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LEITURA DAS PORÇÕES
43ª Porção
Mass’ey: Partidas
Parasha: Nm 33:1 à 36:13
Maftir Rosh Chodesh: Nm 28:9-12
Haftarah Rosh Chodesh: Jr 2:4-28; 3:4; 4:1-2
Brit Hadashah: Tg 4:1-12
Salmos: 104
Havdalah: 18:44 h
Números 33:1-36:13 “1 Estas são as jornadas dos filhos de Israel, pelas quais saíram da terra do Egito segundo as suas turmas sob a direção de Moisés e de Arão. 2 Moisés escreveu os lugares de que saíram nas suas jornadas, de acordo com a ordem do Eterno; estas são as suas jornadas segundo os lugares de que saíram. 3 Partiram de Ramessés no primeiro mês, aos quinze dias do primeiro mês; no dia depois da Páscoa saíram os filhos de Israel afoitamente à vista de todos os egípcios, 4 Enquanto estes sepultavam a todos os seus primogênitos, a quem o Eterno havia ferido entre eles. Contra os seus deuses também executou o Eterno juízos. 5 Tendo os filhos de Israel partido de Ramessés, acamparam-se em Sucote. 6 Tendo partido de Sucote, acamparam-se em Etã, que está na extremidade do deserto. 7 Tendo partido de Etã, voltaram a Pi-Hairote, que está defronte de Baal-Zefon; e acamparam-se defronte de Migdol. 8 Tendo partido de Pi-Hairote, passaram pelo meio do mar ao deserto; e, depois de terem andado caminho de três dias no deserto de Etã, acamparam-se em Mara. 9 Tendo partido de Mara, vieram a Elim. Em Elim havia doze fontes de água e setenta palmeiras; e ali se acamparam. 10 Tendo partido de Elim, acamparam-se junto ao mar Vermelho. 11 Tendo partido do mar Vermelho, acamparam-se no deserto de Sim. 12 Tendo partido do deserto de Sim, acamparam-se em Dofca. 13 Tendo partido de Dofca, acamparam-se em Alus. 14 Tendo partido de Alus, acamparam-se em Refidim, onde não havia água para o povo beber. 15 Tendo partido de Refidim, acamparam-se no deserto de Sinai. 16 Tendo partido do deserto de Sinai, acamparam-se em Quibrote-Taavá. 17 Tendo partido de Quibrote-Taavá, acamparam-se em Hazerote. 18 Tendo partido de Hazerote, acamparam-se em Ritmá. 19 Tendo partido de Ritmá, acamparam-se em Rimom-Perez. 20 Tendo partido de Rimom-Perez, acamparam-se em Libna. 21 Tendo partido de Libna, acamparam-se em Rissa. 22 Tendo partido de Rissa, acamparam-se em Queelata. 23 Tendo partido do monte Queelata, acamparam-se no monte Séfer. 24 Tendo partido do monte Séfer, acamparam-se em Harada. 25 Tendo partido de Harada, acamparam-se em Maquelote. 26 Tendo partido de Maquelote, acamparam-se em Taate. 27 Tendo partido de Taate, acamparam-se em Tara. 28 Tendo partido de Tara, acamparam-se em Mitca. 29 Tendo partido de Mitca, acamparam-se em Hasmona. 30 Tendo partido de Hasmona, acamparam-se em Moserote. 31 Tendo partido de Moserote, acamparam-se em Bene-Jaacã. 32 Tendo partido de Bene-Jaacã, acamparam-se em Hor-Gidgade. 33 Tendo partido de Hor-Gidgade, acamparam-se em Jotbata. 34 Tendo partido de Jotbata, acamparam-se em Abrona. 35 Tendo partido de Abrona, acamparam-se em Eziom-Geber. 36 Tendo partido de Eziom-Geber, acamparam-se no deserto de Zim (este é Cades). 37 E, tendo partido de Cades, acamparam-se no monte Hor, na extremidade da terra de Edom. 38 Arão, o sacerdote, subiu por ordem do Eterno o monte Hor, e ali morreu no quadragésimo ano depois que os filhos de Israel saíram da terra do Egito, no quinto mês, no primeiro dia do mês. 39 Arão tinha cento e vinte e três anos de idade, quando morreu no monte Hor. 40 Então ouviu o cananeu, rei de Arade, que habitava no Neguebe na terra de Canaã, que vinham os filhos de Israel. 41 Tendo partido do monte Hor, acamparam-se em Zalmona. 42 Tendo partido de Zalmona, acamparam-se em Punom. 43 Tendo partido de Punom, acamparam-se em Obote. 44 Tendo partido de Obote, acamparam-se em Ijé-Abarim, no território de Moabe. 