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LEITURA DAS PORÇÕES

35ª Porção

Nasso : Fazei uma Contagem

Parasha: Nm 4:21 à 7:89
Haftarah: Jz 13:2-25
Brit Hadashah: Jo 12:20-36
Salmos: 67
Havdalah: 18:26 h

 

Números 4:21-7:89 “21  Disse mais  o Eterno a Moisés: 22  Tira também a soma dos filhos de Gérson, pelas casas de seus pais, pelas suas famílias: 23  desde a idade de trinta anos e daí para cima até a idade de cinqüenta anos os contarás; todos os que entrarem para se ocuparem no serviço, para que executem a obra na tenda da revelação. 24  Este é o serviço das famílias dos gersonitas, ao servir e ao levar cargas: 25  levarão as cortinas do tabernáculo, a tenda da revelação, sua coberta, a coberta de peles de animais marinhos, que está por sobre ele, o anteparo para a entrada da tenda da revelação; 26  as cortinas do átrio, o anteparo para a entrada da porta do átrio, que está junto ao tabernáculo e junto ao altar em redor, as suas cordas, e todos os objetos do seu serviço, e servirão em tudo quanto diz respeito a estas coisas. 27  Segundo as determinações de Arão e de seus filhos será todo o serviço dos filhos dos gersonitas, relativamente a toda a sua carga e a todo o seu serviço; e lhes designareis as cargas que ficarem ao seu cuidado. 28  Este é o serviço das famílias dos filhos dos gersonitas na tenda da revelação; e o seu cargo estará debaixo da direção de Itamar, filho do sacerdote Arão. 29  Quanto aos filhos de Merari, contá-los-ás pelas suas famílias, pelas casas de seus pais; 30  desde a idade de trinta anos e daí para cima até a idade de cinqüenta anos os contarás, todos os que entrarem no serviço, para que executem a obra da tenda da revelação. 31  Isto é o que lhes está prescrito com referência às suas cargas, segundo todo o seu serviço na tenda da revelação: as peças do tabernáculo, os seus varais, as suas colunas e as suas bases; 32  as colunas do átrio ao redor, as suas bases, os seus pregos e as suas cordas, com todos os seus objetos e com todo o seu serviço; por nome lhes designareis os objetos que lhes está prescrito levarem. 33  Este é o serviço das famílias dos filhos de Merari, segundo todo o seu serviço, na tenda da revelação, debaixo da direção de Itamar, filho do sacerdote Arão. 34  Moisés e Arão e os príncipes da congregação contaram os filhos dos coatitas pelas suas famílias, e pelas casas de seus pais, 35  desde a idade de trinta anos e daí para cima até a idade de cinqüenta anos, todos os que entraram no serviço para servirem na tenda da revelação: 36  os que foram contados deles pelas suas famílias eram dois mil e setecentos e cinqüenta. 37  Estes são os que foram contados das famílias dos coatitas, a saber, todos os que serviram na tenda da revelação, aos quais contaram Moisés e Arão segundo o mandado do Eterno por intermédio de Moisés. 38  Os que foram contados dos filhos de Gérson, pelas suas famílias e pelas casas de seus pais, 39  desde a idade de trinta anos e daí para cima até a idade de cinqüenta anos, todos os que entraram no serviço, para servirem na tenda da revelação: 40  os que foram contados deles, pelas suas famílias, pelas casas de seus pais, eram dois mil e seiscentos e trinta. 41  Estes são os que foram contados das famílias dos filhos de Gérson, a saber, todos os que serviram na tenda da revelação, aos quais contaram Moisés e Arão, segundo o mandado do Eterno. 42  Os que foram contados das famílias dos filhos de Merari, pelas suas famílias, pelas casas de seus pais, 43  desde a idade de trinta anos e daí para cima até a idade de cinqüenta anos, todos os que entraram no serviço, para servirem na tenda da revelação: 44  os que foram contados deles pelas suas famílias eram três mil e duzentos. 45  Estes são os que foram contados das famílias dos filhos de Merari, aos quais contaram Moisés e Arão segundo o mandado do Eterno por intermédio de Moisés. 46  Todos os que foram contados dos levitas, aos quais contaram Moisés e Arão e os príncipes de Israel, pelas suas famílias, e pelas casas de seus pais, 47  desde a idade de trinta anos e daí para cima até a idade de cinqüenta anos, todos os que entraram para cumprir a tarefa do serviço, e a tarefa de levarem cargas na tenda da revelação: 48  os que foram contados deles eram oito mil e quinhentos e oitenta. 49  Segundo o mandado do Eterno foram contados por intermédio de Moisés, segundo o seu serviço e a sua carga; assim foram contados, como  o Eterno ordenou a Moisés.

