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LEITURA DAS PORÇÕES

39ª Porção

Chukat: Estatuto

Parasha: Nm 19:1 à 22:1
Haftarah: Jz 11:1-33
Brit Hadashah: Jo 3:10-21
Salmos: 95
Havdalah: 18:32 h

Números 19:1-22:1 “1  Disse  o Eterno a Moisés e a Arão: 2  Este é o estatuto da lei que  o Eterno ordenou, dizendo: Fala aos filhos de Israel que te tragam uma novilha vermelha, perfeita, em que não haja defeito e que ainda não tenha levado o jugo. 3  Entregá-la-eis ao sacerdote Eleazar, e ele a tirará para fora do arraial, e matá-la-ão diante dele. 4  Eleazar, o sacerdote, tomando do sangue dela com o dedo, aspergi-lo-á sete vezes para a frente da tenda da revelação. 5  À vista dele será queimada a novilha; queimar-se-á o couro, a carne e o sangue com o excremento, 6  e o sacerdote, tomando pau de cedro, hissopo e escarlata, os lançará no meio do fogo que queima a novilha. 7  Então o sacerdote lavará os seus vestidos, banhará o corpo em água, depois entrará no arraial e estará imundo até a tarde. 8  Também aquele que a queimar, lavará os seus vestidos em água, banhará o corpo em água e estará imundo até a tarde. 9  Um homem limpo recolherá a cinza, e a depositará fora do arraial num lugar limpo, e ela ficará guardada para a congregação dos filhos de Israel como a água de purificação: é oferta pelo pecado. 10  Aquele que recolher a cinza da novilha lavará os seus vestidos, e estará imundo até a tarde: isto será estatuto perpétuo aos filhos de Israel, e ao estrangeiro que peregrina entre eles. 11  Quem tocar em algum morto, cadáver de algum homem, ficará imundo sete dias; 12  esse purificar-se-á com esta água ao terceiro dia, e ao sétimo dia se tornará limpo; mas, se ao terceiro dia não se purificar, não se tornará limpo ao sétimo dia. 13  Quem tocar em algum morto, cadáver de algum homem que tiver morrido, e não se purificar contamina o tabernáculo do Eterno; essa alma será extirpada de Israel; porque a água de purificação não foi lançada sobre ele, ficará imundo, a sua imundícia ainda está nele. 14  Esta é a lei, quando um homem morrer numa tenda: todo o que entrar na tenda e todo o que estiver na tenda estarão imundos sete dias. 15  Todo o vaso aberto, sobre que não houver pano atado, está imundo. 16  Todo aquele que no campo tocar a alguém que for morto pela espada, ou a um cadáver, ou a um osso de homem, ou a uma sepultura estará imundo sete dias. 17  Para o imundo se tomarão da cinza da queima da oferta pelo pecado, e se deitarão por cima dela águas vivas dentro dum vaso. 18  Um homem limpo, tomando hissopo, molhá-lo-á na água, e a aspergirá sobre a tenda, sobre todos os vasos, e sobre as pessoas que estavam ali, e sobre aquele que tocou no osso, ou ao que foi morto, ou ao que faleceu, ou à sepultura. 19  O limpo aspergirá o imundo ao terceiro dia e ao sétimo; purificá-lo-á ao sétimo dia, e aquele que era imundo, lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará limpo à tarde. 20  Porém o homem que estiver imundo e não se purificar será extirpado do meio da assembléia, porque contaminou ao santuário do Eterno, a água de purificação não foi aspergida sobre ele; está imundo. 21  Isto lhes será por estatuto perpétuo: quem aspergir a água de purificação lavará os seus vestidos; e quem tocar a água de purificação estará imundo até a tarde. 22  Tudo quanto o imundo tocar ficará imundo; e a pessoa que tocar estas coisas ficará imunda até a tarde.

