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LEITURA DAS PORÇÕES

35ª Porção da Torah
Nasso: Fazei uma contagem

Parashah: Nm 4:21-7:89
Haftarah: Jz 13:2-25
Brit Chadashah: Jo 12:20-36
Salmo: 67

Parashah

Números 4:21-7:89 Falou mais o Eterno a Moisés, dizendo: 22  Fazei também a soma dos filhos de Gérson, segundo a casa de seus pais, segundo as suas famílias: 23  Da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, contarás a todo aquele que entrar a se ocupar no seu serviço, para executar o ministério na tenda da congregação. 24  Este será o ministério das famílias dos gersonitas no serviço e no cargo. 25  Levarão, pois, as cortinas do tabernáculo, e a tenda da congregação, e a sua coberta, e a coberta de peles de texugos, que está por cima dele, e a cortina da porta da tenda da congregação, 26  E as cortinas do pátio, e a cortina da porta do pátio, que está junto ao tabernáculo, e junto ao altar em redor, e as suas cordas, e todos os instrumentos do seu ministério, com tudo o que diz respeito a eles, para que sirvam. 27  Todo o ministério dos filhos dos gersonitas, em todo o seu cargo, e em todo o seu trabalho, será segundo o mandado de Arão e de seus filhos; e lhes designareis as responsabilidades do seu cargo. 28  Este é o ministério das famílias dos filhos dos gersonitas na tenda da congregação; e a sua guarda será debaixo da mão de Itamar, filho de Arão, o sacerdote. 29  Quanto aos filhos de Merari, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais os contarás; 30  Da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, contarás a todo aquele que entrar neste serviço, para administrar o ministério da tenda da congregação. 31  Esta, pois, será a responsabilidade do seu cargo, segundo todo o seu ministério, na tenda da congregação: As tábuas do tabernáculo, e os seus varais, e as suas colunas, e as suas bases; 32  Como também as colunas do pátio em redor, e as suas bases, e as suas estacas, e as suas cordas, com todos os seus instrumentos, e com todo o seu ministério; e contareis os objetos que ficarão a seu cargo, nome por nome. 33  Este é o ministério das famílias dos filhos de Merari, segundo todo o seu ministério, na tenda da congregação, debaixo da mão de Itamar, filho de Arão, o sacerdote. 34   Moisés, pois, e Arão e os príncipes da congregação contaram os filhos dos coatitas, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais; 35  Da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para o ministério da tenda da congregação. 36  Os que deles foram contados, pois, segundo as suas famílias, foram dois mil e setecentos e cinqüenta. 37  Estes são os que foram contados das famílias dos coatitas, de todo aquele que ministrava na tenda da congregação, os quais Moisés e Arão contaram, conforme ao mandado do Eterno pela mão de Moisés. 38  Semelhantemente os que foram contados dos filhos de Gérson, segundo as suas famílias, e segundo a casa de seus pais; 39  Da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para o ministério na tenda da congregação. 40  Os que deles foram contados, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, foram dois mil e seiscentos e trinta. 41  Estes são os contados das famílias dos filhos de Gérson, de todo aquele que ministrava na tenda da congregação; os quais Moisés e Arão contaram, conforme ao mandado do Eterno. 42  E os que foram contados das famílias dos filhos de Merari, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais; 43  Da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para o ministério na tenda da congregação. 44  Os que deles foram contados, segundo as suas famílias, eram três mil e duzentos. 45  Estes são os contados das famílias dos filhos de Merari; os quais Moisés e Arão contaram, conforme ao mandado do Eterno, pela mão de Moisés. 46  Todos os que deles foram contados, que contaram Moisés e Arão, e os príncipes de Israel, dos levitas, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais; 47  Da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, todo aquele que entrava a executar o ministério da administração, e o ministério das cargas na tenda da congregação, 48  Os que deles foram contados foram oito mil quinhentos e oitenta. 49  Conforme ao mandado do Eterno, pela mão de Moisés, foram contados cada qual segundo o seu ministério, e segundo o seu cargo; assim foram contados por ele, como o Eterno ordenara a Moisés.