5:1  Disse  o Eterno a Moisés: 2  Ordena aos filhos de Israel que lancem para fora do arraial todo o leproso, e o que padece fluxo, e o que está imundo por ter tocado num morto; 3  tanto homem como mulher os lançareis para fora, sim para fora do arraial os lançareis; para que não contaminem o seu arraial no meio do qual eu habito. 4  Assim fizeram os filhos de Israel e lançaram-nos para fora do arraial; como  o Eterno falou a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel. 5  Disse mais  o Eterno a Moisés: 6  Dize aos filhos de Israel: Quando um homem (ou uma mulher) cometer algum dos pecados em que caem os homens, transgredindo os mandamentos do Eterno, e essa pessoa for culpada; 7  confessará o seu pecado que cometeu; pela sua culpa fará plena restituição, e lhe acrescentará a sua quinta parte, e a dará àquele contra quem incorreu na culpa. 8  Mas, se esse homem não tiver parente chegado, a quem se possa fazer restituição pela culpa, o que se restitui ao Eterno pela culpa, pertencerá ao sacerdote, além do carneiro da expiação, pelo qual se fará expiação por ele. 9  Todas as ofertas movidas de todas as coisas sagradas que os filhos de Israel trouxerem ao sacerdote, também lhe pertencerão. 10  Todas as coisas que forem consagradas pertencerão ao sacerdote; tudo o que alguém der ao sacerdote será dele. 11  Disse mais  o Eterno a Moisés: 12  Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Se a mulher de alguém, desviando-se, lhe for infiel, 13  e um homem se deitar com ela, sendo isso oculto aos olhos de seu marido; se ela não for suspeitada, ainda que se contaminou, e contra ela não houver testemunha, visto que não foi apanhada em flagrante; 14  se o marido, tomado dum espírito de ciúmes, se abrasar contra a mulher, que de fato se contaminou; ou tomado dum espírito de ciúmes, se abrasar contra a mulher que não se contaminou: 15  o homem trará sua mulher ao sacerdote, e por ela trará a sua oblação, a décima parte duma efa de farinha de cevada. Não derramará azeite sobre a oblação, nem sobre ela porá incenso, porque é oferta de cereais por ciúmes, oferta de cereais memorativa, trazendo a iniqüidade à memória. 16  O sacerdote fará a mulher chegar, e a porá diante do Eterno. 17  O sacerdote tomará água santa num vaso de barro; também tomará do pó que está no chão do tabernáculo, e lançá-lo-á na água. 18  Apresentará a mulher diante do Eterno, e lhe descobrirá a cabeça, e lhe porá nas mãos a oferta de cereais memorativa, que é a oferta de cereais por ciúmes. O sacerdote terá na sua mão a água de amargura, que traz consigo a maldição; 19  far-lhe-á jurar e dir-lhe-á: Se nenhum homem se deitou contigo, e se tu não te desviaste para a imundícia, estando debaixo do domínio de teu marido, sê livre desta água de amargura, que traz consigo a maldição; 20  mas, se tu te desviaste, estando debaixo do domínio de teu marido, ou se estás contaminada, e um homem que não é teu marido se deitou contigo… 21  Então o sacerdote fará que a mulher tome o juramento de maldição, e lhe dirá:  o Eterno te ponha por maldição e por praga entre o teu povo, quando fizer que se consuma a tua coxa, e inche o teu ventre. 22  Esta água que traz consigo a maldição entrará nas tuas entranhas, e fará que inche o teu ventre e que se consuma a tua coxa. A mulher responderá: Amém, amém. 23  O sacerdote escreverá estas maldições num livro, e as apagará na água de amargura; 24  e fará que a mulher beba a água de amargura que traz consigo a maldição; e a água que traz consigo a maldição entrará nela e se tornará amarga. 25  Da mão da mulher tomará o sacerdote a oferta de cereais por ciúmes, e a moverá diante do Eterno, e a trará ao altar. 26  Tomará um punhado da oferta de cereais, como o memorial da oferta, e queimá-lo-á sobre o altar, e depois fará que a mulher beba a água. 27  Tendo feito que ela bebesse a água, se for contaminada, e tiver cometido uma transgressão contra seu marido, a água que traz consigo a maldição entrará nela, tornar-se-á amarga, inchará o seu ventre, e consumirá a sua coxa. A mulher será por maldição entre o seu povo. 28  Se a mulher não for contaminada, porém for limpa; então será livre, e conceberá filhos. 29  Esta é a lei dos ciúmes, quando uma mulher, estando debaixo do domínio de seu marido, se desviar e for contaminada; 30  ou, quando um homem, tomado dum espírito de ciúmes, se abrasar contra sua mulher. Ele apresentará a mulher diante do Eterno, e o sacerdote fará que se cumpra com ela toda esta lei. 31  O homem será livre da iniqüidade, e aquela mulher levará sobre si a sua iniqüidade.