20:1  Os filhos de Israel, a congregação toda, vieram ao deserto de Zim no primeiro mês. Ficou o povo em Cades; ali morreu Miriã, e ali foi sepultada. 2  Não havia água para a congregação; e ajuntaram-se contra Moisés e contra Arão. 3  O povo contendeu com Moisés, dizendo: Oxalá que tivéssemos perecido, quando pereceram os nossos irmãos diante do Eterno! 4  Por que introduzistes a assembléia do Eterno neste deserto, para aí morrermos, assim nós, como os nossos animais? 5  Por que nos fizestes subir do Egito, para nos introduzir neste mau lugar? não é lugar de semente, nem de figos, nem de vides, nem de romãs; nem tampouco há água para beber. 6  Retirando-se Moisés e Arão da presença da assembléia para a entrada da tenda da revelação, prostraram-se com o rosto em terra; e a glória do Eterno lhes apareceu. 7  Disse  o Eterno a Moisés: 8  Toma a vara, e ajunta a congregação, tu, e Arão teu irmão, e falai à rocha diante deles, que dê as suas águas. Far-lhes-ás sair água da rocha: assim darás de beber à congregação e aos seus animais. 9  Então tomou Moisés a vara de diante do Eterno, como lhe ordenou. 10  Moisés e Arão reuniram a assembléia diante da rocha, e Moisés disse-lhes: Ouvi, pois, rebeldes; havemos de fazer sair água desta rocha para vós? 11  Moisés levantou a mão, e feriu a rocha duas vezes com a sua vara; saíram águas copiosamente, e bebeu a congregação, e os seus animais. 12  Disse  o Eterno a Moisés e a Arão: Porque não crêstes em mim, para me santificardes aos olhos dos filhos de Israel, portanto não introduzireis esta assembléia na terra que lhes dei. 13  Estas são as águas de Meribá, porque os filhos de Israel contenderam com  o Eterno, e neles foi santificado. 14  Moisés enviou de Cades embaixadores ao rei de Edom a dizer-lhe: Assim diz teu irmão Israel: tu bem sabes todo o trabalho que nos tem sobrevindo: 15  como nossos pais desceram ao Egito, e habitamos ali muito tempo. Os egípcios nos maltrataram a nós e a nossos pais. 16  e, quando clamamos ao Eterno, ele nos ouviu, enviou um anjo que nos tirou do Egito; eis que estamos em Cades, cidade na extremidade do teu território. 17  Deixa-nos passar pela tua terra: não passaremos pelos campos, nem pelas vinhas, nem beberemos a água dos poços; iremos pela estrada real, não nos desviaremos para a direita nem para a esquerda, até que tenhamos passado além do teu território. 18  Respondeu-lhe Edom: Não passarás por mim, não suceda sair eu ao teu encontro com a espada. 19  Replicaram-lhe os filhos de Israel: Subiremos pela estrada real; se bebermos as tuas águas, eu e os meus animais, darei o preço delas; não desejo outra coisa senão passar a pé. 20  Respondeu ele: Não passarás. Saiu-lhe Edom ao encontro com muita gente e com mão forte. 21  Assim recusou Edom deixar passar Israel pelo seu território; pelo que Israel se desviou dele. 22  Então partiram de Cades; e os filhos de Israel, a congregação toda, foram ao monte Hor. 23  Disse  o Eterno a Moisés e a Arão no monte Hor, nos confins da terra de Edom: 24  Arão será recolhido ao seu povo; pois não entrará na terra que dei aos filhos de Israel, porque fostes rebeldes contra a minha ordem às águas de Meribá. 25  Toma a Arão e a Eleazar, seu filho, e faze-os subir o monte Hor; 26  depois de despir dos seus vestidos a Arão, veste-os a Eleazar, seu filho: Arão será recolhido ao seu povo, e morrerá ali. 27  Fez Moisés como  o Eterno ordenou; e subiram ao monte Hor à vista da congregação toda. 28  Moisés despiu a Arão dos vestidos, e vestiu com eles a Eleazar, o filho; Arão morreu ali no cume do monte, e Moisés e Eleazar desceram do monte. 29  Vendo toda a congregação que Arão era morto, chorou toda a casa de Israel a Arão por trinta dias.

