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LEITURA DAS PORÇÕES
38ª Porção
Korach: Coré (Calvo)
Parasha: Nm 16:1 à 18:32
Haftarah: 1 Sm 11:14 à 12:22
Brit Hadashah: At 5:1-11
Salmos: 5
Havdalah: 18:30 h
Números 16:1-18:32 “1 Ora Coré, filho de Jizar, filho de Coate, filho de Levi, juntamente com Datã e Abirão, filhos de Eliabe, e Om, filho de Pelete, filhos de Rúben, tomaram gente; 2 levantaram-se perante Moisés, com certos homens dos filhos de Israel, a saber, com duzentos e cinqüenta príncipes da congregação, chamados à assembléia, varões de renome; 3 ajuntaram-se contra Moisés e contra Arão, e disseram-lhes: Basta-vos! visto que toda a congregação é santa, todos o são, e o Eterno está no meio deles; por que razão, pois, vos elevais sobre a assembléia do Eterno? 4 Quando Moisés ouviu isso, lançou-se com o rosto em terra; 5 e disse a Coré e a toda a sua companhia: Pela manhã o Eterno fará conhecer aquele que lhe pertence. Ele permitirá chegar a si o que é santo, a saber, permitirá chegar a si o que escolher. 6 Fazei isto: Coré e toda a sua companhia, tomai incensários, 7 e amanhã ponde fogo neles, e sobre eles deitai incenso diante do Eterno; e o homem, a quem o Eterno escolher, esse será santo: basta-vos, filhos de Levi! 8 Disse Moisés a Coré: Ouvi, filhos de Levi: 9 é para vós, porventura, coisa de somenos importância que o Elohim de Israel vos tenha separado da congregação de Israel, para vos fazer chegar a si, a fim de cumprirdes o serviço do tabernáculo do Eterno, e estardes perante a congregação para lhe ministrar? 10 que te haja feito chegar a ti, e a todos os teus irmãos, filhos de Levi? procurais também o sacerdócio? 11 Portanto, tu e toda a tua companhia sois os que vos sublevastes contra o Eterno; e Arão, quem é ele, para que murmureis contra ele? 12 Mandou Moisés chamar a Datã e Abirão, filhos de Eliabe; mas eles responderam: Não subiremos; 13 acaso não é bastante que nos tenhas tirado de uma terra que mana leite e mel, para nos fazeres morrer no deserto, mas queres ainda fazer-te príncipe sobre nós? 14 Demais a mais não nos introduziste numa terra que mana leite e mel, nem nos deste em herança campos e vinhas; pensas que lançarás pó aos olhos destes homens? pois não subiremos. 15 Moisés, irado grandemente, disse a o Eterno: Não atentes para a sua oferta; nem um só jumento tenho tirado deles, nem a nenhum deles tenho feito mal. 16 Disse mais Moisés a Coré: Estai tu e toda a tua congregação diante do Eterno, sim tu e eles e Arão, amanhã. 17 Tomai, cada um o seu incensário, e sobre eles deitai incenso, e trazei diante do Eterno, cada um o seu incensário, duzentos e cinqüenta incensários; também tu e Arão, cada um o seu incensário. 18 Tomaram, pois, cada um o seu incensário, e neles puseram fogo, e sobre eles deitaram incenso, e estiveram em pé à entrada da tenda da revelação juntamente com Moisés e Arão. 19 Coré fez reunir toda a congregação contra eles à entrada da tenda da revelação, e a glória do Eterno apareceu a toda a congregação. 20 Disse o Eterno a Moisés e a Arão: 21 Separai-vos do meio desta congregação, para que eu os consuma imediatamente. 22 Lançaram-se com o rosto em terra, e disseram: Ó Elohim, Elohim dos espíritos de toda a carne, acaso pecaria um só homem, e indignar-te-ias contra toda a congregação? 23 Respondeu o Eterno a Moisés: 24 Dize à congregação: Subi do derredor do tabernáculo de Coré, Datã e Abirão. 25 Levantou-se Moisés e foi ter com Datã e Abirão; e os anciãos de Israel o seguiram. 26 Disse à congregação: Retirai-vos das tendas destes homens perversos, e não toqueis coisa que lhes pertença, para que não sejais arrebatados em todos os seus pecados. 27 Subiram, pois, do derredor do tabernáculo de Coré, Datã e Abirão; e saíram Datã e Abirão, e estiveram em pé à entrada das suas tendas com suas mulheres, e seus filhos e seus pequeninos. 28 Então disse Moisés: Nisto conhecereis que o Eterno me enviou a fazer todas estas obras; porque não as tenho feito de mim mesmo. 29 Se estes homens morrerem como todos morrem, ou se forem visitados como são visitados todos os homens; não é o Eterno quem me enviou. 