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LEITURA DAS PORÇÕES
36ª Porção
Bahaalotcha: Quando Subires
Parasha: Nm 8:1 à 12:16
Haftarah: Zc 2:10 à 4:7
Brit Hadashah: Ap 11:1-19
Salmos: 68
Havdalah: 18:27 h
Números 8:1-12:16 “1 Disse o Eterno a Moisés: 2 Fala a Arão, e dize-lhe: Quando levantares as lâmpadas, as sete lâmpadas alumiarão o espaço em frente do candeeiro. 3 Assim fez Arão: levantou as lâmpadas do candeeiro, de sorte que alumiassem o espaço em frente do candeeiro, como o Eterno ordenou a Moisés. 4 Esta era a obra do candeeiro, obra de ouro batido; até o seu pedestal e até as açucenas, todo ele era de ouro batido: segundo o modelo que o Eterno mostrara a Moisés, assim ele fez o candeeiro. 5 Disse mais o Eterno a Moisés: 6 Toma os levitas dentre os filhos de Israel, e purifica-os. 7 Assim lhes farás, para os purificar: asperge sobre eles a água da expiação, e eles façam passar uma navalha sobre toda a sua carne, lavem os seus vestidos, e purifiquem-se a si mesmos. 8 Então tomem um novilho, e a sua oferta de cereais, a saber, flor de farinha amassada com azeite, tomarás tu outro novilho para oferta pelo pecado. 9 Apresentarás os levitas diante da tenda da revelação, e ajuntarás a congregação toda dos filhos de Israel. 10 Apresentarás os levitas diante do Eterno, e os filhos de Israel porão as mãos sobre os levitas. 11 Arão oferecerá os levitas diante do Eterno como oferta movida, a favor dos filhos de Israel, a fim de que sirvam no ministério do Eterno. 12 Os levitas porão as mãos sobre as cabeças dos novilhos; tu sacrificarás um como oferta pelo pecado, e o outro como holocausto, ao Eterno, para fazeres expiação pelos levitas. 13 Colocarás os levitas diante de Arão, e diante de seus filhos, e os oferecerás como oferta movida ao Eterno. 14 Assim separarás os levitas dentre os filhos de Israel; e os levitas serão meus. 15 Depois disso entrarão os levitas para fazerem o serviço da tenda da revelação; tu os purificarás, e os oferecerás como oferta movida. 16 Porque eles me são dados inteiramente dentre os filhos de Israel: em lugar de todos os que abrem a madre, a saber, dos primogênitos de todos os filhos de Israel, para mim os tomei. 17 Pois todos os primogênitos entre os filhos de Israel, tanto de homens, como de animais, são meus; no dia em que feri a todos os primogênitos na terra do Egito, santifiquei-os para mim mesmo. 18 Tomei os levitas em lugar de todos os primogênitos entre os filhos de Israel. 19 Dentre os filhos de Israel dei os levitas como uma dádiva a Arão e a seus filhos, para fazerem o serviço dos filhos de Israel na tenda da revelação, e para fazerem expiação pelos filhos de Israel, a fim de que não venha alguma praga entre eles, quando se aproximarem do santuário. 20 Assim fizeram aos levitas Moisés e Arão, e toda a congregação dos filhos de Israel; segundo tudo o que o Eterno ordenou a Moisés no tocante aos levitas, assim lhes fizeram os filhos de Israel. 21 Os levitas purificaram-se do pecado, e lavaram os seus vestidos; Arão ofereceu-os como oferta movida diante do Eterno, e fez expiação por eles para os purificar. 22 Depois disso entraram os levitas para fazerem o seu serviço na tenda da revelação diante de Arão e seus filhos; como o Eterno ordenou a Moisés relativamente aos levitas, assim lhes fizeram. 23 Disse mais o Eterno a Moisés: 24 Isso é o que toca aos levitas: desde a idade dos vinte e cinco anos e daí para cima entrarão para se ocuparem no serviço da tenda da revelação; 25 desde a idade de cinqüenta anos cessarão de se ocuparem no serviço, e não servirão mais. 26 Poderão ministrar com os seus irmãos na tenda da revelação, em cumprimento do que foi prescrito, porém não farão serviço ativo. Assim farás aos levitas no tocante ao que lhes foi prescrito.