6:1  Disse  o Eterno a Moisés: 2  Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando alguém, seja homem seja mulher, fizer um voto especial, o voto de nazireu, a fim de se separar para  o Eterno, 3  abster-se-á de vinho e de bebida forte. Não beberá vinagre de vinho, nem vinagre de bebida forte, nem beberá alguma beberagem de uvas, nem comerá uvas frescas, nem secas. 4  Todos os dias do seu nazireado não comerá de coisa alguma que se faz da vinha, desde os caroços até as cascas. 5  Todos os dias do seu voto de nazireado não passará navalha pela sua cabeça; até que se cumpram os dias, nos quais ele se separa para  o Eterno, será santo; deixará crescer os cabelos da sua cabeça. 6  Por todos os dias que se separa para  o Eterno, não se aproximará dum cadáver. 7  Não se fará imundo por seu pai, ou por sua mãe, por seu irmão ou por sua irmã, quando estes morrerem; porque o nazireado de seu Elohim está sobre a sua cabeça. 8  Todos os dias de seu nazireado será santo ao Eterno. 9  Se alguém morrer subitamente junto a ele, e ele contaminar a cabeça do seu nazireado; rapará a sua cabeça no dia da sua purificação, ao sétimo dia a rapará. 10  Ao oitavo dia trará duas rolas, ou dois pombinhos, ao sacerdote, à entrada da tenda da revelação; 11  o sacerdote oferecerá um como oferta pelo pecado, e o outro como holocausto, e fará expiação por ele, porquanto pecou relativamente ao morto. Naquele mesmo dia santificará a sua cabeça. 12  Separará ao Eterno os dias do seu nazireado, e trará um cordeiro dum ano para oferta pela culpa; mas os primeiros dias serão perdidos, porque o seu nazireado foi contaminado. 13  Esta é a lei do nazireu, quando os dias do seu nazireado se cumprirem: será ele trazido à entrada da tenda da revelação; 14  e oferecerá a sua oblação ao Eterno, um cordeiro de um ano sem defeito em holocausto, e uma cordeira de um ano sem defeito em oferta pelo pecado, e um carneiro sem defeito em ofertas pacíficas, 15  e um cesto de pães asmos, bolos de flor de farinha amassados com azeite, e tortas asmas untadas com azeite, e a sua oferta de cereais, e a sua oferta de libações. 16  O sacerdote os apresentará diante do Eterno, e oferecerá a oferta pelo pecado, e o holocausto; 17  oferecerá o carneiro em sacrifício de ofertas pacíficas ao Eterno, juntamente com o cesto de pães asmos. O sacerdote também oferecerá com este a oferta de cereais, e a oferta de libação. 18  O nazireu rapará os cabelos do seu nazireado à entrada da tenda da revelação, tomá-los-á, e pô-los-á sobre o fogo que está debaixo do sacrifício de ofertas pacíficas. 19  O sacerdote tomará a espádua cozida do carneiro, e um bolo asmo do cesto, e uma torta asma, e pô-los-á sobre as mãos do nazireu, depois de ter este rapado os cabelos do seu nazireado. 20  O sacerdote os oferecerá como oferta movida diante do Eterno; é uma coisa santa para o sacerdote, juntamente com o peito movido e a espádua alçada. Depois disto o nazireu pode beber vinho. 21  Esta é a lei do nazireu que fizer voto, e a da sua oblação ao Eterno pelo seu nazireado, afora o que as suas posses lhe permitirem; segundo o voto que fizer, assim fará conforme a lei do seu nazireado. 22  Disse mais  o Eterno a Moisés: 23  Fala a Arão e a seus filhos: Assim abençoareis os filhos de Israel; dir-lhes-eis: 24   o Eterno te abençoe, e te guarde; 25   o Eterno faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e se compadeça de ti; 26   o Eterno levante sobre ti o seu rosto, e te dê a paz. 27  Assim porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.