5:1

E falou o Eterno a Moisés, dizendo: 2  Ordena aos filhos de Israel que lancem fora do arraial a todo o leproso, e a todo o que padece fluxo, e a todos os imundos por causa de contato com algum morto. 3  Desde o homem até a mulher os lançareis; fora do arraial os lançareis; para que não contaminem os seus arraiais, no meio dos quais eu habito. 4  E os filhos de Israel fizeram assim, e os lançaram fora do arraial; como o Eterno falara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel. 5  Falou mais o Eterno a Moisés, dizendo: 6  Dize aos filhos de Israel: Quando homem ou mulher fizer algum de todos os pecados humanos, transgredindo contra o Eterno, tal alma culpada é. 7  E confessará o seu pecado que cometeu; pela sua culpa, fará plena restituição, segundo a soma total, e lhe acrescentará a sua quinta parte, e a dará àquele contra quem se fez culpado. 8  Mas, se aquele homem não tiver resgatador, a quem se restitua a culpa, então a culpa que se restituir ao Eterno será do sacerdote, além do carneiro da expiação pelo qual por ele se fará expiação. 9  Semelhantemente toda a oferta de todas as coisas santificadas dos filhos de Israel, que trouxerem ao sacerdote, será sua. 10  E as coisas santificadas de cada um serão suas; o que alguém der ao sacerdote será seu. 11  ¶ Falou mais o Eterno a Moisés, dizendo:12  Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando a mulher de alguém se desviar, e transgredir contra ele, 13  De maneira que algum homem se tenha deitado com ela, e for oculto aos olhos de seu marido, e ela o tiver ocultado, havendo-se ela contaminado, e contra ela não houver testemunha, e no feito não for apanhada, 14  E o espírito de ciúmes vier sobre ele, e de sua mulher tiver ciúmes, por ela se haver contaminado, ou sobre ele vier o espírito de ciúmes, e de sua mulher tiver ciúmes, não se havendo ela contaminado, 15  Então aquele homem trará a sua mulher perante o sacerdote, e juntamente trará a sua oferta por ela; uma décima de efa de farinha de cevada, sobre a qual não deitará azeite, nem sobre ela porá incenso, porquanto é oferta de alimentos por ciúmes, oferta memorativa, que traz a iniqüidade em memória. 16  E o sacerdote a fará chegar, e a porá perante a face do Eterno. 17  E o sacerdote tomará água santa num vaso de barro; também tomará o sacerdote do pó que houver no chão do tabernáculo, e o deitará na água. 18 Então o sacerdote apresentará a mulher perante o Eterno, e descobrirá a cabeça da mulher; e a oferta memorativa, que é a oferta por ciúmes, porá sobre as suas mãos, e a água amarga, que traz consigo a maldição, estará na mão do sacerdote. 19  E o sacerdote a fará jurar, e dirá àquela mulher: Se ninguém contigo se deitou, e se não te apartaste de teu marido pela imundícia, destas águas amargas, amaldiçoantes, serás livre. 20  Mas, se te apartaste de teu marido, e te contaminaste, e algum homem, fora de teu marido, se deitou contigo, 21  Então o sacerdote fará jurar à mulher com o juramento da maldição; e o sacerdote dirá à mulher: O Eterno te ponha por maldição e por praga no meio do teu povo, fazendo-te o Eterno consumir a tua coxa e inchar o teu ventre.22  E esta água amaldiçoante entre nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre, e te fazer consumir a coxa. Então a mulher dirá: Amém, Amém. 23 Depois o sacerdote escreverá estas mesmas maldições num livro, e com a água amarga as apagará. 24 E a água amarga, amaldiçoante, dará a beber à mulher, e a água amaldiçoante entrará nela para amargurar. 25  E o sacerdote tomará a oferta por ciúmes da mão da mulher, e moverá a oferta perante o Eterno; e a oferecerá sobre o altar. 26  Também o sacerdote tomará um punhado da oferta memorativa, e sobre o altar a queimará; e depois dará a beber a água à mulher. 27  E, havendo-lhe dado a beber aquela água, será que, se ela se tiver contaminado, e contra seu marido tiver transgredido, a água amaldiçoante entrará nela para amargura, e o seu ventre se inchará, e consumirá a sua coxa; e aquela mulher será por maldição no meio do seu povo. 28  E, se a mulher se não tiver contaminado, mas estiver limpa, então será livre, e conceberá filhos. 29  Esta é a lei dos ciúmes, quando a mulher, em poder de seu marido, se desviar e for contaminada; 30  Ou quando sobre o homem vier o espírito de ciúmes, e tiver ciúmes de sua mulher, apresente a mulher perante o Eterno, e o sacerdote nela execute toda esta lei. 31  E o homem será livre da iniqüidade, porém a mulher levará a sua iniqüidade.