9:1 Falou o Eterno a Moisés no deserto do Sinai, no primeiro mês do segundo ano depois que saíram da terra do Egito, dizendo: 2 Celebrem também os filhos de Israel a Páscoa a seu tempo. 3 Aos quatorze dias deste mês, à tardinha, a celebrareis a seu tempo; segundo todos os seus estatutos, e segundo todas as suas ordenações a celebrareis. 4 Disse, pois, Moisés aos filhos de Israel que celebrassem a Páscoa. 5 Celebraram a Páscoa no primeiro mês, aos quatorze dias do mês, à tardinha, no deserto de Sinai; segundo tudo o que o Eterno ordenou a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel. 6 Havia uns que se achavam imundos por terem tocado o cadáver dum homem, de maneira que não podiam celebrar a Páscoa naquele dia. Vieram ter com Moisés e Arão naquele dia, 7 e disseram-lhes: Estamos imundos por termos tocado o cadáver dum homem; por que razão havemos de ser privados de oferecermos a oblação a seu tempo ao Eterno entre os filhos de Israel? 8 Respondeu-lhes Moisés: Esperai, para que eu ouça o que o Eterno ordena acerca de vós. 9 Então disse o Eterno a Moisés: 10 Fala aos filhos de Israel: Se alguém entre vós, ou entre as vossas gerações, estiver imundo por ter tocado num cadáver, ou se achar em viagem em terra longínqua, contudo celebrará a Páscoa ao Eterno. 11 No segundo mês aos quatorze dias do mês, à tardinha, a celebrarão: comê-la-ão com pães asmos e ervas amargas; 12 dela nada deixarão até pela manhã, nem dela quebrarão osso algum; segundo todo o estatuto da Páscoa a celebrarão. 13 Porém o homem que está limpo, e não se acha em viagem, e deixa de celebrar a Páscoa, será essa alma cortada do seu povo; porque não ofereceu a oblação a seu tempo ao Eterno, esse homem levará sobre si o seu pecado. 14 Se um estrangeiro peregrinar entre vós, e celebrar a Páscoa ao Eterno; segundo o estatuto da Páscoa, e segundo a sua ordenação, assim o fará; tereis um só estatuto, tanto para o estrangeiro, como para o natural da terra. 15 No dia em que foi levantado o tabernáculo, a nuvem cobriu o tabernáculo, a saber, a tenda do testemunho; e à tarde vinha sobre o tabernáculo uma aparência de fogo, até pela manhã. 16 Assim acontecia de contínuo: a nuvem a cobria, e de noite tinha como uma aparência de fogo. 17 Quando a nuvem se retirava de cima da Tenda, em seguida os filhos de Israel se punham em marcha; e no lugar em que parava a nuvem, aí os filhos de Israel se acampavam. 18 À ordem do Eterno se punham em marcha os filhos de Israel, e à ordem do Eterno se acampavam; por todo o tempo em que a nuvem permanecia sobre o tabernáculo, ficavam acampados. 19 Quando a nuvem se detinha sobre o tabernáculo muitos dias, faziam o que lhes era imposto pelo Eterno, e não se punham em marcha. 20 Às vezes a nuvem ficava poucos dias sobre o tabernáculo; então à ordem do Eterno permaneciam acampados, e à ordem do Eterno se punham em marcha. 21 Às vezes a nuvem ficava desde a tarde até pela manhã; e, quando pela manhã a nuvem se retirava, punham-se em marcha. 22 Se a nuvem se detinha sobre o tabernáculo dois dias, ou um mês, ou por mais tempo, enquanto ficava sobre ele, os filhos de Israel permaneciam acampados, e não se punham em marcha; porém, quando se retirava, punham-se em marcha. 23 À ordem do Eterno se acampavam, e à ordem do Eterno se punham em marcha; fizeram o que lhes foi imposto pelo Eterno, à ordem do Eterno por intermédio de Moisés.
