LEITURA DAS PORÇÕES
40ª Porção
Balak: Balaque (Destruidor)
Parasha: Nm 22:2 à 25:9
Haftarah: Mq 5:6 à 6:8
Brit Hadashah: Rm 11:25-32
Salmos: 79
Havdalah: 18:35 h
Números 22:2-25:9 “2 Balaque, filho de Zipor, viu tudo o que Israel fizera aos amorreus. 3 Moabe tinha grande medo do povo, porque era muito; e estava angustiado por causa dos filhos de Israel. 4 Disse aos anciãos de Midiã: Agora esta multidão roerá tudo quanto estiver ao redor de nós, como o boi rói as ervas do campo. Nesse tempo Balaque, filho de Zipor, era rei de Moabe. 5 Enviou mensageiros a Balaão filho, de Beor, a Petor, que está junto ao Rio, à terra dos filhos do seu povo, a chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito, cobre a face da terra, e estaciona defronte de mim. 6 Vem agora amaldiçoar-me a este povo; porque é mais forte do que eu: porventura prevalecerei, de modo que eu o fira, e o expulse da terra; pois sei que será abençoado aquele a quem abençoares, e amaldiçoado aquele a quem amaldiçoares. 7 Partiram os anciãos de Moabe e os anciãos de Midiã, levando nas mãos com que pagar os encantamentos; foram a Balaão e referiram-lhe as palavras de Balaque. 8 Ele lhes respondeu: Ficai aqui esta noite, e vos trarei a resposta que o Eterno me der; os príncipes de Moabe ficaram com Balaão. 9 Veio Elohim a Balaão e perguntou-lhe: Quem são estes homens que estão contigo? 10 Respondeu Balaão a Elohim: Balaque, filho de Zipor, rei de Moabe, os enviou, para que me dissessem: 11 Eis que o povo que saiu do Egito, cobre a face da terra; vem agora amaldiçoar-mo; talvez assim poderei pelejar contra ele, e expulsá-lo. 12 Tornou Elohim a Balaão: Não irás com eles; não amaldiçoarás o povo, porque é bendito. 13 Levantando-se Balaão pela manhã, disse aos príncipes de Balaque: Ide para a vossa terra, porque o Eterno recusa deixar-me ir convosco. 14 Tendo-se levantado os príncipes de Moabe, voltaram a Balaque e disseram: Balaão recusou vir conosco. 15 Tornou Balaque a enviar príncipes em maior número e de maior qualidade do que aqueles. 16 Os quais, chegando a Balaão, lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Não te demores em vir a mim, 17 porque grandemente te honrarei, e farei tudo o que me disseres. Vem, pois, amaldiçoar-me este povo. 18 Respondeu Balaão aos servos de Balaque: Se Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia ir além da ordem do Eterno meu Elohim, para fazer coisa alguma grande ou pequena. 19 Agora rogo-vos que fiqueis aqui também esta noite, para que eu saiba o que o Eterno me falar mais. 20 Veio Elohim a Balaão de noite, e disse-lhe: Se os homens te vierem chamar, levanta-te, vai com eles; mas somente aquilo que eu te falar, isso farás. 21 Levantou-se Balaão pela manhã, albardou a sua jumenta, e partiu com os príncipes de Moabe. 22 Acendeu-se a ira de Elohim, porque ele ia; e o anjo do Eterno pôs-se-lhe no caminho por adversário. Ora Balaão ia montado na sua jumenta, e tinha dois servos consigo. 23 A jumenta viu o anjo parado no caminho, com a sua espada desembainhada na mão, desviou-se do caminho e ia pelo campo; Balaão fustigou-a para fazê-la tornar ao caminho. 24 Então o anjo do Eterno parou numa azinhaga entre as vinhas, com uma sebe num e noutro lado. 25 Vendo a jumenta o anjo do Eterno, coseu-se com o muro, e comprimiu o pé de Balaão contra o muro; ele a tornou a fustigar. 26 O anjo do Eterno passou mais adiante, e parou num lugar estreito, onde não era possível desviar-se nem para a direita nem para a esquerda. 27 Vendo a jumenta o anjo do Eterno, deitou-se debaixo de Balaão; acendeu-se a ira de Balaão, e fustigou a jumenta com a sua vara. 28 Então o Eterno abriu a boca da jumenta, e ela perguntou a Balaão: Que te fiz eu para que me fustigasses estas três vezes? 