6:1

 1 E falou o Eterno a Moisés, dizendo: 2  Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando um homem ou mulher se tiver separado, fazendo voto de nazireu, para se separar ao Eterno, 3  De vinho e de bebida forte se apartará; vinagre de vinho, nem vinagre de bebida forte não beberá; nem beberá alguma beberagem de uvas; nem uvas frescas nem secas comerá. 4  Todos os dias do seu nazireado não comerá de coisa alguma, que se faz da vinha, desde os caroços até às cascas. 5  Todos os dias do voto do seu nazireado sobre a sua cabeça não passará navalha; até que se cumpram os dias, que se separou ao Eterno, santo será, deixando crescer livremente o cabelo da sua cabeça. 6  Todos os dias que se separar para o Eterno não se aproximará do corpo de um morto. 7  Por seu pai, ou por sua mãe, por seu irmão, ou por sua irmã, por eles se não contaminará quando forem mortos; porquanto o nazireado do seu Elohim está sobre a sua cabeça. 8  Todos os dias do seu nazireado santo será ao Eterno. 9  E se alguém vier a morrer junto a ele por acaso, subitamente, que contamine a cabeça do seu nazireado, então no dia da sua purificação rapará a sua cabeça, ao sétimo dia a rapará. 10  E ao oitavo dia trará duas rolas, ou dois pombinhos, ao sacerdote, à porta da tenda da congregação; 11  E o sacerdote oferecerá, um para expiação do pecado, e o outro para holocausto; e fará expiação por ele, do que pecou relativamente ao morto; assim naquele mesmo dia santificará a sua cabeça. 12  Então separará os dias do seu nazireado ao Eterno, e para expiação da transgressão trará um cordeiro de um ano; e os dias antecedentes serão perdidos, porquanto o seu nazireado foi contaminado. 13  E esta é a lei do nazireu: no dia em que se cumprirem os dias do seu nazireado, trá-lo-ão à porta da tenda da congregação; 14  E ele oferecerá a sua oferta ao Eterno, um cordeiro sem defeito de um ano em holocausto, e uma cordeira sem defeito de um ano para expiação do pecado, e um carneiro sem defeito por oferta pacífica; 15 E um cesto de pães ázimos, bolos de flor de farinha com azeite, amassados, e coscorões ázimos untados com azeite, como também a sua oferta de alimentos, e as suas libações. 16  E o sacerdote os trará perante o Eterno, e sacrificará a sua expiação do pecado, e o seu holocausto; 17  Também sacrificará o carneiro em sacrifício pacífico ao Eterno, com o cesto dos pães ázimos; e o sacerdote oferecerá a sua oferta de alimentos, e a sua libação. 18  Então o nazireu à porta da tenda da congregação rapará a cabeça do seu nazireado, e tomará o cabelo da cabeça do seu nazireado, e o porá sobre o fogo que está debaixo do sacrifício pacífico. 19  Depois o sacerdote tomará a espádua cozida do carneiro, e um pão ázimo do cesto, e um coscorão ázimo, e os porá nas mãos do nazireu, depois de haver rapado a cabeça do seu nazireado. 20  E o sacerdote os oferecerá em oferta de movimento perante o Eterno: Isto é santo para o sacerdote, juntamente com o peito da oferta de movimento, e com a espádua da oferta alçada; e depois o nazireu poderá beber vinho. 21  Esta é a lei do nazireu, que fizer voto da sua oferta ao Eterno pelo seu nazireado, além do que suas posses lhe permitirem; segundo o seu voto, que fizer, assim fará conforme à lei do seu nazireado. 22   E falou o Eterno a Moisés, dizendo: 23  Fala a Arão, e a seus filhos dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel, dizendo-lhes: 24  O Eterno te abençoe e te guarde; 25  O Eterno faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; 26  O Eterno sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz. 27  Assim porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.