10:1 Disse o Eterno a Moisés: 2 Faze-te duas trombetas de prata, de obra batida as farás; servir-te-ão para convocares a congregação e fazeres que se ponham em marcha os arraiais. 3 Quando se tocarem as trombetas, a congregação toda se ajuntará a ti, à entrada da tenda da revelação. 4 Se se tocar só uma, os príncipes, cabeças dos milhares de Israel, se ajuntarão a ti. 5 Quando tocardes alarme, partirão os arraiais que se acham acampados da banda do oriente. 6 Quando tocardes alarme pela segunda vez, partirão os arraiais que se acham da banda do sul; tocarão alarme quando se houverem de partir. 7 Porém, quando se houver de reunir a assembléia, tocareis, mas sem alarme. 8 Os filhos de Arão, sacerdotes, tocarão as trombetas; isto vos será por estatuto perpétuo nas vossas gerações. 9 Quando na vossa terra fordes à guerra contra os vossos adversários que vos oprimem, com as trombetas dareis o alarme; sereis tidos em memória diante do Eterno vosso Elohim, e sereis salvos dos vossos inimigos. 10 Também nos dias de vossa alegria, nas vossas festas fixas e nos princípios dos vossos meses tocareis as trombetas sobre os vossos holocaustos e sobre os sacrifícios de vossas ofertas pacíficas; e vos serão por memorial diante de vosso Elohim: eu sou o Eterno vosso Elohim. 11 Aconteceu no segundo ano, no segundo mês, aos vinte dias do mês, que a nuvem se levantou de cima do tabernáculo do testemunho. 12 Os filhos de Israel puseram-se em marcha do deserto de Sinai segundo as suas jornadas; e a nuvem parou no deserto de Parã. 13 No princípio puseram-se em marcha à ordem do Eterno por intermédio de Moisés. 14 Partiu no primeiro lugar o estandarte do arraial dos filhos de Judá segundo as suas turmas, sobre as quais estava Naassom, filho de Aminadabe. 15 Sobre a turma da tribo dos filhos de Issacar estava Natanael, filho de Zuar. 16 E sobre a turma da tribo dos filhos de Zebulom estava Eliabe, filho de Helom. 17 Foi desarmado o tabernáculo, e os filhos de Gérson e os filhos de Merari, os quais levavam o tabernáculo, puseram-se em marcha. 18 O estandarte do arraial de Rúben pôs-se em marcha segundo as suas turmas, sobre as quais estava Elizur, filho de Sedeur. 19 Sobre a turma da tribo dos filhos de Simeão estava Selumiel, filho de Zurisadai. 20 Sobre a turma da tribo dos filhos de Gade estava Eliasafe, filho de Deuel. 21 Puseram-se em marcha os coatitas que levavam as coisas sagradas; e erigia- se o tabernáculo, à espera que eles chegassem. 22 O estandarte do arraial dos filhos de Efraim pôs-se em marcha segundo as suas turmas, sobre as quais estava Elisama, filho de Amiúde. 23 Sobre a turma da tribo dos filhos de Manassés estava Gamaliel, filho de Pedazur. 24 Sobre a turma da tribo dos filhos de Benjamim estava Abidã, filho de Gideoni. 25 O estandarte do arraial dos filhos de Dã, que era a retaguarda de todos os arraiais, pôs-se em marcha segundo as suas turmas, sobre as quais estava Aiezer, filho de Amisadai. 26 Sobre a turma da tribo dos filhos de Aser estava Pagiel, filho de Ocrã. 27 Sobre a turma da tribo dos filhos de Naftali, estava Aira, filho de Enã. 28 Assim fizeram a sua partida os filhos de Israel segundo as suas turmas, e puseram-se em marcha. 29 Disse Moisés a Hobabe, filho de Reuel, o midianita, sogro de Moisés: Estamos em viagem para o lugar de que o Eterno disse: Dar-vo-lo-ei. Vem tu conosco, e te faremos bem; pois é o Eterno o que prometeu prosperidade a Israel. 30 Respondeu ele: Não irei; mas irei para a minha terra, para a minha parentela. 31 Tornou-lhe Moisés: Não nos deixes, porquanto sabes os lugares em que devamos acampar no deserto; e nos servirás de guia. 32 Se vieres conosco, nós te faremos gozar de todo e qualquer bem que o Eterno nos fizer. 33 Partiram, pois, do monte do Eterno caminho de três dias; a arca da aliança do Eterno ia adiante deles caminho de três dias, para lhes deparar um lugar de descanso. 34 A nuvem do Eterno estava sobre eles de dia, quando partiam do arraial. 35 Quando a arca se punha em marcha, dizia Moisés: Levanta-te, Eterno, e dissipados sejam os teus inimigos; fujam diante de ti os que te aborrecem. 36 Quando pousava, dizia: Volta, Eterno, para os miríades dos milhares de Israel.