29 Respondeu Balaão à jumenta: Porque zombaste de mim; oxalá tivesse eu uma espada na mão, pois eu te haveria matado. 30 Tornou a jumenta a Balaão: Acaso não sou a tua jumenta, em que cavalgaste toda a tua vida até hoje? porventura tem sido o meu costume fazer-te coisa semelhante? Ele respondeu: Não. 31 Então abriu o Eterno os olhos de Balaão, e ele viu o anjo do Eterno parado no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; inclinou a cabeça e prostrou-se com o rosto em terra. 32 Disse-lhe o anjo do Eterno: Porque fustigaste a tua jumenta estas três vezes? eis que eu saí como adversário, porque o teu caminho é perverso diante de mim. 33 A jumenta viu-me, e já três vezes se desviou de diante de mim; se ela não se tivesse desviado de mim, certamente eu te matara, e poupara a vida dela. 34 Respondeu Balaão ao anjo do Eterno: Pequei, porque não sabia que tu paravas no caminho para te opores a mim; agora se não for do teu agrado, voltarei. 35 Tornou o anjo do Eterno a Balaão: Vai com os homens; mas somente aquilo que eu te disser, isso falarás. Assim Balaão se foi com os príncipes de Balaque. 36 Tendo Balaque ouvido que Balaão era chegado, saiu-lhe ao encontro até Ir-Moabe, que está nos confins formados pelo Arnom, e na fronteira extrema. 37 Perguntou Balaque a Balaão: Porventura não te enviei mensageiros a chamar-te? Por que não vieste a mim? não posso eu, na verdade, honrar-te? 38 Respondeu Balaão a Balaque: Eis-me diante de ti, posso eu, acaso, falar alguma coisa? A palavra que Elohim puser na minha boca, essa falarei. 39 Balaão foi com Balaque, e chegaram a Quiriate-Huzote. 40 Balaque sacrificou bois e ovelhas, e enviaram deles a Balaão e aos príncipes que com ele estavam. 41 Pela manhã tomou Balaque a Balaão, levou-o aos altos de Baal, e dali viu a parte extrema do povo.
23:1 Então disse Balaão a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete novilhos e sete carneiros. 2 Fez Balaque como Balaão falara; e Balaque e Balaão ofereceram sobre cada altar um novilho e um carneiro. 3 Disse mais Balaão a Balaque: Fica-te em pé junto ao teu holocausto, e eu irei. Porventura o Eterno me sairá ao encontro; o que ele me mostrar, eu to direi. E foi a um alto. 4 Elohim encontrou-se com Balaão; e este lhe disse: Preparei os sete altares, e sobre cada altar ofereci um novilho e um carneiro. 5 O Eterno pôs uma palavra na boca de Balaão, e disse: Volta para Balaque, e assim falarás. 6 Voltou para ele, e eis que estava em pé junto ao seu holocausto, ele, e todos os príncipes de Moabe. 7 Proferiu Balaão o seu discurso, e disse: Balaque me faz vir de Arã, O rei de Moabe dos montes do Oriente: Vem, amaldiçoa-me a Jacó, E vem, denuncia a Israel. 8 Como posso amaldiçoar a quem Elohim não amaldiçoou? Ou como posso denunciar a quem o Eterno não denunciou? 9 Pois do cume das penhas o vejo, E dos outeiros o contemplo: Eis que é um povo que habita só, E não será reputado entre as nações. 10 Quem contou o pó de Jacó, Ou enumerou os miríades de Israel? Que eu morra a morte dos justos, E seja o meu fim como o seu. 11 Então disse Balaque a Balaão: Que me fizeste? Chamei-te para amaldiçoares aos meus inimigos, e eis que nada fizeste senão abençoá-los. 12 Respondeu-lhe Balaão: Não devo eu cuidar de falar o que o Eterno me puser na boca? 13 Disse-lhe Balaque: Vem comigo a outro lugar, donde os poderás ver. Verás somente a sua parte extrema, e a todos eles não verás; e amaldiçoa-mos dali. 14 Levou-o ao campo de Zofim, ao cume de Pisga, e edificou sete altares, e sobre cada altar ofereceu um novilho e um carneiro. 