7:1

E aconteceu, no dia em que Moisés acabou de levantar o tabernáculo, e o ungiu, e o santificou, e todos os seus utensílios; também o altar, e todos os seus pertences, e os ungiu, e os santificou, 2  Que os príncipes de Israel, os cabeças da casa de seus pais, os que foram príncipes das tribos, que estavam sobre os que foram contados, ofereceram, 3  E trouxeram a sua oferta perante o Eterno, seis carros cobertos, e doze bois; por dois príncipes um carro, e cada um deles um boi; e os apresentaram diante do tabernáculo.4  E falou o Eterno a Moisés, dizendo: 5  Recebe-os deles, e serão para servir no ministério da tenda da congregação; e os darás aos levitas, a cada qual segundo o seu ministério. 6  Assim Moisés recebeu os carros e os bois, e os deu aos levitas. 7  Dois carros e quatro bois deu aos filhos de Gérson, segundo o seu ministério; 8  E quatro carros e oito bois deu aos filhos de Merari, segundo o seu ministério, debaixo da mão de Itamar, filho de Arão, o sacerdote. 9  Mas aos filhos de Coate nada deu, porquan to a seu cargo estava o santuário e o levavam aos ombros. 10   E ofereceram os príncipes para a consagração do altar, no dia em que foi ungido; apresentaram, pois, os príncipes a sua oferta perante o altar. 11  E disse o Eterno a Moisés: Cada príncipe oferecerá a sua oferta, cada qual no seu dia, para a consagração do altar. 12  O que, pois, no primeiro dia apresentou a sua oferta foi Naassom, filho de Aminadabe, pela tribo de Judá. 13  E a sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; 14  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; 15  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 16  Um bode para expiação do pecado; 17  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Naassom, filho de Aminadabe. 18  No segundo dia fez a sua oferta Natanael, filho de Zuar, príncipe de Issacar. 19  E como sua oferta ofereceu um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para a oferta de alimentos; 20  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; 21  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 22  Um bode para expiação do pecado; 23  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Natanael, filhode Zuar. 24  No terceiro dia ofereceu o príncipe dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom. 25  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de alimentos; 26  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; 27  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 28  Um bode para expiação do pecado; 29  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliabe, filho de Helom. 30  No quarto dia ofereceu o príncipe dos filhos de Rúben, Elizur, filho de Sedeur; 31  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; 32  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;
33  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 34  Um bode para expiação do pecado; 35  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elizur, filho de Sedeur. 36  No quinto dia ofereceu o príncipe dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai. 37  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de alimentos; 38  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; 39  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano para holocausto; 40  Um bode para expiação do pecado; 41  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Selumiel, filho de Zurisadai. 42  No sexto dia ofereceu o príncipe dos filhos de Gade; Eliasafe, filho de Deuel. 43  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; 44  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; 45  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 46  Um bode para expiação do pecado. 47  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliasafe, filho de Deuel. 48  No sétimo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Efraim, Elisama, filho de Amiúde. 49  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; 50  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; 51  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 52  Um bode para expiação do pecado; 53  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elisama, filho de Amiúde. 54  No oitavo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur.
55  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; 56  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; 57  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 58  Um bode para expiação do pecado; 59  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Gamaliel, filho de Pedazur. 60  No dia nono ofereceu o príncipe dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni; 61  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; 62  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; 63  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 64  Um bode para expiação do pecado; 65  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Abidã filho de Gideoni. 66  No décimo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Dã, Aieser, filho de Amisadai. 67  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; 68  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; 69  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 70  Um bode para expiação do pecado; 71  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aieser, filho de Amisadai. 72  No dia undécimo ofereceu o príncipe dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã; 73  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; 74  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; 75  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 76  Um bode para expiação do pecado; 77  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Pagiel, filho de Ocrã. 78  No duodécimo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã. 79  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; 80  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; 81  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 82  Um bode para expiação do pecado; 83  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aira, filho de Enã. 84  Esta foi a consagração do altar, feita pelos príncipes de Israel, no dia em que foi ungido, doze pratos de prata, doze bacias de prata, doze colheres de ouro. 85  Cada prato de prata de cento e trinta siclos, e cada bacia de setenta; toda a prata dos vasos foi dois mil e quatrocentos siclos, segundo o siclo do santuário; 86  Doze colheres de ouro cheias de incenso, cada colher de dez siclos, segundo o siclo do santuário; todo o ouro das colheres foi de cento e vinte siclos; 87  Todos os animais para holocausto foram doze novilhos, doze carneiros, doze cordeiros de um ano, com a sua oferta de alimentos e doze bodes para expiação do pecado. 88  E todos os animais para sacrifício pacífico foram vinte e quatro novilhos, os carneiros sessenta, os bodes sessenta, os cordeiros de um ano sessenta; esta foi a consagração do altar, depois que foi ungido. 89  E, quando Moisés entrava na tenda da congregação para falar com ele, então ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que estava sobre a arca do testemunho entre os dois querubins; assim com ele falava.