11:1 O povo era como os que se queixam da sorte aos ouvidos do Eterno. Quando o Eterno o ouviu, acendeu-se a sua ira; o fogo do Eterno ardeu entre eles, e devorou as extremidades do arraial. 2 Então o povo clamou a Moisés, e orou Moisés ao Eterno, e o fogo se extinguiu. 3 O nome daquele lugar foi chamado Taberá, porque o fogo do Eterno ardeu entre eles. 4 A grande mistura de gente que estava no meio deles, ardeu em desejo; e os filhos de Israel também tornaram a chorar e disseram: Quem nos dará carne a comer? 5 Lembramo-nos do peixe, que de graça comíamos no Egito, dos pepinos, dos melões, dos porros, das cebolas e dos alhos. 6 Agora a nossa alma está seca; nenhuma coisa há! os nossos olhos não vêem senão maná. 7 Era o maná como a semente do coentro, e a sua aparência como a aparência de bdélio. 8 O povo ia por toda a parte e o colhia e, moendo-o em moinhos ou pisando-o num almofariz, o cozia em panelas e dele fazia bolos; o seu sabor era como o sabor de um manjar preparado com azeite. 9 Quando de noite caía o orvalho sobre o arraial, caía também o maná sobre ele. 10 Moisés ouviu chorar o povo nas suas famílias, cada um à porta da sua tenda. Grandemente se acendeu a ira do Eterno; e pareceu mal aos olhos de Moisés. 11 Disse, pois, Moisés ao Eterno: Por que afligiste o teu servo? por que não achei eu graça aos teus olhos, uma vez que puseste sobre mim a carga de todo este povo? 12 Concebi eu, porventura, todo este povo? dei-o eu à luz, para me dizeres: Leva-os no teu seio, assim como o aio leva a criança de mama, para a terra que com juramento prometeste aos seus pais? 13 Donde teria eu carne para dar a todo este povo? pois me molestam com o seu choro, dizendo: Dá-nos carne a comer. 14 Eu só não posso levar a todo este povo, pois me é pesado demais. 15 Se tu te houveres assim comigo, mata-me duma vez se tiver achado graça aos teus olhos; e não me deixes ver a minha miséria. 16 Disse mais o Eterno a Moisés: Ajunta-me setenta homens dos anciãos de Israel, que sabes serem os anciãos do povo, e seus oficiais; traze-os à entrada da tenda da revelação, para que assistam ali contigo. 17 Então descerei e ali falarei contigo; tirarei do espírito que está sobre ti, e pô-lo-ei sobre eles; e levarão contigo a carga do povo, para que tu não a leves só. 18 Dize ao povo: Santificai-vos para amanhã, e comereis carne, pois chorastes aos ouvidos do Eterno, dizendo: Quem nos dará carne a comer? Íamos bem no Egito. O Eterno vos dará carne, e comereis. 19 Não comereis um dia, nem dois, nem cinco, nem dez, nem vinte; 20 porém um mês inteiro, até vos sair ela pelos narizes, e vos causar enjôo; porque rejeitastes ao Eterno que está no meio de vós, e chorastes diante dele, dizendo: Porque saímos do Egito? 21 Respondeu Moisés: Este povo, no meio do qual estou, são seiscentos mil homens de pé; e todavia tu disseste: Dar-lhes-ei carne, para que a comam um mês inteiro. 22 Matar-se-ão rebanhos e gados, que lhes bastem? ou ajuntar-se-ão para eles todos os peixes do mar, que lhes bastem? 23 Tornou o Eterno a Moisés: Porventura é curta a mão do Eterno? agora mesmo verás se a minha palavra se te cumprirá ou não. 24 Saiu, pois, Moisés, e referiu ao povo as palavras do Eterno; ajuntou setenta homens dos anciãos do povo, e fê-los estar ao redor da Tenda. 