15 Respondeu a Balaque: Fica aqui em pé junto ao teu holocausto, enquanto eu vou ali ao encontro do Eterno. 16 O Eterno encontrou-se com Balaão, e pôs-lhe na boca uma palavra e disse: Volta a Balaque, e assim falarás. 17 Vindo a ele, eis que estava em pé junto ao seu holocausto, e os príncipes de Moabe com ele. Perguntou-lhe Balaque: Que falou o Eterno? 18 Balaão proferiu o seu discurso, e disse: Levanta-te, Balaque, e ouve, Escuta-me, filho de Zipor: 19 Elohim não é homem, para que minta; Nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo Ele prometido, não o fará? Ou tendo falado, não o cumprirá? 20 Eis que para abençoar recebi ordem; Se Ele abençoar, não o posso revogar. 21 Não se observa desastre em Jacó, Nem se vê calamidade em Israel; o Eterno seu Elohim está com ele, E no meio dele se ouvem vivas ao seu rei. 22 Elohim que o tirou do Egito É para ele como a glória de um boi selvagem. 23 Não há agouros em Jacó, Nem adivinhações em Israel, Agora se poderá dizer a Jacó e a Israel: Que fez Elohim! 24 Eis que o povo se levanta como uma leoa, E se porá em pé como um leão; Não se deita até que devore a presa, E beba o sangue dos que forem mortos. 25 Então disse Balaque a Balaão: Nem o amaldiçoes, nem o abençoes. 26 Respondeu, porém, Balaão a Balaque: Não disse eu: Tudo o que o Eterno falar, isso tenho de fazer? 27 Tornou Balaque a Balaão: Vem agora, levar-te-ei a outro lugar; porventura será do agrado do Eterno que dali mo amaldiçoes. 28 Então Balaque levou a Balaão ao cume de Peor, que olha para Jesimom. 29 Disse Balaão a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete novilhos e sete carneiros. 30 Fez Balaque como Balaão dissera, e sobre cada altar ofereceu um novilho e um carneiro.
24:1 Vendo Balaão que era do agrado do Eterno, que abençoasse a Israel, não foi, como antes, ao encontro de agouros, mas voltou o rosto para o deserto. 2 Levantando Balaão os olhos, viu ao Israel acampado nas suas tendas segundo as suas tribos; e veio sobre ele o espírito de Elohim. 3 Proferiu o seu discurso, e disse: Oráculo de Balaão, filho de Beor, Oráculo do homem que tinha os olhos fechados, 4 Oráculo daquele que ouve as palavras de Elohim, Que vê a visão do Todo-poderoso, Que cai, e tem os olhos abertos: 5 Quão formosas são as tuas tendas, ó Jacó, As tuas habitações, ó Israel! 6 Como vales que são bem extensos, Como jardins à beira dos rios, Como árvore de aloés que o Eterno plantou, Como cedros junto às águas. 7 Dos seus baldes correrão águas, E os seus descendentes estarão em muitas águas, O seu rei levantar-se-á acima de Agague, E o seu reino será exaltado. 8 Elohim que o tirou do Egito, É para ele como a glória do boi selvagem. Ele devorará as nações, seus adversários, E lhes quebrará os ossos, E os traspassará com as suas flechas. 9 Agachou-se, deitou-se como leão, E como leoa; quem o despertará? Bendito aquele que te abençoar, E maldito o que te amaldiçoar. 10 A ira de Balaque acendeu-se contra Balaão, e bateu com as mãos. Disse Balaque a Balaão: Chamei-te para amaldiçoares os meus inimigos, e eis que já três vezes os abençoaste. 11 Agora foge para o teu lugar; pensei em encher-te de honras, mas eis que o Eterno te privou das honras. 12 Respondeu Balaão a Balaque: Não disse eu também aos teus mensageiros que me enviaste: 13 Se Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, não poderia ir além da ordem do Eterno para fazer de mim mesmo ou o bem ou o mal; o que disser o Eterno, isso falarei? 