45 Tendo partido de Ijé-Abarim, acamparam-se em Dibom-Gade. 46 Tendo partido de Dibom-Gade, acamparam-se em Almom-Diblataim. 47 Tendo partido de Almom-Diblataim, acamparam-se nos montes de Abarim, defronte de Nebo. 48 Tendo partido dos montes de Abarim, acamparam-se nas planícies de Moabe junto ao Jordão na altura de Jericó. 49 E acamparam-se junto ao Jordão, desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim, nas planícies de Moabe. 50 Disse o Eterno a Moisés nas planícies de Moabe junto ao Jordão na altura de Jericó. 51 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando tiverdes passado o Jordão para a terra de Canaã, 52 desapossareis de diante de vós todos os habitantes da terra, destruireis todas as suas pedras em que há figuras, e também todas as suas imagens fundidas, e deitareis abaixo todos os seus altos. 53 Tomareis a terra em possessão, e habitareis nela, porque vos dei a vós esta terra para a possuirdes. 54 Herdareis a terra por sortes, segundo as vossas famílias: à família que for grande, farás a sua herança proporcionalmente grande, e à que for pequena, farás a sua herança proporcionalmente pequena. Seja qual for o lugar em que lhe cair a sorte, esse lhe pertencerá: herdareis segundo as tribos de vossos pais. 55 Porém, se não desapossardes de diante de vós os habitantes da terra, os que deixardes ficar deles vos serão como cravos nos olhos, e como espinhos nas ilhargas, e vos perturbarão na terra em que habitardes. 56 Como pensei em fazer-lhes a eles, assim vos farei a vós
34:1 Disse mais o Eterno a Moisés: 2 Manda aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra de Canaã (esta é a terra que vos cairá em herança, isto é, a terra de Canaã segundo os seus limites), 3 a banda do sul vos será desde o deserto de Zim até os confins de Edom, e o termo do sul vos será desde a extremidade do Mar Salgado ao oriente; 4 declinará o vosso termo para o sul da subida de Acrabim, e continuará até Zim; a sua extremidade estará ao sul de Cades-Barnéia; dali partirá para Hazar-Adar e continuará até Azmom; 5 desde Azmom virará para o ribeiro do Egito, e acabará na praia do mar. 6 Por vosso termo ocidental tereis o Mar Grande; este será o vosso termo ocidental. 7 Este será o vosso termo setentrional; desde o Mar Grande marcareis para vós até o monte Hor; 8 e desde o monte Hor marcareis até a entrada de Hamate, e daí até Zedade; 9 dali partirá para Zifrom, indo terminar em Hazar-Enã. Este será o vosso termo setentrional. 10 Marcareis o vosso termo oriental desde Hazar-Enã até Sefã; 11 o termo descerá de Sefã a Ribla, ao oriente de Aim; continuará a descer, e se estenderá ao longo dos outeiros que orlam o mar de Quinerete ao oriente; 12 descerá ainda ao Jordão, e, dali partindo, irá terminar no Mar Salgado: Esta será a vossa terra segundo os seus termos ao redor. 13 Mandou Moisés aos filhos de Israel, dizendo: Esta é a terra que herdareis por sortes, e que o Eterno ordenou que se desse às nove tribos e à meia tribo; 14 porque a tribo dos filhos de Rúben, segundo as casas de seus pais, e a tribo do filhos de Gade, segundo as casas de seus pais, já receberam, e a meia tribo de Manassés já recebeu a sua herança: 15 isto é, as duas tribos e meia já receberam a sua herança além do Jordão na altura de Jericó ao lado oriental para o nascente. 16 Disse mais o Eterno a Moisés: 17 Estes são os nomes dos homens que vos repartirão a terra por herança: Eleazar, o sacerdote, e Josué, filho de Num. 18 De cada tribo tomareis um príncipe para repartir a terra por herança. 19 Estes são os nomes dos homens: da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné. 20 Da tribo dos filhos de Simeão, Samuel, filho de Amiúde. 21 Da tribo de Benjamim, Elidade, filho de Quislom. 