7:1  No dia em que Moisés acabou de levantar o tabernáculo que ungiu e santificou com todos os seus móveis, bem como o altar e todos os seus utensílios, que também ungiu e santificou, 2  os príncipes de Israel, os cabeças das casas de seus pais, fizeram as suas ofertas. Estes foram os príncipes das tribos, estes são os que dominaram sobre aqueles que foram contados. 3  Trouxeram a sua oblação diante do Eterno: seis carros cobertos, e doze bois, um carro para dois príncipes, e para cada príncipe um boi, e apresentaram-nos diante do tabernáculo. 4  Disse  o Eterno a Moisés: 5  Recebe-os deles por oblação, para que sirvam no serviço da tenda da revelação; e os darás aos levitas, a cada um segundo o seu serviço. 6  Moisés recebeu os carros e os bois, e os deu aos levitas. 7  Deu dois carros e quatro bois aos filhos de Gérson segundo o seu serviço; 8  deu quatro carros e oito bois aos filhos de Merari, segundo o seu serviço, sob as ordens de Itamar, filho do sacerdote Arão. 9  Porém aos filhos de Coate não os deu, porque lhes pertencia o serviço do santuário; eles o levavam aos ombros. 10  Os príncipes ofereceram para a dedicação do altar no dia em que foi ungido, sim os príncipes ofereceram a sua oblação diante do altar. 11  Disse  o Eterno a Moisés: Cada príncipe oferecerá no seu dia a sua oblação para a dedicação do altar. 12  Aquele que ofereceu a sua oblação no primeiro dia foi Naassom, filho de Aminadabe, da tribo de Judá. 13  A sua oblação foi um prato de prata de cento e trinta siclos de peso, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário, cheios ambos de flor de farinha amassada com azeite para oferta de cereais; 14  uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso; 15  um novilho, um carneiro, um cordeiro dum ano para holocausto; 16  um bode para oferta pelo pecado; 17  e para o sacrifício de ofertas pacíficas, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros dum ano. Esta foi a oblação de Naassom, filho de Aminadabe. 18  No segundo dia fez a sua oferta Natanael, filho de Zuar, príncipe de Issacar. 19  Pela sua oblação ofereceu um prato de prata de cento e trinta siclos de peso, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário, cheios ambos de flor de farinha amassada com azeite para oferta de cereais; 20  uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso; 21  um novilho, um carneiro, um cordeiro dum ano para holocausto; 22  um bode para oferta pelo pecado; 23  e para o sacrifício de ofertas pacíficas, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros dum ano. Esta foi a oblação de Natanael, filho de Zuar. 24  No terceiro dia ofereceu Eliabe, filho de Helom, príncipe dos filhos de Zebulom. 25  A sua oblação foi um prato de prata de cento e trinta siclos de peso, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário, cheios ambos de flor de farinha amassada com azeite para oferta de cereais; 26  uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso; 27  um novilho, um carneiro, um cordeiro dum ano para holocausto; 28  um bode para oferta pelo pecado; 29  e para o sacrifício de ofertas pacíficas, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros dum ano. Esta foi a oblação de Eliabe, filho de Helom. 30  No quarto dia fez a sua oferta Elizur, filho de Sedeur, príncipe dos filhos de Rúben. 31  A sua oblação foi um prato de prata de cento e trinta siclos de peso, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário, cheios ambos de flor de farinha amassada com azeite para oferta de cereais; 32  uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso; 33  um novilho, um carneiro, um cordeiro dum ano para holocausto; 34  um bode para oferta pelo pecado; 35  e para o sacrifício de ofertas pacíficas, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros dum ano. Esta foi a oblação de Elizur, filho de Sedeur. 36  No quinto dia fez a sua oferta Selumiel, filho de Zurisadai, príncipe dos filhos de Simeão. 37  A sua oblação foi um prato de prata de cento e trinta siclos de peso, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário, cheios ambos de flor de farinha amassada com azeite para oferta de cereais; 38  uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso; 39  um novilho, um carneiro, um cordeiro dum ano para holocausto; 40  um bode para oferta pelo pecado; 41  e para o sacrifício de ofertas pacíficas, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros dum ano. Esta foi a oblação de Selumiel, filho de Zurisadai. 42  No sexto dia fez a sua oferta Eliasafe, filho de Deuel, príncipe dos filhos de Gade. 43  A sua oblação foi um prato de prata de cento e trinta siclos de peso, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; cheios ambos de flor de farinha amassada com azeite para oferta de cereais; 44  uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso; 45  um novilho, um carneiro, um cordeiro dum ano para holocausto; 46  um bode para oferta pelo pecado; 47  e para o sacrifício de ofertas pacíficas, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros dum ano. Esta foi a oblação de Eliasafe, filho de Deuel. 