21:1  O cananeu, rei de Arade, que habitava no Neguebe, ouviu que Israel vinha pelo caminho dos atarins; pelejou contra Israel, e levou alguns deles cativos. 2  Então Israel fez um voto ao Eterno, dizendo: Se na verdade entregares este povo nas minhas mãos, destruirei totalmente as suas cidades. 3  O Eterno escutou a voz de Israel, e entregou-lhe os cananeus. Os israelitas os destruíram totalmente a eles e às suas cidades; e chamou-se o lugar Hormá. 4  Então partiram do monte Hor pelo caminho que vai ao mar Vermelho, para rodearem a terra de Edom; e a alma do povo tornou-se impaciente por causa do caminho. 5  Falou o povo contra Elohim e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito para morrermos no deserto? pois não há pão e não há água; e a nossa alma tem fastio deste miserável pão. 6  Enviou  o Eterno entre o povo serpentes abrasadoras que mordiam o povo; e morreram muitos do povo de Israel. 7  Veio o povo a Moisés, e disse: Pecamos, porque temos falado contra  o Eterno e contra ti; ora ao Eterno que tire de nós as serpentes. Orou Moisés pelo povo. 8  Disse  o Eterno a Moisés: Faze-te uma serpente abrasadora, e põe-na sobre uma haste; e todo o que for mordido, olhando para ela, viverá. 9  Fez Moisés uma serpente abrasadora, e pô-la sobre uma haste; se alguém era mordido por uma serpente, quando olhava para a serpente de cobre, vivia. 10  Tendo partido os filhos de Israel, acamparam-se em Obote. 11  Depois partiram de Obote, e se acamparam em Ijé-Abarim, no deserto que está defronte de Moabe, para o nascente. 12  Dali partiram e se acamparam no vale de Zerede. 13  Tendo partido dali, acamparam-se além de Arnom, que é no deserto que se estende do território dos amorreus; porque Arnom é o termo de Moabe, entre Moabe e os amorreus. 14  Pelo que se diz no livro das Guerras do Eterno: Vaebe em Sufá, E os vales de Arnom, 15  E o declive dos vales Que se inclina para a situação de Ar, E se encosta aos termos de Moabe. 16  Dali partiram para Beer; esse é o poço, de que disse  o Eterno a Moisés: Ajunta o povo, e lhe darei água. 17  Então cantou Israel este cântico: Brota, ó poço! entoai-lhe cânticos! 18  Ao poço, que os príncipes cavaram, Que os nobres do povo abriram, Com o cetro, com os seus bordões. Do deserto partiram para Mataná; 19  de Mataná para Naaliel; de Naaliel para Bamote; 20  e de Bamote para o vale que está no campo de Moabe, para o cume de Pisga, que olha para Jesimom. 21  Então enviou Israel mensageiros a Seom, rei dos amorreus, a dizer-lhe: 22  Deixa-me passar pela tua terra: não nos desviaremos para os campos, nem para as vinhas, não beberemos a água dos poços; iremos pela estrada real até que tenhamos passado além do teu território. 23  Seom não deixou passar a Israel pelo seu território; mas reuniu a todo o seu povo, e saiu ao encontro de Israel no deserto, veio a Jaza, e pelejou contra Israel. 24  Israel o feriu ao fio da espada, e fez-se senhor da terra dele desde Arnom até Jaboque, até os filhos de Amom; pois o termo dos filhos de Amom era fortificado. 25  Israel tomou todas estas cidades, e habitou em todas as cidades dos amorreus, em Hesbom, e em todas as suas vilas. 26  Porque Hesbom era a cidade de Seom, rei dos amorreus, que pelejara contra o precedente rei de Moabe, e tomara da mão dele toda a sua terra, até Arnom. 27  Pelo que dizem os recitadores de poemas: Vinde a Hesbom! Edifique-se e estabeleça-se a cidade de Seom! 28  Porque fogo saiu de Hesbom, Uma chama da cidade de Seom; Devorou a Ar de Moabe, Os senhores dos altos de Arnom. 29  Ai de ti, Moabe! Perdido estás, povo de Camos: Entregou seus filhos como fugitivos, E suas filhas como cativas, A Seom, rei dos amorreus. 30  Nós os asseteamos; está destruída Hesbom até Dibom, E os assolamos até Nofá, que se estende até Medeba. 31  Assim habitou Israel na terra dos amorreus. 32  Mandou Moisés espiar a Jazer, e tomaram as suas aldeias e expulsaram aos amorreus que se achavam ali. 33  Então voltaram e subiram pelo caminho de Basã. Ogue, rei de Basã, saiu- lhes ao encontro, ele e todo o seu povo, para lhes dar batalha em Edrei. 34  Disse  o Eterno a Moisés: Não o temas, porque em tua mão o entreguei a ele, e a todo o seu povo, e à sua terra; far-lhe-ás como fizeste a Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom. 35  Feriram-no, pois, a ele, e a seus filhos, e a todo o seu povo, até que nenhum lhes ficou restando; e apossaram-se da terra dele.