30 Mas, se o Eterno criar uma nova coisa, e a terra abrir a boca e os tragar com tudo o que lhes pertence, e vivos descerem ao Sheol; sabereis que estes homens desprezaram ao Eterno. 31 Ao acabar ele de falar todas estas palavras, fendeu-se a terra que estava debaixo deles; 32 a terra abriu a boca e tragou-os com as suas famílias, com todos os homens que pertenciam a Coré, e com toda a sua fazenda. 33 Eles e todos os que lhes pertenciam, vivos, desceram ao Sheol; a terra cobriu-os, e pereceram do meio da assembléia. 34 Todo o Israel, que estava ao redor deles, fugiu ao clamor dos que pereciam, porque diziam: Não suceda que a terra nos trague a nós. 35 De o Eterno saiu fogo, e consumiu os duzentos e cinqüenta homens que ofereciam o incenso. 36 Disse o Eterno a Moisés: 37 Fala a Eleazar, filho do sacerdote Arão, que tire do incêndio os incensários. Espalha tu o fogo lá, porque se tornaram santos 38 os incensários destes homens que pecaram contra as suas vidas. Deles se façam lâminas batidas para uma coberta do altar; pois se ofereceram diante do Eterno, portanto se tornaram santos; e serão por sinal aos filhos de Israel. 39 Eleazar, o sacerdote, tomou os incensários de cobre, aos quais tinham oferecido os que foram queimados; e os converteram em lâminas para coberta do altar, 40 para servir de memorial aos filhos de Israel, a fim de que nenhum estrangeiro que não seja da semente de Arão, se chegue para queimar incenso diante do Eterno; para que não seja como Coré, e como a sua companhia; conforme o Eterno lhe falou por intermédio de Moisés. 41 Porém no dia seguinte toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão, dizendo: Vós matastes o povo do Eterno. 42 Quando a congregação se havia reunido contra Moisés e contra Arão, viraram-se para a tenda da revelação; eis que a nuvem a cobriu, e apareceu a glória do Eterno. 43 Vieram Moisés e Arão à frente da tenda da revelação. 44 Disse o Eterno a Moisés: 45 Subi do meio desta congregação, para que eu os consuma imediatamente. Então se prostraram com o rosto em terra. 46 Disse Moisés a Arão: Toma o teu incensário, e põe nele fogo do altar, e sobre ele deita incenso, e leva-o depressa à congregação, e faze expiação por eles; pois do Eterno já saiu a ira, e já começou a praga. 47 Tomou-o Arão, como Moisés lhe falou, e correu ao meio da assembléia (eis que já havia começado a praga entre o povo) e deitou o incenso, e fez expiação pelo povo. 48 Pôs-se em pé entre os mortos e os vivos, e cessou a praga. 49 Ora os que morreram da praga foram quatorze mil e oitocentos, além dos que morreram no caso de Coré. 50 Voltou Arão para Moisés à entrada da tenda da revelação; e cessou a praga.
17:1 Disse o Eterno a Moisés: 2 Fala aos filhos de Israel, e recebe deles varas, uma pela casa de cada pai de todos os seus príncipes segundo as casas de seus pais, isto é, doze varas; escreve o nome de cada um sobre a sua vara. 3 Escreverás o nome de Arão sobre a vara de Levi, porque cada cabeça das casas de seus pais terá uma vara. 4 Depositá-las-ás na tenda da revelação diante do testemunho, onde venho a vós. 5 Brotará a vara do homem que eu escolher; assim farei cessar de mim as murmurações dos filhos de Israel, que murmuram contra vós. 6 Falou Moisés aos filhos de Israel, e todos os seus príncipes deram-lhe varas, cada príncipe lhe deu uma, segundo as casas de seus pais, isto é, doze varas; e a vara de Arão achava-se entre as varas deles. 7 Moisés depositou as varas diante do Eterno na tenda do testemunho. 8 No dia seguinte entrou Moisés na tenda do testemunho; eis que a vara de Arão pela casa de Levi tinha brotado e, inchando os gomos, arrebentou em flores e deu amêndoas maduras. 9 Então Moisés trouxe todas as varas de diante do Eterno a todos os filhos de Israel: eles viram, e receberam, cada um a sua vara. 10 Disse o Eterno a Moisés: Torna a pôr a vara de Arão diante do testemunho, para se guardar, como memorial, contra os filhos de rebelião; para que faças acabar as suas murmurações contra mim, a fim de que não morram. 11 Assim fez Moisés; como o Eterno lhe ordenou, assim fez. 12 Os filhos de Israel disseram a Moisés: Eis que expiramos, perecemos, todos nós perecemos. 13 Todo o que se chegar ao tabernáculo do Eterno, morrerá; porventura expiraremos todos?