Haftarah

Juizes 13:2-25  E os filhos de Israel tornaram a fazer o que era mau aos olhos do Eterno, e o Eterno os entregou na mão dos filisteus por quarenta anos. 2  E havia um homem de Zorá, da tribo de Dã, cujo nome era Manoá; e sua mulher, sendo estéril, não tinha filhos. 3  E o anjo do Eterno apareceu a esta mulher, e disse-lhe: Eis que agora és estéril, e nunca tens concebido; porém conceberás, e terás um filho. 4  Agora, pois, guarda-te de beber vinho, ou bebida forte, ou comer coisa imunda. 5  Porque eis que tu conceberás e terás um filho sobre cuja cabeça não passará navalha; porquanto o menino será nazireu de Elohim desde o ventre; e ele começará a livrar a Israel da mão dos filisteus. 6  Então a mulher entrou, e falou a seu marido, dizendo: Um homem de Elohim veio a mim, cuja aparência era semelhante de um anjo de Elohim, terribilíssima; e não lhe perguntei donde era, nem ele me disse o seu nome. 7  Porém disse-me: Eis que tu conceberás e terás um filho; agora pois, não bebas vinho, nem bebida forte, e não comas coisa imunda; porque o menino será nazireu de Elohim, desde o ventre até ao dia da sua morte. 8   Então Manoá orou ao Eterno, e disse: Ah! Senhor meu, rogo-te que o homem de Elohim, que enviaste, ainda venha para nós outra vez e nos ensine o que devemos fazer ao menino que há de nascer. 9  E Elohim ouviu a voz de Manoá; e o anjo de Elohim veio outra vez à mulher, e ela estava no campo, porém não estava com ela seu marido Manoá. 10  Apressou-se, pois, a mulher, e correu, e noticiou-o a seu marido, e disse-lhe: Eis que aquele homem que veio a mim o outro dia me apareceu. 11  Então Manoá levantou-se, e seguiu a sua mulher, e foi àquele homem, e disse-lhe: És tu aquele homem que falou a esta mulher? E disse: Eu sou. 12  Então disse Manoá: Cumpram-se as tuas palavras; mas qual será o modo de viver e o serviço do menino? 13  E disse o anjo do Eterno a Manoá: De tudo quanto eu disse à mulher guardará ela. 14  De tudo quanto procede da videira não comerá, nem vinho nem bebida forte beberá, nem coisa imunda comerá; tudo quanto lhe tenho ordenado guardará. 15   Então Manoá disse ao anjo do Eterno: Ora deixa que te detenhamos, e te preparemos um cabrito. 16  Porém o anjo do Eterno disse a Manoá: Ainda que me detenhas, não comerei de teu pão; e se fizeres holocausto o oferecerás ao Eterno. Porque não sabia Manoá que era o anjo do Eterno. 17  E disse Manoá ao anjo do Eterno: Qual é o teu nome, para que, quando se cumprir a tua palavra, te honremos? 18  E o anjo do Eterno lhe disse: Por que perguntas assim pelo meu nome, visto que é maravilhoso? 19  Então Manoá tomou um cabrito e uma oferta de alimentos, e os ofereceu sobre uma penha ao Eterno: e houve-se o anjo maravilhosamente, observando-o Manoá e sua mulher. 20  E sucedeu que, subindo a chama do altar para o céu, o anjo do Eterno subiu na chama do altar; o que vendo Manoá e sua mulher, caíram em terra sobre seus rostos. 21  E nunca mais apareceu o anjo do Eterno a Manoá, nem a sua mulher; então compreendeu Manoá que era o anjo do Eterno. 22  E disse Manoá à sua mulher: Certamente morreremos, porquanto temos visto a Elohim. 23  Porém sua mulher lhe disse: Se o Eterno nos quisesse matar, não aceitaria da nossa mão o holocausto e a oferta de alimentos, nem nos mostraria tudo isto, nem nos deixaria ouvir tais coisas neste tempo. 24   Depois teve esta mulher um filho, a quem pôs o nome de Sansão; e o menino cresceu, e o Eterno o abençoou. 25  E o Espírito do Eterno começou a incitá-lo de quando em quando para o campo de Maané-Dã, entre Zorá e Estaol.