48  No sétimo dia fez a sua oferta Elisama, filho de Amiúde, príncipe dos filhos de Efraim. 49  A sua oblação foi um prato de prata de cento e trinta siclos de peso, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário, cheios ambos de flor de farinha amassada com azeite para oferta de cereais; 50  uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso; 51  um novilho, um carneiro, um cordeiro dum ano para holocausto; 52  um bode para oferta pelo pecado; 53  e para o sacrifício de ofertas pacíficas, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros dum ano. Esta foi a oblação de Elisama, filho de Amiúde. 54  No oitavo dia fez a sua oferta Gamaliel, filho de Pedazur, príncipe dos filhos de Manassés. 55  A sua oblação foi um prato de prata de cento e trinta siclos de peso, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário, cheios ambos de flor de farinha amassada com azeite para oferta de cereais; 56  uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso; 57  um novilho, um carneiro, um cordeiro dum ano para holocausto; 58  um bode para oferta pelo pecado; 59  e para o sacrifício de ofertas pacíficas, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros dum ano. Esta foi a oblação de Gamaliel, filho de Pedazur. 60  No nono dia fez a sua oferta Abidã, filho de Gideoni, príncipe dos filhos de Benjamim. 61  A sua oblação foi um prato de prata de cento e trinta siclos de peso, uma bacia de sessenta siclos, segundo o siclo do santuário, cheios ambos de flor de farinha amassada com azeite para oferta de cereais; 62  uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso; 63  um novilho, um carneiro, um cordeiro dum ano para holocausto; 64  um bode para oferta pelo pecado; 65  e para o sacrifício de ofertas pacíficas, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros dum ano. Esta foi a oblação de Abidã, filho de Gideoni. 66  No décimo dia fez a sua oferta Aiezer, filho de Amisadai, príncipe dos filhos de Dã. 67  A sua oblação foi um prato de prata de cento e trinta siclos de peso, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário, cheios ambos de flor de farinha amassada com azeite para oferta de cereais; 68  uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso; 69  um novilho, um carneiro, um cordeiro dum ano para holocausto; 70  um bode para oferta pelo pecado; 71  e para o sacrifício de ofertas pacíficas, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros dum ano. Esta foi a oblação de Aiezer, filho de Amisadai. 72  No dia undécimo fez a sua oferta Pagiel, filho de Ocrã, príncipe dos filhos de Aser. 73  A sua oblação foi um prato de prata de cento e trinta siclos de peso, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário, cheios ambos de flor de farinha amassada com azeite para oferta de cereais; 74  uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso; 75  um novilho, um carneiro, um cordeiro dum ano para holocausto; 76  um bode para oferta pelo pecado; 77  e para o sacrifício de ofertas pacíficas, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros dum ano. Esta foi a oblação de Pagiel, filho de Ocrã. 78  No duodécimo dia fez a sua oferta Aira, filho de Enã, príncipe dos filhos de Naftali. 79  A sua oblação foi um prato de prata de cento e trinta siclos de peso, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário, cheios ambos de flor de farinha amassada com azeite para oferta de cereais; 80  uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso; 81  um novilho, um carneiro, um cordeiro dum ano para holocausto; 82  um bode para oferta pelo pecado; 83  e para o sacrifício de ofertas pacíficas, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros dum ano. Esta foi a oblação de Aira, filho de Enã. 84  Esta foi a dádiva dedicatória do altar, feita pelos príncipes de Israel no dia em que foi ungido: doze pratos de prata, doze bacias de prata, doze colheres de ouro, 85  pesando cada prato cento e trinta siclos, e cada bacia setenta siclos, toda a prata dos vasos dois mil e quatrocentos siclos, segundo o siclo do santuário; 86  as doze colheres de ouro, cheias de incenso, pesando cada uma dez siclos, segundo o siclo do santuário; todo o ouro das colheres cento e vinte siclos; 87  todos os animais para o holocausto eram doze novilhos, doze carneiros, doze cordeiros dum ano e a sua oferta de cereais; doze bodes para a oferta pelo pecado: 88  e todos os animais para o sacrifício de ofertas pacíficas eram vinte e quatro novilhos, sessenta carneiros, sessenta bodes, e sessenta cordeiros dum ano. Esta foi a dádiva dedicatória do altar, depois que foi ungido. 89  Quando Moisés entrava na tenda da revelação para falar com Ele, ouviu a Voz que lhe falava de cima do propiciatório que estava sobre a arca do testemunho, dentre os dois querubins; e Ele lhe falava.”