18:1 Disse o Eterno a Arão: Tu e teus filhos, e a casa de teus pais levareis sobre vós a iniqüidade do santuário; tu e teus filhos, levareis sobre vós a iniqüidade do vosso sacerdócio. 2 Faze chegar contigo também teus irmãos, a tribo de Levi, a tribo de teu pai, para que se unam a ti e te sirvam, enquanto tu e teus filhos estiverdes diante da tenda do testemunho. 3 Farão o serviço que te é devido a ti e a toda a Tenda; porém não se chegarão aos vasos do santuário nem ao altar, para que não morram, nem eles, nem vós. 4 Unir-se-ão a ti, e farão o serviço que é devido à tenda da revelação, relativamente a todo o serviço da Tenda; o estrangeiro não se chegará a vós. 5 Fareis o serviço que é devido ao santuário e ao altar, para que se não levante outra vez indignação sobre os filhos de Israel. 6 Eu, eis que tomei do meio dos filhos de Israel vossos irmãos, os levitas; eles vos são uma dádiva, feita ao Eterno, para fazer o serviço da tenda da revelação. 7 Mas tu e teus filhos cumprireis o vossos sacerdócio relativamente a tudo o que é do altar, e a tudo o que está dentro do véu, e servireis. Dou-vos o sacerdócio como serviço de dádiva; o estrangeiro que se chegar, será morto. 8 Disse mais o Eterno a Arão: Eis que eu te dei o que se guarda das ofertas alçadas que me são feitas, a saber, todas as coisas santificadas dos filhos de Israel, a ti as dei como porção, e a teus filhos, por um direito perpétuo. 9 Isto será teu das coisas santíssimas, reservadas do fogo: todas as suas oblações, a saber, todas as suas ofertas de cereais, e todas as suas ofertas pelo pecado, e todas as suas ofertas pela culpa com que me fazem restituição, serão santíssimas para ti e para teus filhos. 10 Num lugar santíssimo o comerás; todo o homem o comerá; ser-te-á santo. 11 Isto é teu: a oferta alçada de suas dádivas, a saber, todas as ofertas movidas dos filhos de Israel. Eu as dei a ti, e a teus filhos, e a tuas filhas, por um direito perpétuo. Todo o que estiver limpo na tua casa, comerá delas. 12 Tudo o que do azeite há de melhor, e tudo o que do mosto e do grão há de melhor, as primícias destes que eles dão ao Eterno, a ti as dei. 13 Os frutos temporões de tudo o que estiver na sua terra, que são trazidos ao Eterno, a ti pertencerão; todo o que estiver limpo na tua casa comerá deles. 14 Tudo o que for devotado em Israel será teu. 15 Todo o que abrir a madre, de toda a carne, que oferecem ao Eterno, tanto de homens como de animais, será teu; contudo os primogênitos dos homens certamente remirás, e os primogênitos dos animais imundos também remirás. 16 Os que deles hão de ser remidos, desde a idade de um mês os remirás, segundo a tua avaliação, por cinco siclos de dinheiro, segundo o siclo do santuário (o siclo tem vinte obolos). 17 Porém não remirás o primogênito da vaca, nem o primogênito da ovelha nem o primogênito da cabra; eles são santos. Derramarás o seu sangue sobre o altar, e queimarás a sua gordura por oferta queimada, de suave cheiro ao Eterno. 18 As suas carnes serão tuas, como o peito movido e a espádua direita, elas serão tuas. 19 Todas as ofertas alçadas, as coisas sagradas, que os filhos de Israel oferecem ao Eterno, eu as dei a ti, e a teus filhos, e a tuas filhas, por um direito perpétuo; é aliança perpétua diante do Eterno para ti e para a tua semente. 20 Disse mais o Eterno a Arão: Não terás herança na sua terra, nem terás parte entre eles; eu é que sou a tua porção e a tua herança entre os filhos de Israel. 21 Aos filhos de Levi dei todos os dízimos em Israel por herança, em compensação do serviço que prestam, isto é, do serviço da tenda da revelação. 22 Para o futuro os filhos de Israel não se chegarão à tenda da revelação, para que não levem sobre si o pecado, e morram. 