25 Desceu o Eterno na nuvem, e falou com ele e tirou do espírito que estava sobre ele, e pô-lo sobre os setenta anciãos. Quando o espírito repousou sobre eles, profetizaram, porém nunca mais o fizeram. 26 Mas ficaram no arraial dois homens, um se chamava Eldade, e o outro Medade. Repousou sobre eles o espírito; eram do número daqueles que foram alistados, porém não tinham saído para irem à Tenda; e profetizaram no arraial. 27 Correu um moço, e o referiu a Moisés, e disse: Eldade e Medade profetizam no arraial. 28 Então Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus homens escolhidos, respondeu e disse: Moisés, meu senhor, proibe-lho. 29 Moisés respondeu-lhe: Tens tu ciúmes por mim? quem dera que todo o povo do Eterno fossem profetas, que o Eterno pusesse o seu espírito sobre eles! 30 Depois Moisés se recolheu ao arraial, ele e os anciãos de Israel. 31 Da parte do Eterno saiu um vento, que do lado do mar trouxe codornizes, e deixou-as cair junto ao arraial, quase caminho dum dia dum e outro lado, ao redor do arraial, e cerca de dois côvados de alto sobre a terra. 32 Levantou-se o povo todo aquele dia, e a noite e o outro dia, e colheram as codornizes; quem menos colheu colheu dez ômeres, e para si estenderam-nas por toda a parte ao redor do arraial. 33 Ainda a carne estava entre os dentes; antes que fosse mastigada, acendeu-se a ira do Eterno contra o povo, e feriu o Eterno ao povo com uma praga mui grande. 34 Aquele lugar se ficou chamando Quibrote-Taavá, porque ali sepultaram o povo que ardeu em desejo. 35 De Quibrote-Taavá partiu o povo para Hazerote; e ali ficaram.
12:1 Miriã e Arão falaram contra Moisés por causa da mulher cusita que tomara; pois tinha tomado uma mulher cusita. 2 Disseram: É verdade que o Eterno falou só com Moisés? Não nos falou ele também a nós? O Eterno o ouviu. 3 Ora o homem Moisés era mui humilde, mais humilde do que todos os homens que havia sobre a face da terra. 4 Logo falou o Eterno a Moisés, e a Arão e a Miriã: Saí vós três à tenda da revelação. Saíram eles três. 5 Desceu o Eterno numa coluna de nuvem, pôs-se à entrada da Tenda e chamou a Arão e a Miriã; e ambos eles saíram. 6 Então disse: Ouvi agora as minhas palavras: se entre vós houver profeta, eu o Eterno a ele me faço conhecer em visão, falo com ele em sonhos. 7 Não é assim com o meu servo Moisés; ele é fiel em toda a minha casa. 8 Boca a boca falo com ele, claramente e não em enigmas, e ele contempla a forma do Eterno. Por que razão, pois, não temestes falar contra o meu servo, contra Moisés? 9 Contra eles se acendeu a ira do Eterno; e foi-se. 10 A nuvem retirou-se de cima da Tenda; Miriã estava leprosa, tão branca como a neve; olhou Arão para Miriã, e eis que era leprosa. 11 Disse Arão a Moisés: Ah, meu senhor! rogo-te não ponhas sobre nós o pecado, pois que procedemos loucamente, e pecamos. 12 Não seja ela como um morto que, ao sair do ventre de sua mãe, tem a metade da sua carne já consumida. 13 Clamou Moisés ao Eterno, dizendo: Ó Elohim, rogo-te que a cures. 14 Respondeu o Eterno a Moisés: Se seu pai lhe tivesse cuspido na cara, não deveria ela estar coberta de vergonha por sete dias? Esteja fechada fora do arraial sete dias, e depois se recolha outra vez. 15 Assim Miriã esteve fechada fora do arraial por sete dias; o povo não partiu, enquanto Miriã não se recolheu de novo. 16 Depois o povo partiu de Hazerote, e se acampou no deserto de Parã.”