 

Juízes 13:2-25  “2  Havia um homem de Zorá, da família dos danitas cujo nome era Manoá; sua mulher era estéril, e não lhe dera filhos. 3  O anjo do Eterno apareceu à mulher, e disse-lhe: Eis que és estéril, e não tens tido filhos; mas conceberás e darás à luz um filho. 4  Agora toma cuidado, e não bebas vinho nem bebida que possa embriagar, e não comas coisa alguma imunda; 5  pois conceberás, e darás à luz um filho, por cuja cabeça não passará navalha: porque o menino será nazireu para com Elohim: e ele começará a livrar a Israel da mão dos filisteus. 6  Entrou a mulher e disse a seu marido: Veio a mim um homem de Elohim, cujo rosto era como o do anjo de Elohim, em extremo terrível. Não lhe perguntei donde era, nem ele me disse o seu nome: 7  porém disse-me: Eis que conceberás, e darás à luz um filho. Agora não bebas vinho nem bebida que possa embriagar, e nem comas coisa alguma imunda, porque o menino será nazireu para com Elohim desde o nascimento até o dia da sua morte. 8  Suplicou Manoá ao Eterno, e disse: Peço-te, Adonai, que o homem de Elohim, que enviaste, venha ter conosco outra vez e nos ensine o que devemos fazer ao menino que há de nascer. 9  Elohim ouviu a voz de Manoá; e o anjo de Elohim veio ter com a mulher outra vez, estando ela sentada no campo, porém não estava com ela seu marido Manoá. 10  Apressou-se a mulher e, correndo, deu notícia disso ao marido, e disse-lhe: Eis que me apareceu o homem que veio ter comigo outro dia. 11  Levantou-se Manoá, e seguiu a sua mulher e, tendo chegado ao homem, perguntou-lhe: És tu o que falaste a esta mulher? Ele respondeu: Eu sou. 12  Então disse Manoá: Quando, pois, se cumprirem as tuas palavras, como se há de criar o menino, e que fará ele? 13  Respondeu o anjo do Eterno a Manoá: Guarde-se a mulher de tudo quanto eu lhe disse. 14  De nenhum produto da vinha poderá ela comer, não beba vinho nem bebida que possa embriagar, e não coma coisa alguma imunda. Guarde tudo quanto lhe ordenei. 15  Manoá disse ao anjo do Eterno: Permite-nos deter-te, para que preparemos um cabrito. 16  Respondeu a Manoá o anjo do Eterno: Ainda que me detenhas, não comerei o teu pão; e, se preparares um holocausto, oferecê-lo-ás ao Eterno. Pois Manoá não sabia que era o anjo do Eterno. 17  Manoá perguntou ao anjo do Eterno: Qual é o teu nome, para que, verificada que seja a tua palavra, te honremos? 18  Respondeu-lhe o anjo do Eterno: Porque perguntas pelo meu nome, visto que é admirável! 19  Tomou Manoá o cabrito com a oferta de cereais, e o ofereceu sobre a pedra ao Eterno, que obra maravilhas. Manoá e sua mulher estavam observando. 20  Ao subir a chama de sobre o altar para o céu, subiu com ela o anjo do Eterno: o que vendo Manoá e sua mulher, caíram com o rosto em terra. 21  Porém o anjo do Eterno não tornou a aparecer a Manoá ou a sua mulher. Então soube Manoá que era o anjo do Eterno. 22  Manoá disse a sua mulher: Certamente morreremos, porque vimos a Elohim. 23  Mas sua mulher lhe respondeu: Se  o Eterno nos quisera matar, não teria ele recebido das nossas mãos um holocausto e uma oferta de cereais, nem nos teria mostrado todas estas coisas, nem nos teria dito neste tempo tais coisas como estas. 24  A mulher deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Sansão. O menino cresceu, e  o Eterno abençoou-o. 25  O espírito do Eterno começou a incitá-lo em Maané-Dã, entre Zorá e Estaol.”