14 Agora eis que vou para o meu povo; vem, avisar-te-ei o que fará este povo ao teu povo nos últimos dias. 15 Balaão proferiu o seu discurso, e disse: Oráculo de Balaão, filho de Beor, Oráculo do homem que tinha os olhos fechados, 16 Oráculo daquele que ouve as palavras de Elohim, Que conhece o conhecimento do Altíssimo, Que vê a visão do Todo-poderoso, Que cai, e tem os olhos abertos: 17 Eu o vejo, porém não agora; Eu o contemplo, porém não de perto. De Jacó nascerá uma estrela, E de Israel se levantará um cetro, Que ferirá as fontes de Moabe, E a cabeça de todos os filhos de orgulho. 18 Edom será uma possessão, Seir, seus inimigos, também será uma possessão, Enquanto Israel faz proezas. 19 De Jacó um dominará, Da cidade serão destruídos os sobreviventes. 20 Viu Balaão a Amaleque, proferiu o seu discurso e disse: Amaleque era a primeira das nações, Mas o seu fim será para destruição. 21 Viu os queneus, proferiu o seu discurso, e disse: Durável é a tua habitação, E posto entre as penhas o teu ninho. 22 Todavia Caim há de ser destruído; Até quando? Assur te levará cativo. 23 Proferiu ainda o seu discurso e disse: Ai, quem viverá, quando Elohim fizer isto? 24 Mas naus virão das costas de Quitim E eles afligirão a Assur, Também afligirão a Héber, Que também será para destruição. 25 Tendo-se Balaão levantado, foi-se e voltou para o seu lugar; e também Balaque foi o seu caminho.
25:1 Habitando Israel em Sitim, o povo começou a fornicar com as filhas de Moabe; 2 Elas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses, e o povo comeu, e adorou aos deuses delas. 3 Juntando-se Israel a Baal de Peor, acendeu-se a ira do Eterno contra Israel. 4 Disse o Eterno a Moisés: Toma todos os cabeças do povo, e executa-os na presença do Eterno diante do sol, para que o furor do Eterno se aparte de Israel. 5 Então disse Moisés aos juízes de Israel: Mate cada um aos seus homens que se ajuntaram a Baal de Peor. 6 Eis que um dos filhos de Israel veio e trouxe aos seus irmãos uma mulher midianita à vista de Moisés e à vista de toda a congregação dos filhos de Israel, enquanto choravam à entrada da tenda da revelação. 7 Vendo isso Finéias, filho de Eleazar, filho do sacerdote Arão, levantou-se do meio da congregação, e tomou uma lança na mão; 8 e, tendo entrado após o israelita na tenda, atravessou-os a ambos, ao israelita, e à mulher pelo ventre. Assim cessou a praga de sobre os filhos de Israel. 9 Os que morreram da praga foram vinte e quatro mil.”
Miquéias 5:6-6:8 “6 Devorarão a terra da Assíria com a espada, e a terra de Ninrode nas suas entradas; ele nos livrará de Assíria, quando entrar na nossa terra, e quando pisar nos nossos confins. 7 O resto de Jacó estará no meio de muitos povos como orvalho da parte do Eterno, como chuviscos sobre a erva, que não se demora para o homem, nem espera pelos filhos dos homens. 8 O resto de Jacó estará entre as nações, no meio de muitos povos, como um leão entre os animais do bosque, como um leão novo entre os rebanhos das ovelhas; o qual, se passar, pisa aos pés e despedaça, e não há quem os livre. 9 Seja exaltada a tua mão sobre os teus adversários, e sejam exterminados todos os teus inimigos. 10 Naquele dia, diz o Eterno, exterminarei do meio de ti os teus cavalos, e destruirei os teus carros; 11 exterminarei as cidades da tua terra, e deitarei abaixo todas as tuas fortalezas; 12 da tua mão exterminarei feitiçarias, e não terás mais adivinhadores; 13 do meio de ti exterminarei as tuas imagens esculpidas e as tuas colunas; e não adorarás mais as obras das tuas mãos. 14 Do meio de ti arrancarei os teus aserins, e destruirei as tuas cidades. 15 Com ira e furor tomarei vingança das nações que não escutaram.