22 Da tribo dos filhos de Dã, príncipe Buqui, filho de Jogli. 23 Dos filhos de José: da tribo dos filhos de Manassés, príncipe Haniel, filho de Efode; 24 e da tribo dos filhos de Efraim, príncipe Quemuel, filho de Siftã. 25 Da tribo dos filhos de Zebulom, príncipe Elizafã, filho de Parnaque. 26 Da tribo dos filhos de Issacar, príncipe Paltiel, filho de Azã. 27 Da tribo dos filhos de Aser, príncipe Aiúde, filho de Selomi. 28 E da tribo dos filhos de Naftali, príncipe Pedael, filho de Amiúde. 29 Estes são aqueles a quem o Eterno mandou que repartissem a herança entre os filhos de Israel na terra da Canaã.
35:1 Disse mais o Eterno a Moisés nas planícies de Moabe junto ao Jordão na altura de Jericó: 2 Manda os filhos de Israel que da herança da sua possessão dêem cidades aos levitas para habitarem; dareis aos levitas arrabaldes para as cidades. 3 Eles terão as cidades para habitarem; e os arrabaldes delas serão para os seus gados, para a sua fazenda e para todos os seus animais. 4 Os arrabaldes das cidades, que dareis aos levitas, se estenderão do muro da cidade e para fora mil cúbitos em roda. 5 Fora da cidade medireis para o lado do oriente dois mil cúbitos, para o lado do sul dois mil cúbitos, para o lado do ocidente dois mil cúbitos e para o lado do norte dois mil cúbitos, e a cidade estará no meio. Isto terão por arrabaldes das cidades. 6 As cidades que dareis aos levitas serão as seis cidades de refúgio, as quais dareis para que nelas se acolha o homicida; além destas dareis aos levitas quarenta e duas cidades. 7 Todas as cidades que dareis aos levitas serão quarenta e oito cidades, juntamente com os seus arrabaldes. 8 No tocante às cidades que dareis da possessão dos filhos de Israel, da tribo que for grande dareis proporcionalmente muitas e da que for pequena dareis proporcionalmente poucas: cada uma, segundo a sua herança que receber, dará das suas cidades aos levitas. 9 Disse mais o Eterno a Moisés: 10 Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando passardes o Jordão para a terra de Canaã, 11 escolhereis para vós cidades que vos sirvam de cidades de refúgio; para que ali se acolha o homicida que matar a alguém sem intenção. 12 As cidades serão para vos refugiardes do vingador de sangue, a fim de que não morra o homicida, antes de ser apresentado perante a congregação para o julgamento. 13 As cidades que dareis vos serão seis cidades de refúgio. 14 dareis três cidades além do Jordão, e três cidades na terra de Canaã; cidades de refúgio serão. 15 Para os filhos de Israel, e para o estrangeiro e para o peregrino no meio deles, serão estas seis cidades de refúgio; a fim de que ali se acolha todo aquele que matar a alguém sem intenção. 16 Porém, se alguém ferir a outro com instrumento de ferro, de sorte que este venha morrer; homicida é; certamente será morto o homicida. 17 Se alguém ferir a outro com uma pedra na mão, que possa causar a morte, e este vier a morrer; homicida é; certamente será morto o homicida. 18 Se alguém ferir a outro com um instrumento de pau, que possa causar a morte, e este morrer; homicida é; certamente será morto o homicida. 19 O vingador mesmo matará ao homicida; quando o encontrar, matá-lo-á. 20 Se alguém por ódio empurrar a outro, e atirar sobre ele alguma coisa de intento malévolo, de maneira que este venha a morrer; 21 ou por inimizade o ferir com a mão, de sorte que venha a morrer; certamente será morto aquele que o feriu; homicida é. O vingador do sangue matará ao homicida, quando o encontrar. 22 Porém, se alguém empurrar a outro acidentalmente sem inimizade, ou atirar sobre ele alguma coisa não de intento malévolo, 23 ou, não o vendo, atirar uma pedra sobre ele, que possa causar-lhe a morte, de sorte que este venha a morrer, sem que fosse seu inimigo, nem procurasse o seu mal; 24 a congregação julgará entre o feridor e o vingador do sangue de acordo com estas prescrições. 