 

João 12:20-36  “20  Entre os que tinham ido para adorar na festa havia alguns gregos; 21  estes, pois, foram ter com Filipe, que era de Betsaida da Galiléia, e lhe fizeram este pedido: Senhor, queremos ver a Yeshua. 22  Filipe foi dizê-lo a André, e André e Filipe foram-no dizer a Yeshua. 23  Disse-lhes Yeshua: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do homem. 24  Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica só; mas se morrer, dá muito fruto. 25  Quem ama a sua vida, perdê-la-á; mas quem aborrece a sua vida neste mundo, conservá-la-á para a vida eterna. 26  Se alguém me servir, siga-me, e onde eu estou, estará aquele que me serve; se alguém me servir, o Pai o honrará. 27  Agora está perturbada a minha alma, e que direi? Pai, livra-me desta hora. Mas para isto foi que vim a esta hora. 28  Pai, glorifica o teu nome. Veio, então, do céu esta voz: Eu já o glorifiquei, e outra vez o glorificarei. 29  A multidão, pois, que ali estava e a ouvira, dizia ter havido um trovão; outros diziam que um anjo lhe falara. 30  Disse Yeshua: Não foi por minha causa, mas sim por vossa causa que veio esta voz. 31  Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo; 32  e eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim. 33  Isto dizia, dando a entender o modo por que havia de morrer. 34  Replicou o povo: Nós ouvimos da Lei que o Mashiach permanece para sempre, e como dizes tu ser necessário que o Filho do homem seja levantado? quem é esse Filho do homem? 35  Respondeu-lhes Yeshua: Ainda por um pouco a luz está entre vós. Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; e quem anda nas trevas, não sabe para onde vai. 36  Enquanto tendes a luz, crede na luz, para que vos torneis filhos da luz. Assim falou Yeshua e, tendo-se retirado, escondeu-se deles.”

 

Salmos 67:1-7  “1  Compadeça-se Elohim de nós e nos abençoe, E sobre nós faça resplandecer o seu rosto; (Selá) 2  Para que seja, na terra, conhecido o seu caminho, Entre todas as nações a sua salvação. 3  Dêem-te graças, ó Elohim, os povos; Dêem-te graças os povos todos. 4  Alegrem-se e cantem de júbilo as nações, Pois julgarás os povos com eqüidade, E governarás as nações sobre a terra. (Selá) 5  Dêem-te graças, ó Elohim, os povos; Dêem-te graças os povos todos. 6  A terra tem produzido o seu fruto; Elohim, o nosso Elohim, nos abençoará, 7  Elohim nos abençoará, E todos os confins da terra o temerão.”

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