23 Mas os levitas farão o serviço da tenda da revelação, e levarão sobre si a iniqüidade do povo: será estatuto perpétuo durante as vossas gerações, e entre os filhos de Israel não terão herança. 24 Porque os dízimos dos filhos de Israel que eles fazem como oferta alçada ao Eterno, eu os dei por herança aos levitas; portanto lhes disse: Entre os filhos de Israel não terão herança. 25 Disse o Eterno a Moisés: 26 Também falarás aos levitas, e lhes dirás: Quando receberdes dos filhos de Israel os dízimos que deles vos dei por vossa herança, fareis uma oferta alçada deles, o dízimo dos dízimos. 27 Imputar-se-vos-á a vossa oferta alçada, como grão da eira e como a plenitude do lagar. 28 Assim também fareis uma oferta alçada ao Eterno de todos os vossos dízimos, que receberdes dos filhos de Israel; e a dareis ao sacerdote Arão. 29 De todas as dádivas que são feitas, oferecereis toda a oferta alçada que é devida ao Eterno, a parte que lhe é consagrada, tudo o que é melhor delas. 30 Portanto, lhes dirás: Quando alçardes o que há de melhor nos dízimos, será imputado aos levitas como a novidade da eira e como a novidade do lagar. 31 Comê-lo-eis em todo o lugar, vós e as vossas famílias, pois é vossa recompensa pelo vosso serviço na tenda da revelação. 32 Pelo que não levareis sobre vós pecado, quando tiverdes alçado o que há de melhor; e não profanareis as coisas sagradas dos filhos de Israel, para que não morrais.”
1 Samuel 11:14-12:22 “14 Então disse Samuel ao povo: Vinde, e vamos a Gilgal, e renovemos ali o reino. 15 Partiu todo o povo para Gilgal; ali em Gilgal constituíram a Saul por seu rei diante do Eterno, ali imolaram sacrifícios de ofertas pacíficas diante do Eterno, e ali muito se alegrou Saul, e todos os homens de Israel.
12:1 Disse Samuel a todo o Israel: Escutei a vossa voz em tudo o que me dissestes, e constitui um rei sobre vós. 2 Agora eis que o rei vai adiante de vós. Eu sou velho e cheio de cãs, e meus filhos estão convosco; eu tenho andado adiante de vós desde a minha mocidade até hoje. 3 Eis-me aqui! testemunhai contra mim perante o Eterno e perante o seu ungido: de quem tomei o boi? ou de quem tomei o jumento? ou a quem defraudei? ou a quem maltratei? ou da mão de quem recebi uma peita para encobrir com ela os meus olhos? e vô-lo restituirei. 4 Responderam eles: Não nos defraudaste, nem nos maltrataste, nem tomaste coisa alguma da mão de ninguém. 5 Ele lhes disse: o Eterno é testemunha contra vós, e o seu ungido é hoje testemunha, de que não achastes coisa alguma na minha mão. Eles responderam: Ele é testemunha. 6 Samuel disse ao povo: o Eterno é quem designou a Moisés e a Arão, e fez subir a vossos pais da terra do Egito. 7 Agora ponde-vos aqui, para que eu pleiteie convosco perante o Eterno relativamente a todos os atos de justiça que ele vos fez a vós e a vossos pais. 8 Quando Jacó entrou no Egito e vossos pais clamaram ao Eterno, enviou ele a Moisés e a Arão, para que tirassem a vossos pais do Egito, e fê-los habitar neste lugar. 9 Mas esqueceram-se do Eterno seu Elohim, e ele os entregou nas mãos de Sísera, capitão do exército de Hazor, nas mãos dos filisteus, e nas mãos de Moabe, os quais pelejaram contra eles. 10 Clamaram ao Eterno e disseram: Pecamos, porque deixamos ao Eterno, e servimos aos baalins e as astarotes: mas agora livra-nos da mão dos nossos inimigos, e te serviremos. 11 O Eterno enviou a Jerubaal e a Bedã e a Jefté e a Samuel, e livrou-vos da mão dos vossos inimigos ao redor, e habitastes em segurança. 