Zacarias 2:10-4:7 “10 Canta e regozija-te, filha de Sião: porque eis que venho, e habitarei no meio de ti, diz o Eterno. 11 Naquele dia muitas nações se ajuntarão ao Eterno, e serão o meu povo; habitarei no meio de ti, e saberás que o Eterno dos exércitos me enviou a ti. 12 O Eterno herdará a Judá como a sua porção na terra santa, e ainda escolherá a Jerusalém. 13 Cala-te, toda a carne, diante do Eterno; porque ele se levantou da sua santa habitação.
3:1 Ele me mostrou o sumo sacerdote Josué que estava diante do anjo do Eterno, e Satanás que estava à mão direita dele para ser o seu adversário. 2 O Eterno disse a Satanás: Que o Eterno te repreenda, ó Satanás; sim, repreenda-te o Eterno que escolheu a Jerusalém: acaso não é este um tição tirado do fogo? 3 Ora Josué estava vestido de hábitos sujos, e posto em pé diante do anjo. 4 Este começou a falar e disse aos que estavam diante dele: Tirai-lhe estes hábitos sujos. A Josué disse: Eis que hei feito passar de ti a tua iniqüidade, e te vestirei de ricos trajos. 5 Eu disse: Ponham-lhe sobre a cabeça uma mitra limpa. Puseram-lhe, pois, sobre a cabeça uma mitra limpa, e vestiram-no de vestidos; e o anjo do Eterno estava perto, de pé. 6 O anjo do Eterno protestou a Josué, dizendo: 7 Assim diz o Eterno dos exércitos: Se andares nos meus caminhos, e observares o que tenho prescrito, também tu julgarás a minha casa, e bem assim guardarás os meus átrios, e te permitirei entrar e sair entre os que estão aqui. 8 Ouve, pois, Josué, sumo sacerdote, tu e teus colegas que se assentam diante de ti; porque são homens de presságio; porquanto eis que farei vir o meu servo, o Renovo. 9 Eis a pedra que tenho posto diante de Josué; sobre uma só pedra são sete olhos. Eis que eu farei ao buril a sua escultura, diz o Eterno dos exércitos, e tirarei a iniqüidade desta terra num só dia. 10 Naquele dia, diz o Eterno dos exércitos, chamareis, cada um de vós ao seu próximo para debaixo da videira e para debaixo da figueira.
4:1 O anjo que falava comigo voltou, e me despertou a mim, como a um homem que é despertado do seu sono. 2 Perguntou-me: Que vês tu? Respondi: Vi, e eis um candeeiro todo de ouro, que tem o seu vaso em cima, e sobre si as suas sete lâmpadas; há sete canudos, e cada um deles vai unir-se a uma das lâmpadas que estão em cima do candeeiro. 3 Vi junto a ele duas oliveiras, uma à direita do vaso e a outra à sua esquerda. 4 Respondi e perguntei ao anjo que falava comigo: Que são estas coisas, meu senhor? 5 Respondeu-me o anjo que falava comigo: Não sabes o que são elas? Respondi: Não, meu senhor. 6 Ele prosseguiu e me disse: Esta é a palavra do Eterno a Zorobabel, a qual diz: Não por força nem por poder, mas por meu espírito, diz o Eterno dos exércitos. 7 Quem és tu, ó grande monte? diante de Zorobabel tornar-te-ás uma campina; ele produzirá a pedra angular, dizendo com algazarras: Graça, graça a ela.”