25 Livrará ao homicida da mão do vingador do sangue, e o fará voltar à sua cidade de refúgio, a que se tinha acolhido; ali habitará até a morte do sumo sacerdote, que foi ungido com o óleo sagrado. 26 Mas, se o homicida sair em qualquer tempo para fora dos limites da sua cidade de refúgio, a que se acolher; 27 e o vingador do sangue achar o homicida fora dos limites da sua cidade de refúgio, e o matar, não será culpado do sangue; 28 porque este devia ter ficado na sua cidade de refúgio até a morte do sumo sacerdote. Mas, depois da morte do sumo sacerdote, voltará o homicida para a terra da sua possessão. 29 Estas coisas vos serão por prescrições de direito durante as vossas gerações em todas as vossas habitações. 30 Todo aquele que matar a alguém será morto depois de ouvidas as testemunhas; mas uma só testemunha não dará testemunho contra alguém para fazê-lo morrer. 31 Não aceitareis resgate pela vida dum homicida, que merece a morte; porém ele certamente será morto. 32 Também não aceitareis resgate por aquele que se tenha acolhido à sua cidade de refúgio, de maneira que ele torne a habitar na terra, antes da morte do sacerdote. 33 Assim não profanareis a terra em que estais, porque o sangue profana a terra; nenhuma expiação se poderá fazer pela terra por causa do sangue que nela for derramado, senão com o sangue daquele que o derramou. 34 Não contaminareis a terra em que vós habitais, no meio da qual eu habito; pois eu o Eterno habito no meio dos filhos de Israel.
36:1 Então se chegaram os que eram cabeças das casas paternas da família dos filhos de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, das famílias dos filhos de José, e falaram perante Moisés e perante os príncipes, cabeças das casas paternas dos filhos de Israel; 2 e disseram: O Eterno ordenou a meu senhor que por sorte repartisse a terra em herança aos filhos de Israel; e meu senhor recebeu ordem do Eterno de dar a herança de Zelofeade, nosso irmão, a suas filhas. 3 Se elas se casarem com alguns dos filhos das outras tribos dos filhos de Israel, a sua herança será retirada da herança de nossos pais, e acrescentada à herança da tribo a que vierem a pertencer; assim será tirada da sorte da nossa herança. 4 Quando chegar o jubileu dos filhos de Israel, a herança delas será acrescentada à herança da tribo a que pertencerem; assim a sua herança será retirada da herança da tribo de nossos pais. 5 Então Moisés ordenou aos filhos de Israel segundo a palavra do Eterno, dizendo: A tribo dos filhos de José fala o que é justo. 6 Isto é o que o Eterno ordena no tocante às filhas de Zelofeade, dizendo: Casem com quem quiserem; contanto que se casem na família da tribo de seu pai. 7 Assim a herança dos filhos de Israel não passará de tribo em tribo, porque os filhos de Israel se apegarão cada um à herança da tribo de seus pais. 8 Todas as filhas, que possuírem herança em qualquer tribo dos filhos de Israel, tomarão maridos da família da tribo de seu pai, para que os filhos de Israel possuam cada um a herança de seus pais. 9 Assim nenhuma herança passará de uma tribo a outra, porque as tribos dos filhos de Israel se apegarão cada uma à sua herança. 10 Como o Eterno ordenou a Moisés, assim fizeram as filhas de Zelofeade; 11 pois Maalá, Tirza, Hogla, Milca e Noa, filhas de Zelofeade, se casaram com os filhos dos seus tios paternos. 12 Casaram-se nas famílias dos filhos de Manassés, filho de José, e a sua herança permaneceu na tribo da família de seu pai. 13 Estes são os mandamentos e os juízos, que o Eterno, por intermédio de Moisés, ordenou aos filhos de Israel, nas planícies de Moabe junto ao Jordão na altura de Jericó.”