22:1  Tendo partido os filhos de Israel, acamparam-se nas planícies de Moabe além do Jordão na altura de Jericó.”

Juízes 11:1-33 “1  Ora Jefté gileadita era ilustre em valor, mas filho de uma prostituta: Gileade gerou a Jefté. 2  A mulher de Gileade deu-lhe filhos; quando os filhos de sua mulher eram já grandes, expulsaram a Jefté, e disseram-lhe: Não herdarás na casa de nosso pai; pois és filho de outra mulher. 3  Jefté fugiu de seus irmãos, e habitou na terra de Tobe: agregaram-se-lhe homens miseráveis, e saíam com ele. 4  Passado algum tempo, pelejaram os filhos de Amom contra Israel. 5  Como os filhos de Amom pelejassem contra Israel, foram os anciãos de Gileade buscar da terra de Tobe a Jefté; 6  e disseram-lhe: Vem e sê o nosso chefe, para que combatamos contra os filhos de Amom. 7  Perguntou Jefté aos anciãos de Gileade: Não sois vós os que me tivestes ódio, e que me expulsastes da casa de meu pai? porque sois vindos a mim agora, quando vos achais em aperto? 8  Responderam a Jefté os anciãos de Gileade: É por isso que tornamos a ti, para que venhas conosco e pelejes contra os filhos de Amom. Ser-nos-ás por cabeça sobre todos os habitantes de Gileade. 9  Disse Jefté aos anciãos de Gileade: Se vós me fizerdes voltar para pelejar contra os filhos de Amom, e  o Eterno mos entregar nas mãos, serei eu vosso cabeça? 10  Replicaram a Jefté os anciãos de Gileade:  o Eterno será testemunha entre nós, de que faremos conforme a tua palavra. 11  Foi Jefté com os anciãos de Gileade, e o povo fê-lo cabeça e chefe sobre si: e Jefté proferiu todas as suas palavras perante  o Eterno em Mispa. 12  Jefté enviou mensageiros ao rei dos filhos de Amom, que lhe dissessem: Que tens tu comigo, que vieste a mim para pelejares contra a minha terra? 13  Respondeu o rei dos filhos de Amom aos mensageiros de Jefté: É porque Israel, vindo do Egito, me tomou a terra desde Arnom até Jaboque e o Jordão; agora restitui-me essas terras em paz. 14  Tornou Jefté a enviar mensageiros ao rei dos filhos de Amom; 15  e disse-lhe: Assim diz Jefté: Israel não tomou a terra de Moabe, nem a terra dos filhos de Amom; 16  mas, quando Israel subiu do Egito e andou pelo deserto até o mar Vermelho e chegou a Cades, 17  enviou mensageiros ao rei de Edom, que lhe dissessem: Deixa-me passar pela tua terra. Mas o rei de Edom não lhe deu ouvidos. Enviou também ao rei de Moabe, mas este não consentiu; assim Israel ficou em Cades. 18  Depois andou pelo deserto, e rodeou a terra de Edom e a terra de Moabe, e veio pelo lado oriental da terra de Moabe e se acampou da outra banda de Arnom; porém não entrou no território de Moabe, porque Arnom era o termo de Moabe. 19  Israel enviou mensageiros a Seom, rei dos amorreus, rei de Hesbom, e disse-lhe: Deixa-nos passar pela tua terra ao meu lugar. 20  Mas Seom recusou deixar passar Israel pelo seu território; pelo contrário tendo Seom ajuntado todas as suas forças, acampou-se em Jaza e pelejou contra Israel. 21  O Eterno, Elohim de Israel, entregou-o com todas as suas forças nas mãos de Israel, que os feriu; assim se fez senhor de toda a terra dos amorreus, que habitavam naquele país. 22  Tomaram posse de todo o território dos amorreus desde Arnom até Jaboque, e desde o deserto até o Jordão. 23  Assim o Eterno, Elohim de Israel, desapossou os amorreus de diante do seu povo de Israel, e hás de tu possuir este território? 24  Não possuirás tu o território dos que desapossar Camos, teu Elohim? assim possuiremos nós o território de todos os que desapossar diante de nós  o Eterno nosso Elohim. 25  És tu melhor do que Balaque, filho de Zipor, rei de Moabe? porventura contendeu ele em algum tempo com Israel, ou lhe fez guerra alguma vez? 26  Durante os trezentos anos que Israel habitou em Hesbom e suas vilas, e em Aroer e suas vilas, e em todas as cidades vizinhas ao Arnom; por que não as recuperastes nesse tempo? 27  Não sou eu, portanto, quem pecou contra ti, és tu, porém, que me estás fazendo injúria a mim, declarando-me a guerra.  o Eterno, que hoje e árbitro, julgue entre os filhos de Israel e os filhos de Amom. 28  Todavia o rei dos filhos de Amom não deu ouvidos à mensagem que Jefté lhe enviou. 29  Tendo o espírito do Eterno vindo sobre Jefté, atravessou ele a Gileade e a Manassés e, passando por Mispa de Gileade, dali foi aos filhos de Amom. 30  Fez Jefté um voto ao Eterno, e disse: Se, na verdade, me entregares nas mãos os filhos de Amom, 31  a pessoa, seja ela qual for, que sair da porta da minha casa ao meu encontro, quando eu voltar vitorioso dos filhos de Amom, será do Eterno e eu a oferecerei em holocausto. 32  Assim passou Jefté aos filhos de Amom a pelejar contra eles; e  o Eterno entregou-os nas mãos dele. 33  Jefté feriu-os com grande mortandade desde Aroer até chegar a Minite, numas vinte cidades, e até Abel-Queramim. Foram subjugados os filhos de Amom diante dos filhos de Israel.”