Apocalipse 11:1-19 “1 Deu-se-me uma cana semelhante a uma vara, e foi-me dito: Levanta-te, e mede o santuário do Eterno e o altar e os que nele adoram. 2 Mas o átrio que está fora do santuário, deixa-o, e não o meças, porque foi dado aos gentios. Eles hão de pisar debaixo dos pés a cidade santa por quarenta e dois meses. 3 Darei às minhas duas testemunhas que, vestidas de saco, profetizem durante mil e duzentos e sessenta dias. 4 Estes são as duas oliveiras e os dois candeeiros, postos diante do Senhor da terra. 5 Se alguém lhes quiser fazer dano, da sua boca sairá fogo e devorará os seus inimigos; e se alguém lhes quiser fazer dano, é assim que ele deve ser morto. 6 Estes têm o poder de fechar o céu, para que não caia chuva durante os dias da sua profecia; e têm poder de converter as águas em sangue, e de ferir a terra com toda a sorte de pragas todas as vezes que o quiserem. 7 Quando tiverem acabado o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, os vencerá e os matará. 8 Os seus cadáveres jazerão nas ruas da grande cidade, a qual espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado. 9 Dentre os povos, e tribos, e línguas e nações muitos verão os cadáveres durante três dias e meio, e não permitirão que os seus cadáveres sejam dados à sepultura. 10 Os habitantes da terra se alegrarão sobre eles, e se regalarão, e enviarão presentes uns aos outros, porque estes dois profetas atormentaram aos que habitavam sobre a terra. 11 Passados os três dias e meio, o espírito de vida, vindo do Eterno, entrou neles, e sobre os seus pés se levantaram; e grande temor caiu sobre os que os viram. 12 Do céu ouviram uma grande voz, dizendo-lhes: Subi para cá. Subiram ao céu em uma nuvem; e os viram os inimigos deles. 13 Naquela hora houve um grande terremoto: caiu a décima parte da cidade, e sete mil homens pereceram no terremoto; os mais ficaram aterrorizados e deram glória ao Elohim do céu. 14 O segundo ai já passou; eis que cedo vem o terceiro. 15 O sétimo anjo tocou a trombeta. Houve grandes vozes no céu, dizendo: O reino do mundo passou a ser de nosso Elohim e do seu Mashiach, ele reinará pelos séculos dos séculos. 16 Os vinte e quatro anciãos, que estão sentados diante do Eterno sobre os seus tronos, prostraram-se os seus rostos e adoraram ao Eterno, 17 dizendo: Graças te damos, ao Eterno Elohim Todo-poderoso, que és e que eras; porque tens tomado o teu grande poder, e entraste no teu reino. 18 As nações encheram-se de ira, mas veio a tua ira e o tempo de serem julgados os mortos, e de dar a recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos e aos que temem ao teu nome, aos pequenos e aos grandes, e de destruir os destruidores da terra. 19 Abriu-se o santuário do Eterno, que está no céu, e no seu santuário foi vista a arca da sua aliança. Houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremoto e tempestade de saraiva.”