Números 28:9-15 “9 No dia de sábado oferecerás dois cordeiros de um ano sem defeito, e duas décimas partes duma efa de flor de farinha, misturada com azeite, em oferta de cereais, e a sua oferta de libação; 10 holocausto é de todos os sábados, além do holocausto perpétuo e da sua oferta de libação. 11 Nos princípios dos vossos meses oferecereis um holocausto a o Eterno: dois bezerros, um carneiro e sete cordeiros de um ano sem defeito; 12 três décimas partes duma efa de flor de farinha, misturada com azeite, em oferta de cereais, para cada bezerro; duas décimas partes de flor de farinha, misturada com azeite, para o carneiro; 13 e uma décima parte de flor de farinha, misturada com azeite, em oferta de cereais, para cada carneiro. Holocausto é de suave cheiro, oferta queimada ao Eterno. 14 As suas ofertas de libação serão a metade dum him de vinho para um bezerro, e a terça parte dum him para o carneiro, e a quarta parte dum him para um cordeiro: este é o holocausto de cada mês por todos os meses do ano. 15 Oferecerás um bode em oferta pelo pecado ao Eterno; oferecer-se-á este além do holocausto perpétuo e da sua oferta de libação.”
Jeremias 2:4-28 “4 Ouvi a palavra do Eterno, ó casa de Jacó, e todas as famílias da casa de Israel; 5 assim diz o Eterno: Que injustiça acharam em mim vossos pais, visto que se alongaram de mim e foram após a vaidade e se tornaram vãos? 6 Eles não disseram: Onde está o Eterno, que nos fez subir da terra do Egito, e que nos conduziu pelo deserto, por uma terra de ermos e de covas, por uma terra de fome e de escuridão, por uma terra pela qual ninguém passava? 7 Eu vos introduzi numa terra de jardins, para que comesseis os seus frutos e o seu bem; mas quando entrastes, profanastes a minha terra, e fizestes a minha herança uma abominação. 8 Os sacerdotes não disseram: Onde está o Eterno? e os que tratavam da lei, não me conheceram; também os regentes prevaricaram contra mim, e os profetas profetizaram em nome de Baal, e andaram após o que de nada aproveita. 9 Pelo que ainda contenderei convosco, diz o Eterno, e contenderei com os filhos de vossos filhos. 10 Pois passai às ilhas de Quitim, e vede; mandai a Quedar, e considerai bem; vede se jamais sucedeu coisa semelhante. 11 Acaso trocou alguma nação os seus deuses, que contudo não são deuses? mas o meu povo trocou a sua glória por aquilo que de nada aproveita. 12 Pasmai, céus, sobre isto, e espantai-vos, e sede sobremaneira desolados, diz o Eterno. 13 Pois dois males fez o meu povo: deixaram-me a mim, fonte de águas vivas, e cavaram para si cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas. 14 Acaso é Israel um servo? acaso é ele um escravo nascido em casa? porque logo veio a ser presa? 15 Sobre ele rugiram os leões novos, e levantaram a sua voz; e fizeram a terra dele uma desolação: as suas cidades estão queimadas, sem que haja quem nelas habite. 16 Também os filhos de Nofe e de Tafnes se apascentam sobre o alto da tua cabeça. 17 Porventura não te aconteceu isto, por teres deixado ao Eterno teu Elohim, quando ele te guiava pelo caminho? 18 Agora que tens tu com o caminho do Egito, para beberes as águas de Sior? ou que tens tu com o caminho da Assíria, para beberes as águas do Rio? 19 A tua malícia te castigará, e as tuas apostasias te repreenderão. Sabe e vê que má e amarga coisa é o teres deixado ao Eterno teu Elohim, e o não haver em ti temor de mim, diz Adonai, o Eterno dos exércitos. 