João 3:10-21 “10  Respondeu-lhe Jesus: Tu és mestre em Israel, e não entendes estas coisas? 11  Em verdade, em verdade te digo que falamos o que sabemos e testificamos o que temos visto, e não recebeis o nosso testemunho. 12  Se vos tenho falado das coisas terrenas, e não me credes, como crereis, se vos falar das celestiais? 13  Ninguém subiu ao céu, senão aquele que desceu do céu, a saber, o Filho do homem. 14  Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado, 15  para que todo o que nele crê, tenha a vida eterna. 16  Pois assim amou o Eterno ao mundo, que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna. 17  Pois Eterno não enviou o Filho ao mundo para julgar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. 18  Quem nele crê, não é julgado; o que não crê, já está julgado, porque não crê no nome do Filho unigênito do Eterno. 19  O juízo é este, que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; pois eram más as suas obras. 20  Porquanto todo aquele que pratica o mal, aborrece a luz, e não vem para a luz, a fim de que as suas obras não sejam argüidas; 21  mas aquele que faz o bem, chega-se para a luz, a fim de que sejam manifestas as suas obras, que têm sido feitas no Eterno.”

almos 95:1-11 “1  Vinde, cantemos ao Eterno, Jubilemos à rocha da nossa salvação. 2  Apresentemo-nos diante dele com ação de graças, Celebremo-lo com salmos, 3  Porque  o Eterno é Elohim grande, e Rei grande sobre todos os deuses. 4  Nas suas mãos estão as profundezas da terra, E as alturas dos montes são suas. 5  Seu é o mar, e ele o fez; E as suas mãos formaram a terra seca. 6  Ó vinde, adoremos e prostremo-nos; Ajoelhemos diante do Eterno que nos criou, 7  Porque ele é o nosso Elohim, E nós povo do seu pasto e ovelhas que ele guia. Hoje se ouvirdes a sua voz, 8  Não endureçais o vosso coração como em Meribá, Como no dia de Massá no deserto, 9  Quando vossos pais me tentaram, me provaram e viram as minhas obras. 10  Durante quarenta anos estive desgostado com aquela geração, e disse: É um povo que erra de coração, e não tem conhecido os meus caminhos; 11  Pelo que na minha ira jurei que não entrariam no meu repouso.”

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