Salmos 68:1-35 “1 Levantar-se-á Elohim, dispersos serão os seus inimigos; E os que o aborrecem, fugirão da sua presença. 2 Como a fumaça se dissipa, assim os dissiparás; Como ao fogo se derrete a cera, Assim à presença de Elohim perecerão os iníquos. 3 Mas alegrar-se-ão os justos na presença de Elohim, Sim se regozijarão de alegria. 4 Cantai a Elohim, cantai louvores ao seu nome; Fazei uma estrada real para aquele que cavalga pelos desertos. Já é o seu nome; exultai diante dele. 5 Pai de órfãos, e juiz de viúvas, é Elohim na sua santa morada. 6 Elohim fez que os solitários constituíssem famílias; Tira os presos para a prosperidade: Os rebeldes, porém, habitam em terra árida. 7 Ó Elohim, ao partires à frente do teu povo, Ao marchares pelo deserto; (Selá) 8 Tremeu a terra, Gotejaram também os céus à presença de Elohim: Sim o Sinai tremeu à presença de Elohim, do Elohim de Israel. 9 Copiosa chuva mandaste, ó Elohim, Tu confirmaste a tua herança, quando ela estava cansada. 10 Ali a tua grei fixou residência; da tua bondade, ó Elohim, fizeste provisão para os aflitos. 11 O Adonai expede o decreto; Grande é a companhia das mulheres que publicam as boas novas. 12 Reis de exércitos fogem, sim fogem; Aquele que fica em casa reparte os despojos. 13 Embora vos deiteis entre as cercas dos apriscos, Sois como as asas da pomba, cobertas de prata, Cujas penas maiores o são de ouro amarelo. 14 Quando o Todo-poderoso ali dispersou os reis, Foi como quando cai neve sobre o monte Zalmom. 15 Monte grandíssimo é o monte de Basã, Monte de cabeços é o de Basã. 16 Por que estais vós, montes de cabeços, olhando de inveja Para o monte que Elohim escolheu para a sua habitação? O Eterno habitará nele para sempre. 17 Os carros de Elohim são vinte mil, sim milhares de milhares; Adonai está no meio deles; o Sinai está no santuário. 18 Subiste ao alto, levaste cativos os prisioneiros; Recebeste dons dos homens, mesmo dos rebeldes, para O Eterno Elohim habitar entre eles. 19 Bendito seja Adonai, que diariamente leva a nossa carga; Elohim é a nossa salvação. (Selá) 20 Elohim para nós é um Elohim poderoso para salvar; Ao Eterno, Adonai nosso, pertencem os livramentos da morte. 21 Mas Elohim esmigalhará a cabeça dos seus inimigos, O crânio cabeludo daquele que prossegue nos seus delitos. 22 Disse Adonai: Desde Basã farei voltar, Fá-los-ei tornar das profundezas do mar, 23 Para que mergulhes o teu pé em sangue, E para que a língua dos teus cães haja dos inimigos o seu quinhão. 24 Eles viram, ó Elohim, a tua entrada, A entrada do meu Elohim, do meu rei, no santuário. 25 Iam na frente os cantores, atrás os tocadores de instrumentos de cordas, No meio das donzelas que tocavam adufes. 26 Nas congregações bendizei a Elohim, ao Eterno, vós que sois da fonte de Israel, 27 Ali está o pequeno Benjamim, seu chefe, Os príncipes de Judá em grande número, Os príncipes de Zebulom, os príncipes de Naftali. 28 O teu Elohim ordena que sejas forte; fortalece, ó Elohim, o que obraste por nós. 29 Por causa do teu templo em Jerusalém, Os reis te trarão presentes. 30 Repreende a besta fera dos caniçais, A multidão dos touros, e os bezerros dos povos, Calcando aos pés os pedaços de prata: Dissipou os povos que se deleitam em guerra. 31 Do Egito virão magnates; A Etiópia se dará pressa em estender as mãos para Elohim. 32 Reinos da terra, entoai cânticos a Elohim; Cantai louvores a Adonai, (Selá) 33 Àquele que monta sobre os céus dos céus desde a antigüidade; Eis que ele faz ouvir a sua voz—voz poderosa. 34 Atribui força a Elohim, cuja majestade é sobre Israel, e cuja força está nos céus. 35 Ó Elohim, tu és terrível no teu santuário: O Elohim de Israel, ele dá força e poder ao seu povo. Bendito seja Elohim.”
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