20 Há muito que quebraste o teu jugo e rompeste as tuas ataduras, e disseste: Não servirei. Pois sobre todo o outeiro alto e debaixo de toda a árvore frondosa te deitaste, fazendo-te prostituta. 21 Todavia eu te plantei como uma vide escolhida, toda semente da verdade; como, pois, te tornaste para mim numa planta degenerada de vida estranha? 22 Embora te laves com salitre, e uses muito sabão, contudo a tua iniqüidade fica registrada diante de mim, diz Adonai o Eterno. 23 Como podes dizer: Não estou manchada, não tenho andado após os baalins? vê o teu caminho no vale, conhece o que tens feito: és como dromedária ligeira que anda torcendo os seus caminhos; 24 como asna silvestre, acostumada ao deserto, que sorve o vento na sua paixão; quem a pode impedir de satisfazer o seu desejo? Todos os que a buscarem, não se fatigarão; no mês dela, achá-la-ão. 25 Guarda o teu pé da nudez, e a tua garganta da sede. Mas tu disseste: Não há esperança, não; porque amei os estranhos, e após eles andarei. 26 Como o ladrão fica envergonhado quando o apanham, assim ficam envergonhados os da casa de Israel, eles, os seus reis, os seus príncipes, os seus sacerdotes e os seus profetas. 27 Eles dizem a um pau: Tu és meu pai; e a uma pedra: Tu me deste à luz. Pois me voltaram as costas, e não o rosto; porém no tempo da sua tribulação dirão: Levanta-te e salva-nos. 28 Mas onde estão os teus deuses que fizeste para ti? levantem-se eles, se te podem salvar no tempo da tua tribulação; pois os teus deuses, ó Judá, são tantos em número como as tuas cidades.”
Jeremias 3:4 “Acaso não clamarás a mim desde agora, dizendo: Pai meu, tu és o guia da minha mocidade?”
Jeremias 4:1-2 “1 Se voltares, Israel, diz o Eterno, voltarás para mim; se tirares de diante da minha face as tuas abominações, não serás removido. 2 Se jurares em verdade, em juízo e em justiça: Pela vida do Eterno; então nele se bendirão as nações, e nele se glorificarão.”
Tiago 4:1-12 “1 Donde vêm as guerras, e donde vêm as contendas entre vós? não vêm, porventura, disto, dos vossos deleites que combatem nos vossos membros? 2 Cobiçais, e não possuis; matais e invejais e não podeis alcançar; contendeis e fazeis guerras. Não tendes, porque não pedis; 3 pedis, e não recebeis, porque pedis erradamente, a fim de o despenderdes em vossos deleites. 4 Adúlteros, não sabeis que a amizade do mundo é inimizade contra o Eterno? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo, constitui-se inimigo do Eterno. 5 Acaso julgais que é em vão que a Escritura diz: Com zelos anela por nós o Espírito que ele fez habitar em nós? 6 Porém dá maior graça, pelo que também diz: o Eterno resiste aos orgulhosos e dá graça aos humildes. 7 Sujeitai-vos, pois, ao Eterno; mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós. 8 Chegai-vos para o Eterno, e ele se chegará para vós. Lavai, pecadores, as mãos, e, vós de espírito vacilante, purificai os corações. 9 Afligi-vos, pranteai e chorai; converta-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria em tristeza. 10 Humilhai-vos diante do Senhor, e ele vos exaltará. 11 Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal dum irmão, ou julga a seu irmão, fala contra a Lei, e julga a Lei; mas se julgas a Lei, não és mais observador da Lei, mas juiz. 12 Um só é o Legislador e o Juiz, aquele que pode salvar e destruir; tu, porém, quem és que julgas ao teu próximo?”