6:1 Ouvi agora o que diz o Eterno: Levanta-te, contende perante os montes, e ouçam os outeiros a tua voz. 2 Ouvi, montes, a controvérsia do Eterno, e vós, fundamentos duráveis da terra; porque o Eterno tem uma controvérsia com o seu povo, e com Israel entrará em juízo. 3 Povo meu, que é o que te hei feito? e com que te hei enfadado? dá testemunho contra mim. 4 Pois te fiz sair da terra do Egito, e te remi da casa de escravidão; enviei adiante de ti a Moisés, a Aarão e a Miriam. 5 Povo meu, lembra-te agora do que consultou Balaque, rei de Moabe, e o que lhe respondeu Balaão, filho de Beor; lembra-te desde Sitim até Gilgal, para que conheças as justiças do Eterno. 6 Com que me apresentarei diante do Eterno, e me prostrarei perante o Elohim excelso? apresentar-me-ei diante dele com holocaustos, com bezerros dum ano? 7 Agradar-se-á o Eterno de milhares de carneiros, ou com miríades de rios de azeite? darei o meu primogênito pela minha transgressão, o fruto do meu corpo pelo pecado da minha alma? 8 Ele te há mostrado, ó homem, o que é bom; e que é o que o Eterno requer de ti, senão que procedas com justiça, e ames a misericórdia, e andes humilde com o teu Elohim?”
Romanos 11:25-32 “25 Pois não quero, irmãos, que ignoreis este mistério, para que não sejais sábios em vós mesmos, que o endurecimento veio em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios; 26 assim todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador, Ele apartará de Jacó a impiedade. 27 Esta é a minha aliança com eles, Quando eu tirar os seus pecados. 28 Quanto ao Evangelho, eles são inimigos por vossa causa; mas quanto à eleição, são amados por causa de seus pais; 29 porque dos dons e da sua vocação o Eterno não se arrepende. 30 Assim como vós em outro tempo fostes desobedientes ao Eterno, mas agora haveis alcançado misericórdia pela desobediência deles; 31 assim também estes agora foram desobedientes, para que, pela vossa misericórdia, eles agora também alcancem misericórdia. 32 Pois o Eterno encerrou a todos na desobediência, para usar com todos de misericórdia.”
Salmos 79:1-13 “1 Ó Elohim, as nações entraram na tua herança; Profanaram o teu santo templo, Reduziram Jerusalém a ruínas. 2 Deram os cadáveres dos teus servos para servirem de pasto às aves do céu, A carne dos teus santos aos animais da terra. 3 Derramaram como água o sangue deles em redor de Jerusalém, E não havia quem lhes desse sepultura. 4 Somos feitos o opróbrio dos nossos vizinhos, O escárnio e a zombaria dos que nos rodeiam. 5 Até quando, o Eterno! estarás tu sempre irado? Arderá o teu zelo como fogo? 6 Derrama o teu furor sobre as nações que não te conhecem, E sobre os reinos que não invocam o teu nome. 7 Porque eles devoraram a Jacó, E devastaram a sua habitação. 8 Não te lembres contra nós das iniqüidades de nossos pais; Depressa nos venham ao encontro as tuas ternas misericórdias, Pois estamos muito abatidos. 9 Ajuda-nos, ó Elohim da nossa salvação, pela glória do teu nome; Livra-nos, e revela os nossos pecados por amor do teu nome. 10 Porque diriam as nações: Onde está o seu Elohim? Seja, à nossa vista, manifesta entre as nações A vingança do sangue que dos teus servos é derramado. 11 Chegue à tua presença o suspiro do cativo, Conforme a grandeza do teu poder preserva os que estão destinados à morte. 12 Aos nossos vizinhos torna-lhes no seio sete vezes tanto O opróbrio com que, Adonai, te hão vituperado a ti. 13 Assim nós, teu povo e ovelhas do teu pasto, Te daremos graças para sempre: Publicaremos o teu louvor a todas as gerações.”