Brit  Chadashah

João 12:20-36 Ora, havia alguns gregos, entre os que tinham subido a adorar no dia da festa. 21  Estes, pois, dirigiram-se a Filipe, que era de Betsaida da Galiléia, e rogaram-lhe, dizendo: Senhor, queríamos ver a Yeshua. 22  Filipe foi dizê-lo a André, e então André e Filipe o disseram a Yeshua. 23  E Yeshua lhes respondeu, dizendo: E chegada a hora em que o Filho do homem há de ser glorificado. 24  Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto. 25  Quem ama a sua vida perdê-la-á, e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna. 26  Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará. 27 Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora. 28  Pai, glorifica o teu nome. Então veio uma voz do céu que dizia: Já o tenho glorificado, e outra vez o glorificarei. 29  Ora, a multidão que ali estava, e que a ouvira, dizia que havia sido um trovão. Outros diziam: Um anjo lhe falou. 30  Respondeu Yeshua, e disse: Não veio esta voz por amor de mim, mas por amor de vós. 31  Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo. 32  E eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a mim. 33  E dizia isto, significando de que morte havia de morrer. 34  Respondeu-lhe a multidão: Nós temos ouvido da lei, que o Mashiach permanece para sempre; e como dizes tu que convém que o Filho do homem seja levantado? Quem é esse Filho do homem? 35  Disse-lhes, pois, Yeshua: A luz ainda está convosco por um pouco de tempo. Andai enquanto tendes luz, para que as trevas não vos apanhem; pois quem anda nas trevas não sabe para onde vai. 36  Enquanto tendes luz, crede na luz, para que sejais filhos da luz. Estas coisas disse Yeshua e, retirando-se, escondeu-se deles.

Salmos

Salmo 67 Salmo e cântico para o músico-mor, sobre Neginote] Elohim tenha misericórdia de nós e nos abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós (Selá.) 2  Para que se conheça na terra o teu caminho, e entre todas as nações a tua salvação. 3  Louvem-te a ti, ó Elohim, os povos; louvem-te os povos todos. 4  Alegrem-se e regozijem-se as nações, pois julgarás os povos com eqüidade, e governarás as nações sobre a terra. (Selá.) 5  Louvem-te a ti, ó Elohim, os povos; louvem-te os povos todos. 6  Então a terra dará o seu fruto; e Elohim, o nosso Elohim, nos abençoará. 7  Elohim nos abençoará, e todas as extremidades da terra o temerão.

 

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