almos 104:1-35 “1 Bendize, minha alma, ao Eterno. Ó Eterno, Elohim meu, tu és mui grande; Estás vestido de honra e de majestade, 2 Tu que te cobres de luz como dum manto, Que estendes o céu como uma cortina, 3 És quem põe nas águas as vigas das suas câmaras, Quem faz das nuvens o seu carro, Quem anda sobre as asas do vento, 4 Quem faz dos seus mensageiros ventos, Dos seus ministros fogo chamejante; 5 Quem lançou os fundamentos da terra, Para que não fosse abalada para sempre. 6 Cobriste-a dum abismo como duma vestidura; As águas ficaram acima das montanhas. 7 À tua repreensão fugiram, À voz do teu trovão puseram-se em retirada 8 (Elevaram-se as montanhas, desceram os vales), Para o lugar que lhes tinha preparado. 9 Puseste-lhes barreiras, para que não ultrapassem, Para que não tornem a cobrir a terra. 10 Tu és quem faz sair fontes no vale; Elas correm entre os montes; 11 Dão de beber a todos os animais do campo; Os asnos monteses matam a sua sede. 12 Junto delas as aves do céu têm o seu pouso, Dentre a ramagem fazem ouvir o seu canto. 13 Ele, das suas câmaras, rega os montes; A terra se farta dos frutos das suas obras. 14 Faz crescer a relva para o gado, E a erva para corresponder ao trabalho do homem, Para fazer sair alimento do seio da terra, 15 O vinho que alegra o coração do homem, O azeite que faz reluzir o seu rosto, E o pão que fortalece o coração do homem. 16 São saciadas as árvores do Eterno, Os cedros do Líbano que ele plantou, 17 Nos quais fazem ninhos as aves; Quanto à cegonha, a sua morada está nos ciprestes. 18 Para as cabras monteses são as altas montanhas, Os penhascos são refúgios para os querogrilos. 19 Ele fez a lua para marcar as estações; O sol conhece o seu ocaso. 20 Tu fazes as trevas, e vem a noite, Na qual saem todos os animais da selva. 21 Os leões novos rugem em busca da presa, E pedem a Elohim de comer. 22 Mal nasce o sol, recolhem-se, E vão deitar-se nos seus covis. 23 O homem sai para o seu trabalho, E para a sua ocupação até à tarde. 24 Quão numerosas são as tuas obras, o Eterno! Todas elas as fizeste com sabedoria: Cheia está a terra das tuas riquezas. 25 Eis ali o mar grande e vasto, No qual se movem inumeráveis seres, Animais, tanto pequenos como grandes. 26 Ali andam os navios; Ali está leviatã que formaste para nele folgar. 27 Todos estes esperam de ti, Que lhes dês de comer a tempo. 28 Tu lhes distribuis, e eles apanham; Abres a mão, eles são saciados de bens. 29 Escondes o teu rosto, eles ficam perturbados; Tira-lhes o fôlego, eles morrem, E voltam ao seu pó. 30 Envias o teu espírito, eles são criados; E renovas a face da terra. 31 Permaneça para sempre a glória do Eterno, Regozije-se o Eterno nas suas obras. 32 Ele olha para a terra, e ela estremece; Toca as montanhas, e elas fumegam. 33 Cantarei ao Eterno, enquanto eu viver; Cantarei louvores ao meu Elohim, enquanto eu subsistir. 34 Seja-lhe agradável a minha meditação; Eu me regozijarei em o Eterno. 35 Sejam da terra extirpados os pecadores, E Não subsistam mais os perversos. Bendize, minha alma, ao Eterno. Louvai ao Eterno.”
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