistosos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia. 28 Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade. 29 Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! porque erigis os sepulcros dos profetas e adornais os túmulos dos justos, 30 e dizeis: Se tivéssemos vivido nos dias de nossos pais, não teríamos sido seus cúmplices no sangue dos profetas. 31 Assim testificais contra vós mesmos que sois filhos daqueles que mataram os profetas. 32 Enchei, pois, a medida de vossos pais. 33 Serpentes, raça de víboras! como escapareis da condenação da geena? 34 Por isso é que eu vos envio profetas, sábios e escribas: a uns matareis e crucificareis, a outros açoitareis nas vossas sinagogas e perseguireis de cidade em cidade; 35 para que venha sobre vós todo o sangue dos justos derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o santuário e o altar. 36 Em verdade vos digo que tudo isto virá sobre esta geração. 37 Jerusalém, Jerusalém! que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar teus filhos, como uma galinha ajunta os do seu ninho debaixo das suas asas, e tu não o quiseste! 38 Eis aí vos é deixada a vossa casa. 39 Declaro-vos, pois, que desde agora não me vereis mais, até que digais: Bendito aquele que vem em nome do Senhor.

24:1 Tendo saído Yeshua do templo, ia-se retirando, quando se chegaram a ele seus discípulos para lhe mostrarem os edifícios do templo. 2 Mas ele lhes disse: Vedes tudo isto? em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra, que não seja derribada.”

Salmo

Salmos 120:1-7 “1 Ao Eterno, na minha tribulação, clamei, E ele me respondeu. 2 Livra, Eterno, de lábios mentirosos a minha alma, E da língua enganadora. 3 Que te será dado, e que te será acrescentado, Língua enganadora? 4 Agudas setas do valente, Juntamente com carvões de giestas. 5 Ai de mim, que peregrino em Meseque, E habito entre as tendas de Quedar! 6 Há muito que a minha alma habita Com aquele que odeia a paz. 7 Eu sou pela paz: Mas quando falo, eles são pela guerra.

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