12 Quando vistes que Naás, rei dos filhos de Amom, vinha contra vós, dissestes-me: Não, mas um rei dominará sobre nós: quando o Eterno vosso Elohim era vosso rei. 13 Agora eis o rei que escolhestes e pedistes; e eis que o Eterno pôs sobre vós um rei. 14 Se temerdes ao Eterno, e o servirdes, e derdes ouvidos à sua voz, e não fordes rebeldes às suas ordens, e tanto vós, como o rei que vos domina, fordes seguidores do Eterno vosso Elohim, bem está; 15 mas, se não derdes ouvidos a voz do Eterno, e fordes rebeldes às suas ordens, será a mão do Eterno contra vós como o era contra vossos pais. 16 Agora ficai aqui, vede esta grande coisa que o Eterno vai fazer diante dos vossos olhos. 17 Não é hoje a sega do trigo? invocarei ao Eterno, e ele enviará trovões e chuva. Sabereis e vereis que é grande a vossa maldade, que fizestes perante o Eterno, pedindo um rei sobre vós. 18 Invocou Samuel ao Eterno, que enviou naquele dia trovões e chuva. Todo o povo temeu muito do Eterno e a Samuel. 19 Todo o povo disse a Samuel: Roga ao Eterno teu Elohim pelos teus servos para que não morramos; porque a todos os nossos pecados ajuntamos o mal de pedirmos um rei. 20 Então disse Samuel ao povo: Não temais; vos fizestes todo este mal; não vos desvieis de seguir ao Eterno, mas servi-o de todo o vosso coração. 21 Não vos desvieis; pois seguirieis coisas vãs, que não vos podem aproveitar nem livrar, porque são vãs. 22 O Eterno por causa do seu grande nome não desamparará ao seu povo, porque aprouve ao Eterno fazer de vós o seu povo.”
Atos 5:1-11 “1 Mas um homem chamado Ananias, com sua mulher Safira, vendeu uma propriedade, 2 e reteve parte do preço, sabendo-o também sua mulher; e, levando uma parte, depositou-a aos pés dos apóstolos. 3 Pedro disse-lhe: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço do terreno? 4 Porventura se não o vendesses, não seria ele teu; e vendido, não estava o preço no teu poder? Como formaste este desígnio no teu coração? Não mentiste aos homens, mas ao Eterno. 5 Ananias, ao ouvir estas palavras, caiu e expirou; e sobreveio grande temor a todos os ouvintes. 6 Levantando-se os moços, amortalharam-no e, levando-o para fora, sepultaram-no. 7 Depois de um intervalo de cerca de três horas entrou sua mulher, não sabendo o que tinha sucedido. 8 Pedro perguntou-lhe: Dize-me se vendestes por tanto o terreno? Ela respondeu: Sim, por tanto. 9 Mas Pedro disse-lhe: Por que é que vós combinastes provar o Espírito de Elohim? eis à porta os pés dos que sepultaram teu marido, e eles te levarão a ti para fora. 10 Imediatamente caiu aos pés dele e expirou. Entrando os mancebos, acharam-na morta e, levando-a para fora, sepultaram-na junto a seu marido. 11 Sobreveio grande temor a toda a igreja e a todos os que ouviram estas coisas.”
Salmos 5:1-12 “1 Dá ouvidos, Eterno, às minhas palavras, Atende ao murmúrio dos meus lábios. 2 Escuta, Rei meu, Elohim meu, a voz do meu clamor; Pois a ti é que oro. 3 Ouvirás de manhã a minha voz, Eterno; de manhã te apresentarei a minha oração, e ficarei de vigia. 4 Pois tu não és Elohim que se compraza na maldade, O mau não poderá assistir contigo. 5 Não poderão permanecer à tua vista os arrogantes, Aborreces todos os que obram a iniqüidade. 6 Destruirás os que proferem mentiras, Ao sanguinário e ao fraudulento o Eterno abomina. 7 Quanto a mim, porém, pela abundância da tua bondade entrarei na tua casa; No temor que te é devido inclinar-me-ei para o teu templo. 8 Guia-me, Eterno, na tua retidão, por causa dos meus inimigos; Aplaina diante de mim o teu caminho. 9 Pois na boca deles não há fidelidade; O seu interior é todo crimes; A sua garganta é um sepulcro aberto; Lisonjeiam com a sua língua. 10 Toma-lhes contas, ó Elohim; que caiam por seus mesmos planos: Lança-os fora por suas muitas transgressões, Porque eles se rebelaram contra ti. 11 Regozijem-se, porém, todos os que em ti confiam; Folguem de júbilo para sempre, porque tu os defendes: Exultem em ti também os que amam o teu nome. 12 Pois tu abençoarás o justo; cercá-lo-ás, Eterno, de favor, como dum pavês.”
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